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Jennifer

6 Livros Publicados

Livros e Histórias de Jennifer

A Vingança da Filha Abandonada

A Vingança da Filha Abandonada

5.0

A primeira coisa que senti foi a raiva da Júlia, minha irmã. Ela segurava um envelope amassado, a carta da universidade estrangeira. Meu coração parou. Eu tinha escondido tão bem, no fundo da gaveta de meias. "Me devolve isso, Júlia. Não é da sua conta." Ela recuou, com um olhar que nunca tinha visto. Uma mistura de inveja e ódio puro. "Você ia fugir, não é? Ia para o outro lado do mundo e deixar a gente aqui." A voz dela atraiu minha mãe, Marta. "O que está acontecendo? Por que essa gritaria?" Júlia estendeu o envelope para ela. O rosto da minha mãe se fechou. A frieza me atingiu. "É verdade, Lara? Depois de tudo que sacrificamos por você, você ia nos abandonar?" A palavra "abandonar" soou como uma sentença. Eu tentei explicar sobre a bolsa de estudos integral. A garganta fechou. O tapa no meu rosto veio rápido e forte. "Sua ingrata." Meu pai, Sérgio, chegou em casa. "Que bagunça é essa?" Júlia, com um sorriso vitorioso, apontou para mim. "A Lara ia fugir do país. Ia deixar a gente na mão." Meu pai agarrou meu braço com força. "Você não vai a lugar nenhum." Ele me arrastou para a sala, me jogando no chão. Minha cabeça bateu na mesinha. A dor explodiu. Júlia e minha mãe só observavam. Meu pai pegou meu celular. "Não vai precisar mais disso." Ele o arremessou na parede. Me puxou pelos cabelos de volta ao quarto. "Você vai ficar aí até aprender qual é o seu lugar." Ouvi a chave girar. No chão frio, a dor latejava. A escuridão me levou. Então, abri os olhos. A luz do sol entrava pela janela. O cheiro de café. Minha cabeça não doía. Meu celular intacto na mesinha. A data era a mesma do dia anterior. Eu estava de volta. Eu tinha renascido no início do meu pesadelo.

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O Segredo do Bilionário Oculto

O Segredo do Bilionário Oculto

5.0

Meu celular vibrou, mostrando o nome de Rafael Mendes. Eu, Pedro Henrique Costa, o suposto programador comum da Inovação Tech, sentia um arrepio. Ele me ofereceu uma "companhia de primeira classe" para uma noite no Clube Elysian. Recusei, dizendo: "Eu amo minha esposa, Sofia." Mas algo me forçou a ir, os negócios eram cruciais. Chegando lá, o luxo sufocante contrastava com minhas roupas simples. A porta da suíte 702 estava entreaberta. Risadas femininas e a voz de Gustavo Ribeiro, o "amigo" de Sofia e seu ex-namorado, me atingiram. Meu mundo desabou ao ver Sofia lá dentro. Ela, minha esposa, em um vestido vermelho justo, rindo. Um homem brindava a ela, falando de seus "serviços". Amigos dela me chamavam de "programador inútil", dizendo que eu comia "macarrão instantâneo e jogava videogame". Gustavo passou o braço em volta de Sofia, dizendo que cuidaria dela "assim que ela se livrasse daquele peso morto". Sofia não protestou. Então, seus olhos encontraram os meus. E a máscara de frieza e raiva consumiu seu rosto. "Pedro? O que você está fazendo aqui? Você está me seguindo?" ela cuspiu. A traição era uma facada. "Você é um lixo sem valor, não pertence a este lugar! Saia daqui imediatamente e não me envergonhe mais!" ela gritou. Gustavo zombou, sugerindo que ela me mandasse embora antes da chegada do CEO da Inovação Tech. Minha cabeça girava. Meu próprio sócio me oferecer Sofia como acompanhante? E ela ali, pronta para "negócios"? Naquele instante, algo em mim se quebrou. "Divórcio", eu disse, a voz rouca. O pânico substituiu o desdém nos olhos de Sofia. "Não é o que você pensa! Eu posso explicar!" ela implorou. Mas eu não quis mais ouvir. "Não há nada para explicar. Eu vi o suficiente." Os insultos de Gustavo continuaram, me chamando de lunático por dizer que Rafael Mendes me convidara. Até Sofia sussurrou: "Pedro... por que você está mentindo?" A descrença dela foi o golpe final. Eu estava cansado de me esconder, cansado de ser visto como um "lixo sem valor". Eu havia escondido minha verdadeira identidade de CEO bilionário por amor, para ser amado por quem eu era, não pelo meu dinheiro. Que tolo eu tinha sido. Eu tentei ligar para Rafael para provar, mas Sofia insistiu: "Pare, Pedro. Por favor, pare de se humilhar." Foi quando Beto, um homem que eu havia exposto por fraude, se aproximou. Ele me empurrou, e o interruptor dentro de mim virou. A dor, a humilhação, a raiva de três anos explodiram. Minha mão disparou, atingindo sua garganta, e ele caiu, sem ar. O "programador inútil" acabara de derrubar um homem com um único golpe. A sala mergulhou em silêncio mortal. Eu sabia que não haveria mais esconderijos. Eu estava farto de ser Pedro, o programador. Era hora de Pedro, o CEO, se levantar.

