Algo nela, começou a mudar, pouco a pouco. Era fim de ano, e Sheila foi ao salão de beleza, mudou o visual e depilou a buceta e até o cu, ela queria gozar, só não sabia como. Um dia o rapaz da padaria, foi entregar uma encomenda, e já estava escurecendo, Sheila saiu atender, só de camisola, era de seda vermelha, estava com os pe.itos duros bicos acessos, quando o rapaz a viu, toda cheirosa lindona, ele falou que deu sorte, de fazer a última entrega, porque ela estava linda, ela pediu para ele entrar, enquanto ela pegava o cartão e ele entrou, tirou o capacete, falou que ela podia pagar, de outro jeito.Ela se aproximou rindo confusa e falou
- Fiado?
Ele estendeu a mão, na direção dela, passou na coxa e subiu pelo meio das pernas, até a calcinha, de renda, surpresa e desconcertada, ela começou rir, sentindo os dedos dela tocando sua bu.ceta
- Que isso rapaz, você só pode estar brincando.
Ele puxou o pano para lado e meteu os dedos na buc.eta dela
- Não estou, sou louco pra fo.der mulher coroa, go.zar dentro. É bom, que não engravida.
Ela começou o acariciar ofegante, no rosto, costas, falou abrindo mais as pernas
- Adoro quando go.zam dentro, me enchendo de leitinho. Ele tirou a mão e surpreso, perguntou porque ela, não estava ficando molhadinha, envergonhada ela disse que nunca havia goz.a.do, ele a puxou para perto, começou a beijar pelo corpo todo, levantou a camisola, caiu de boca na bu.ceta dela, a chupando com muita vontade, passando a língua no cli.tóris, foi a deixando lubrificada com a bu.ceta babando, ela começou se soltar, falando gemendo
- Me faz g.ozar, isso issoooo gostoso. Que delícia.
Ele se afastou e abaixou a calça, a puxou para sentar em seu colo, de frente, meteu o p.au lentamente, deslizando na lubrificação dela, e a beijou para abafar os ge.midos. Naquele momento não teve, dor na coluna e em lugar nenhum, só a buc.eta apertada lisinha, ardendo latejando de t.esão. Sheila começou a cavalgar esfregando a buc.eta, subindo e descendo, rebolando com o quadril freneticamente, nem chegou a g.ozar, o novinho se agarrou a ela e a encheu de porr.a, grossa, quente. Ela estava quase alcançando o êxtase, mas não se frustrou, gostou muito.
Ele disse rindo, que a culpa era dela e foi embora. A deixando com a buc.eta melada. Naquela semana, Sheila tocou s.iririca todos os dias, ficava com a bu.ceta encharcada e não go.zava, faltava um pau grosso e gostoso, pra levá-la ao paraíso. Sheila foi viajar, passar o fim de semana com a irmã Katia de 43 anos, que era casada com Rodrigo de 45. Rodrigo era divertido porém sempre fazia piadas sobre a cunhada ser uma mulher fria, sem vaidade, que não gostava de levar rola e por isso, ficou divorciada e viúva. Quando Rodrigo chegou e viu Sheila de costas, com um vestido vermelho agarrado curto, o pau dele latejou dentro da cueca, ela estava de costas e ele não imaginou que fosse ela.No decorrer da noite, Sheila e o cunhado beberam, trocando farpas e flertes, uma tensão sensual crescendo entre eles.
O clima entre Sheila e Rodrigo estava denso, carregado de álcool e desejo mal disfarçado, enquanto Katia se distraía na cozinha ou com o celular. Rodrigo serviu mais vinho para a cunhada, com os olhos fixos em como o tecido vermelho do vestido esticava em seu quadril.
- Ainda nessa vida, Sheila? - ele zombou, apoiando-se na bancada, a voz debochada.
- A xox.ota já deve estar cheia de teias de aranha. Não arrumou um namorado nem para quebrar o jejum? Dar até ficar assada?Sheila sorriu, com um brilho perigoso nos olhos. Ela se inclinou na direção dele, falando em um sussurro provocante para que a irmã não escutasse.
- Pode ficar tranquilo, cunhado. A 'xo.xota' aqui está mais em dia do que o seu imposto de renda.
- Ela deslizou a mão pela própria coxa, com o olhar fixo no volume na calça dele. - Lisinha, cheirosa, só esperando um pau grosso e duro para eu sentar e rebolar até fazer o dono g.ozar gostoso. Me encher de leite.
Rodrigo riu, descrente, mas o p.au dele protestou contra a cueca, latejando.
- Ah, qual é, Sheila. Você nem sabe chupar um pa.u direito. Acha que me engana? Fria, é isso que você é.
Ela soltou uma gargalhada baixa e suja, a melhor resposta que poderia dar.
- Quer testar, Rodrigo? Acha que sou fria? Eu chupo a sua pica, e você vai goz.ar gostoso na minha boca sem nem ver de onde veio. Vou te secar, te deixar mole de tanto prazer. - Ela mordeu o lábio, o desafio era claro.Os olhos dele escureceram de luxúria, o jogo de palavras se transformando em um desafio se.xual explícito.
- Você não aguenta o tranco, gata. Desafio você a chupar. Faz isso e eu te dou um prêmio. Sabe o que eu quero, de verdade? - Ele se aproximou, com o hálito quente de vinho no pescoço dela.
- Eu quero arrebentar a sua buc.eta até ela ficar vermelha, assada, e você implorar para eu go.zar dentro e parar de f.oder tão fundo. Quero ver se essa buce.tinha cheirosa sabe ge.mer de dor e prazer ao mesmo tempo.