ientemente sólido para merecer essa designação, parecia-se tanto com um simples amontoado de objectos e tinha uma forma tão bizarra que seria certame
reve. Além disso, fazia-a sentir ainda mais frio. Tinha fome. Doía-lhe todo o corpo, com os músculos a protestar cada movimento que fazi
e o abrigo não lhes desabasse em cima, proporcionaria
ados por completo. Conseguiu libertar alguns dos nue se mantinham parcialmente presos às árvores, os que exigiam menos esforço, mas não conseguia gastar muita energia ness
tar de um ponto relativamente plano e pela ausência de grandes raízes erguendo-se do chão, varreu tanta neve quanto possível e cobriu a área limpa com o
que deveria fazer a cama primeiro e construir o abrigo a se
lgo com comprimento suficiente para conseguir esticar as pernas, colocou-se a seu lad
ela o fazia, com uma exp
r algum teste
omprimento de sete pés. Falo de pés reais e não da unidad
ntou fazer um dos lados maior porque a forma como as árvores se posi
do assento traseiro e achou que seria mais confortável do que sacos-cama. No entanto, se dependesse dela, teria
ara os unir, mas sentia-se estranhamente relutante. O rolo era pequeno e não duraria muito. Se usasse farrapos de tecido para unir o esqueleto, estes poderiam vo
além dos seus talentos de construção, o que não era surpreendente. Após o terceiro colap
permanecia deitado sob urna pilha de
que era péssima na const
dizer que vamos pass
ir ajuda. Socorro! Dê-me inst
a nisto, mesmo que mínim
ue já tives
minha defesa que é raro acampar-se no
montou u
i um grunhido
Claro que não. Dormíamos em sa-
to. - Que tentava construir? Uma a
. Não consigo
s com dois ramos paralelos. Depois, coloque as tra
de cada lado. A seguir, posicionou dois ramos mais curtos, um em cada extremidade, e usou os farrapos de seda para atar cada ramo curto aos doi
ora? -
ra. Procure quatro ramos de compr
nham galhos e agulhas. Usando o c
á e
de atar o segundo par no mesmo ponto em que o primeiro se cruza. Depois, use dois pe
o. Aplicou-se com os farrapos de seda e, quando terminou, ti
rendo est
duas extremidades de forma a que a estrutura superior sej
escondido atrás das montanhas e o tempo era demasiado curto para tentar melhorar o trabalho. Atou ramos de suporte onde lhe pareceram mais ne
inha de uma lona. Prendeu os sacos à armação e cobriu-os com a rede de carga para evitar que voassem se o vento aument
aberturas e começou a enfiar amontoados de agulhas onde conseguisse. Mantendo-se atenta à luz cada vez mais ténue e à temperatura em queda, esqueceu-se de
naquele momento, deixou de conseguir ver. Cambaleou, esticou os braços em pânico, te
o em ritmo acelerado pelo pânico. Não querendo correr o risco de cair, manteve-se de joelhos, cerrando os dentes enq
ço suficiente para Justice rastejar. Para tapar a entrada, prendeu o maior pedaço de couro ao interior da armação e deixou-o pendurado. Não cobria por completo a abertura, mas não era necessário que cobrisse. Conseguia tapar o que restava com um dos sacos contendo a sua roupa. O maior problema que enfrentava naquele momento era endirei-tar-se e manter-se de pé, conseguindo de alguma form
muita, não indo além dos nove metros, o suficiente para ficar fora da trajectória do avião se os destroços começass
mãos dormentes e as montanhas giravam lentamente em seu redor, enquanto lutava novam
revelando as íris pálida
a forma como tremia, a roupa molhada dos joelhos para baixo e franziu o sobrolho. - Que raio fez a si próp
pensasse lhe fosse importante e, porque a mágoa a
lá dentro. Pode morrer g
Quando deu por isso, estava deitada sobre o cobertor. Enfurecia-a que, fraca e ferida c
os de Justice to
o abrigo ou aqui. Ma
ui deitada durante uns momentos antes que perca a consciência. - Enquanto fala
rma delicioso que quase chorou ao pensar nessa possibilidade. A mágoa e a dor fizeram-na querer afastar-se e deitar-se no abrigo em glor
vo e, agora, tenho a certeza. Não pense que
adas de roupa para conseguir colocá-las sobre ela. Quando conseguiu, puxou-
como se estivesse em chamas. Pressionou a face fria contra o pescoço dele e sentiu um braço rodeando-lhe as costas e apertando-a ainda mais. A sensação de calor nas suas mãos geladas e trémulas era, ao mesm
infelicidade, murmurando c
o faço. E também levo a minha roupa. Pode aquecer-se com a sua. Com as tr
re as costas dela, para cima e para baixo. - Descanse.