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Abandonada e Forte: A Luta Pelo Meu Filho

Abandonada e Forte: A Luta Pelo Meu Filho

5.0

Na noite em que meu filho, Leo, nasceu prematuro, lutando pela vida na incubadora, meu marido, Pedro, me abandonou. Liguei para ele do hospital, implorando por sua presença, mas ele, com voz impaciente e a cumplicidade da cunhada Laura e do sogro Sr. Almeida, inventou uma febre de emergência para a irmã. A dor do parto ainda me consumia quando ele me disse para parar de ser egoísta e desligou, deixando-me sozinha com nosso filho em estado grave. Para piorar, seu pai, o Sr. Almeida, veio ao hospital para me humilhar, dizendo que eu não sabia me cuidar e que eu era um fardo, afirmando que meu filho não era importante, apenas a "imagem da família". Meu coração despedaçado virou gelo ao descobrir, através de um amigo, que a "doente" Laura estava, na verdade, passeando no shopping. Pedro nem se importou em inventar uma mentira crível para me descartar, e seu sogro me confrontou, exigindo que eu deixasse Pedro em paz para cuidar de sua "verdadeira família". Eu era um inconveniente, um estorvo. Como eles se atreviam? Naquele momento, enquanto meu filho lutava pela vida e eu era descartada como lixo, uma fúria gélida me consumiu. Então, com a pouca força que me restava, declarei: "Eu quero o divórcio!" e assinei a abdicação dele para nosso filho, pensando que finalmente estaríamos livres daquela família. Mas eles voltaram. Duas semanas depois, recebi uma notificação: o Sr. Almeida e Laura estavam me processando pela custódia de Leo, alegando que eu era uma mãe instável. Eles queriam meu filho de volta – não por amor, mas como um "herdeiro" para o legado dos Almeida. Mas eles não faziam ideia do que me tornaram. Com a ajuda inesperada de um amigo e de uma advogada feroz, decidi que era hora de revidar. Pelo meu filho, eu desmascararia a hipocrisia deles e mostraria que um coração de mãe é mais forte que qualquer dinheiro ou falsidade.

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Casamento Cancelado: Amor Real

Casamento Cancelado: Amor Real

5.0

A música na igreja parou de repente, e o silêncio que se seguiu era um velho conhecido. Pela décima primeira vez, Sofia não apareceu no altar. Lá estava eu, Ricardo, suando frio sob os olhares de pena, a humilhação amarga na boca. Meus pais, no primeiro banco, misturavam preocupação e raiva. Nenhuma mensagem dela, nenhuma ligação. Só o silêncio que gritava o nome de Gabriel. Saí da igreja, ignorando a todos, correndo para o carro, com as mãos brancas no volante. A dor e a raiva explodiram quando a encontrei em casa, ainda de noiva, com o rosto manchado de lágrimas, o celular na mão. "O que aconteceu?", perguntei, mesmo sabendo a resposta. Ela levantou a cabeça, os olhos me fuzilando. "O que aconteceu? O Gabriel passou mal, Ricardo! Ele teve uma crise, ele precisava de mim!" A voz dela era alta, cheia de acusação, como se a culpa fosse minha. "De novo, Sofia? No dia do nosso casamento? Na hora do nosso casamento?" "Você não entende! Ele não tem ninguém! A doença dele é crônica, ele podia ter morrido! Você só pensa em você, no seu maldito casamento!" Cada palavra dela era um soco no estômago. Sete anos, onze tentativas de casamento. Eu sempre a coloquei em primeiro lugar, recusei propostas de trabalho incríveis, aguentava a presença constante de Gabriel. Mas, de repente, o anjo se transformou em demônio. A dor era física, uma pontada aguda no peito que me deixou sem ar. Dirigi até o bar mais próximo, um lugar escuro e sujo que combinava com o meu estado de espírito. Pedi um uísque, depois outro, e mais outro. Tirei uma foto do meu copo, com a aliança que nunca usaria ao lado, e postei nos stories: a imagem crua da minha derrota. O celular vibrou: era uma mensagem de Sofia. "Você pode apagar isso, por favor? As pessoas estão me ligando, perguntando o que aconteceu. Você está tentando me humilhar? " A mensagem dela não tinha um pingo de preocupação comigo. "Não." E foi ali, no fundo daquele copo de uísque, que percebi que Sofia não me amava, e talvez nunca tivesse amado. Eu era apenas uma conveniência, um porto seguro. Mas o feitiço estava quebrado. Desta vez, algo fundamental havia mudado.

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Morena: O Jogo Sombrio

Morena: O Jogo Sombrio

5.0

No seu 21º aniversário, Sofia, a princesa do Rio, esperava um pedido de casamento. Sua vida, ao lado do amado Tiago e do pai, o Deputado Afonso Ribeiro, parecia um conto de fadas. Mas a perfeição desmoronou num instante. Tiago, seu namorado, sacou algemas em vez de um anel, prendendo seu pai. Ele era um capitão da polícia, e o respeitado deputado, um miliciano. No caos, Sofia foi baleada, seu mundo em estilhaços. Tiago a descartou com frieza: "Foi uma necessidade da missão." A princesa do Rio virou "filha de criminoso", abandonada, humilhada. A dor era insuportável. Teria sido toda a sua vida uma farsa? Mas a verdade mais brutal veio à tona. Sua mãe, Isabel, não morrera em um acidente. Ela era a "Agente 788", uma policial secreta, que sacrificou a vida investigando o próprio pai de Sofia. A dor de Sofia se tornou uma fúria implacável. Ela não seria uma vítima. Para honrar sua mãe e buscar justiça, a princesa caída renasce como "Morena". Uma nova agente infiltrada, determinada a desvendar os segredos e acertar as contas. O jogo sombrio do Rio agora é o dela.

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O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria

O Despertar de Ana: Quando a Traição Acende a Fúria

5.0

Quando acordei no hospital, depois de um acidente de carro, esperava o apoio do meu marido. A dor física era intensa, mas a dor no peito seria pior. Pedro estava ao meu lado, mas a sua voz era fria. Ele não se preocupava comigo, apenas em "acalmar" a minha irmã, Sofia, que estava perfeitamente bem. Descobri que, enquanto eu estava inconsciente, ele me tinha abandonado para ir consolá-la. Como se isso não bastasse, a polícia ligou. A minha própria irmã, Sofia, tinha mentido na declaração, culpando-me pelo acidente, com o apoio do meu marido e do namorado dela. Disseram que era para "proteger-se" e que "eu entenderia". Entender? Eles fizeram de mim a culpada por algo que não fiz! Senti a traição queimar mais do que qualquer ferida. Como puderam? A minha família, as pessoas em quem eu mais confiava, conspiraram contra mim. A esposa foi trocada pela irmã, a verdade pela conveniência. Foi então que uma fúria fria se acendeu. Decidi: eles não me iriam destruir. Foi a última gota. "Quero o divórcio," declarei. E a partir daquele momento, a mulher submissa morreu. A Ana que estava no hospital era uma nova mulher, pronta para lutar pela verdade e pela sua liberdade, nem que fosse preciso derrubar o mundo deles para o fazer.

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Submissa Comprada pelo CEO II

Submissa Comprada pelo CEO II

5.0

Matteo Glay, o CEO que precisava de uma esposa para se tornar o dono das empresas da família, à procura de uma linda mulher, ele se envolve, se apaixonou à primeira vista por Melinda Keen, a linda, garota sapeca, nada ingênua, cheirando a peixe, a caiçara se tornou a sua submissa favorita. Melinda Keen foi comprada pelo grande CEO para ser sua esposa, mas o que ela foi pega de surpresa que ela se tornou sua submissa. Ele já tinha uma coleção de submissas e ela se seria apenas mais uma para sua luxúria. Ela queria odiá-lo, ou melhor, ela devia odiá-lo, mas ela acabou se apaixonando pelo cruel e monstruoso CEO. Os dois ficaram rendidos à luxúria, ao amor, do mundo obscuro do BDSM e se entregaram completamente, mas o que eles não sabiam que a vingança de seus inimigos ia separá-los trazendo a dor. Ela o deixou, mas ele não desistiu dela um só momento, incansavelmente à procura de seu verdadeiro amor. Matteo Glay se entregou à luxúria e ao BDSM, e Melinda teve a nova oportunidade de reconstruir a sua vida. Mas será que ambos estão felizes com essa nova vida?