sorrir? - perguntou, furiosa, movendo a cabeça para ver porque seria
ria agido de forma a que e
se, movendo a mão para a nuca dela, aplican
também se despisse. Cedeu à insistência da sua mão, pr
scendente. Odeio is
i que pudess
-se dominada por uma imobilidade avassaladora. Não queria nada mais além de passar o
avançava sobre eles como um comboio de
levantar. Está a
descansar e aquecer um pouco mais. Tenho enchido o frasco de neve enqu
tinha estado ocupada e isso não era nenhuma surpre
m minimamente. Sentia tanta sede que poderia ter bebido toda a água, mas permitiu-se apen
do a fechar o frasco. Justice devolveu-o ao seu loc
de altitude, podiam viver juntos ou morrer separados. Seria apenas uma noite. No dia seguinte, seriam salvos. Juntar-se-ia a Logan e Peaches, que deviam estar já loucos de preocupação, e talvez conseguissem reunir-se ao
ercebeu-se de ou
a concussão. Estivera próximo de um estado letal de hipotermia e não havia forma de saber que ou
. - precisa de urinar, não é? Desculpe. Devia ter perguntado há
em. Posso
e tem a
. - O seu tom era
onveniente (ela era conveniente e, por isso, poderiam ter sexo), atribuir a sua erecção a uma função fisiológica e não a um ditame masculino fá-lo-ia ter a certeza de que, certamente, não estaria a pens
ha tempo ou espaço na sua lista de tarefas para uma sessão de brincadeira. Além disso, havia sempre o motivo clássico para dizer não. Tinha uma d
stava na altura de se levantar, p
to de não que
ou ele. Agora pareci
a isto, coma
e os cobrir com o cobertor espacial, lembrando-se que o calor se desloca em movimento ascendente, fazendo com q
stão e dor quando conseguiu l
Antes, com a sua ajuda, vestira-lhe roupa limpa. Descera e voltara a subir a encosta, arrastando
m deitados em total escuridão durante alguns segundos, com a respiração laboriosa de ambos produzindo os únicos sons. A seguir, Bailey ligou a sua luz de leitura a p
pilhas de roupa sobre ambos. A seguir, desligou a luz para poupar a bateri
ridão completa que os rodeava -, terminamos a barra de Snickers e b
o. Os blocos de espuma pareciam tão confortáveis ao seu corpo exausto como qualquer cama em que tivesse dormido e havia algo de profundamente confortante em estar tão próxima d
músculos desapareceu, a respiração estabilizou-se e tornou-se
ndo com a face encostada à dela e podendo partilhar o pouco calor que tinha. Se sobrevivessem à
a-a cambalear e rastejar e enfurecia-o não conseguir ajudá-la, forçado a permanecer ali deitado como um pedaço de merda inútil enquanto ela quase se matava a tentar cuida
idades fisiológicas durante o dia, não reparara e, desde que recuperara
oles de água, mas, ao mesmo tempo, esfo
quanto a neve no interior ia derretendo, voltando a enchê-lo com a neve que conseguia alcançar. Em dado momento, colo-cou-se dolorosamente de lado e urinou, com o
tormento. Mesmo com todas as camadas de roupa entre ambos, conseguia sentir a firmeza do corpo dela e dos seus seios. Mantinha-se
fria. Ambos ficariam, mesmo com todas as roupas que os cobriam. O calor corporal partilhado seria o suficiente para os manter vagamente confortáveis, mas suspeitou que, por volta do amanhecer, a temperatura rondasse os quinze graus neg
acrif
nos braços um do outro, pelo menos por enquanto. Mesmo que fossem resgatados ao início da manhã, o que não lhe parecia muito provável, aquela noite seria sempre um elo entre eles. Teriam dormido juntos, usando o calo
não ser que tivessem nascido horrendamente feios. Crescera no Texas e jogara futebol americano no liceu, algo que se
subir na hierarquia. Casara com a filha de um coronel e rejeitara todas as atenções femininas. Depois, saído da força aérea e divorciado, não mudara grande coisa. Con
interesse. Porque fora casada, presumia que não fosse lésbica e, por isso, ou não tinha qualquer interesse nele ou a culpa era
ele ligou a pequena luz de leitura para lhe permitir ver qu
stá na altu
r a adormecer mal parou de a a
isa de beber água mesm
omo se não soubesse onde estava. A seguir, fixou o olhar nele e, por baix
ust
unto, acho que devia começa
o
m pequeno sor
Não pode apress
dou-lhe a face tão bem quant
pouco inchado e uma nódoa negra marcava-lhe a pele por baixo do olho. Forçara-se além do limite, mas
? Você
primeira v
disse, com voz arrasta
sidratada. E precisa de co
muito sangue. Precisa
er enquanto a neve derretia.
um par de goles, mas estava tão exausta que percebeu que até aquilo fazia com esforço. O frasco incli
o. - E o resto daquela barra de Sni
disse, com esforço
não a fazerem sen-tir-se mal. Morda. - Ergueu-lhe o chocolate até aos lábios e deu uma pequena dentada. Observou enquan
bre o cotovelo. O movimento fez protestar todos os seus músculos e a cabeça começou de imediato a rodopiar. Fez uma pau
os com lágrimas provocadas pela dor, viu que ela vo
ncontrar as duas de doses de aspirina seladas em quadrados individuais de plástico. Usando os
pirinas. A seguir, Cam guardou o frasco por baixo das r
as pernas entrelaçadas. Recordando a forma como ela lhes cobrira as cabeças anteriormente, puxou uma peça de roupa para cima. Restava u
as palavras enquanto se aproximava mais
testa e colocou-lhe o braço sobre a anca