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A Vingança da Filha Abandonada

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5.0

A primeira coisa que senti foi a raiva da Júlia, minha irmã. Ela segurava um envelope amassado, a carta da universidade estrangeira. Meu coração parou. Eu tinha escondido tão bem, no fundo da gaveta de meias. "Me devolve isso, Júlia. Não é da sua conta." Ela recuou, com um olhar que nunca tinha visto. Uma mistura de inveja e ódio puro. "Você ia fugir, não é? Ia para o outro lado do mundo e deixar a gente aqui." A voz dela atraiu minha mãe, Marta. "O que está acontecendo? Por que essa gritaria?" Júlia estendeu o envelope para ela. O rosto da minha mãe se fechou. A frieza me atingiu. "É verdade, Lara? Depois de tudo que sacrificamos por você, você ia nos abandonar?" A palavra "abandonar" soou como uma sentença. Eu tentei explicar sobre a bolsa de estudos integral. A garganta fechou. O tapa no meu rosto veio rápido e forte. "Sua ingrata." Meu pai, Sérgio, chegou em casa. "Que bagunça é essa?" Júlia, com um sorriso vitorioso, apontou para mim. "A Lara ia fugir do país. Ia deixar a gente na mão." Meu pai agarrou meu braço com força. "Você não vai a lugar nenhum." Ele me arrastou para a sala, me jogando no chão. Minha cabeça bateu na mesinha. A dor explodiu. Júlia e minha mãe só observavam. Meu pai pegou meu celular. "Não vai precisar mais disso." Ele o arremessou na parede. Me puxou pelos cabelos de volta ao quarto. "Você vai ficar aí até aprender qual é o seu lugar." Ouvi a chave girar. No chão frio, a dor latejava. A escuridão me levou. Então, abri os olhos. A luz do sol entrava pela janela. O cheiro de café. Minha cabeça não doía. Meu celular intacto na mesinha. A data era a mesma do dia anterior. Eu estava de volta. Eu tinha renascido no início do meu pesadelo.

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O Jogo Virou

O Jogo Virou

5.0

Na minha vida passada, eu era a garota prodígio, o orgulho da escola, destinada à melhor universidade do país. Mas de repente, tudo desmoronou: minhas notas foram magicamente trocadas, e eu fui publicamente acusada de trapacear, virando a aluna exemplar em uma fraude. Quem me acusou? Minha suposta melhor amiga, Sofia, e meu namorado, Pedro - as duas pessoas em quem eu mais confiava no mundo. Lembro-me do olhar de desprezo e da humilhação, com suas palavras cruéis cortando mais fundo do que qualquer lâmina. Meu mundo acabou naquele dia. Correndo cega pelas lágrimas e pela dor da traição, não vi o carro que vinha em alta velocidade. Por que eles fariam isso comigo? Como puderam me trair de forma tão cruel? O que estava realmente acontecendo? Foi quando o som estridente da buzina, o barulho do metal se contorcendo e a escuridão dominaram, pondo fim à minha primeira vida. Mas, inexplicavelmente, abri os olhos novamente, vendo o teto do meu quarto e pegando meu celular: a data era 15 de março de 2023, exatamente um ano antes da minha morte. Eu estava viva e havia voltado no tempo - e, desta vez, a vingança seria minha.'}]

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A Traição Que Mudou Tudo

A Traição Que Mudou Tudo

5.0

A sirene da ambulância rasgava a noite, mas para mim, Ricardo, era só o som do fim. Caído no asfalto molhado, com a cabeça latejando e gosto de sangue na boca, eu via as luzes vermelhas e azuis dançarem, enquanto minha vida brilhante, antes cheia de promessas, se esvaía de forma patética e injusta. Tudo desabou rápido demais. De aluno exemplar de engenharia, orgulho do meu pai, tornei-me um pária, um criminoso. A falsa acusação de Alice, que eu tentei ajudar, envenenou minha vida. A universidade me suspendeu, amigos se afastaram. O golpe final foi a morte do meu pai, um homem trabalhador que sacrificou tudo por mim. Libertado por falta de provas, mas não de suspeitas, eu era um fantasma, sem diploma, sem honra. E ali, no chão, meu último pensamento foi um lamento: se eu pudesse voltar, se tivesse uma segunda chance... De repente, a dor sumiu. A escuridão se dissipou. O cheiro de café fresco e pão na chapa invadiu minhas narinas. Abri os olhos. Eu estava no meu quarto, na casa do meu pai. "Ricardo! Filho, você vai se atrasar pra aula! O café tá na mesa!" Era a voz dele. Viva, quente. Peguei o celular. A data: três anos atrás. O dia em que tudo começou. Não era sonho. De alguma forma impossível, eu havia retornado. As lágrimas que escorreram não eram de tristeza, mas de alívio, fúria e determinação. Eu lembrei do desprezo de Alice, da arrogância de Bruno, da dor do meu pai. E lembrei de tudo. Naquela vida, naquele exato dia, eu veria Alice sendo importunada por Bruno e interviria, selando meu destino. Mas não desta vez. O garoto ingênuo morreu naquela calçada fria. O homem que acordava nesta cama era mais cauteloso, astuto e perigoso. Eu não interviria diretamente. Usaria minha inteligência, minha memória do futuro, para orquestrar uma justiça muito mais devastadora. Eu não apenas limparia meu nome. Eu destruiria aqueles que me destruíram. Eu honraria a memória do meu pai. Desta vez, eu não seria a vítima. Eu seria o caçador.

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Between love and hate

Between love and hate

5.0

Entre os corredores sombrios da máfia, em que a lealdade é forjada no fogo e segredos são a moeda de troca, nasce um romance que desafia o destino e transcende as expectativas. Mia foi prometida em casamento ao Dominic desde que era apenas uma jovem, uma união que deveria selar alianças e garantir o poder às duas máfias. Ela é uma alma rebelde, treinada nas sombras para ser forte, contrastando com a imagem de fragilidade que muitos esperam. Por trás de sua fachada de futura esposa obediente, ela esconde anseios que a levam a questionar seu papel em um mundo dominado por intrigas e poder. Dominic Walsh, o líder inflexível da Blood Skull, foi treinado e moldado para liderar. A violência é um eco constante e o treinamento para liderar, uma herança entrelaçada em sua própria essência. Sua família é sua âncora em meio ao caos, uma fortaleza erguida para mantê-lo. Mas quando se trata de Mia, sua agora noiva, o controle escapa por entre seus dedos. No entanto, o que começa como um relacionamento carregado de ressentimento, logo se transforma em um sentimento intenso que nenhum deles consegue controlar. À medida que a atração entre os dois se intensifica, Mia e Dominic enfrentam um dilema: seguir os caminhos pré-determinados para o bem das máfias e daqueles que amam, ou seguir seus corações e lutar contra as expectativas impostas a eles. Em meio às revelações e segredos, o sentimento entre Dominic e Mia será forte o suficiente para romper as amarras do destino e construir um futuro próprio?

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A Bailarina Que Renasceu

A Bailarina Que Renasceu

5.0

A audição para a Escola Nacional de Dança estava a três dias, e eu vivia para cada passo. Sofia, minha prima, e Pedro, meu namorado, eram meu mundo, meu maior apoio. Ou assim eu pensava. Uma velha misteriosa me parou, sussurrando um alerta sinistro: "A inveja usa o rosto de um amigo, e a traição se esconde no beijo de um amante. Seu sonho será roubado por quem você mais ama." Ignorei, mas a semente da dúvida foi plantada, uma inquietação fria no meu peito. Dois dias depois, voltei ao estúdio e ouvi vozes: Sofia e Pedro, tramando minha ruína. Pedro mudaria minhas partituras, me faria dançar a coreografia errada, garantindo que eu fosse humilhada e expulsa. A vaga seria deles, a minha seria roubada. O beijo deles selou o meu inferno. Meu mundo desabou, o ar sugado dos meus pulmões. Memórias estranhas martelaram minha mente: a sapatilha rasgada, o suco no figurino, as "palavras de apoio" que minavam minha confiança. Tudo, uma conspiração cruel e longa. Humilhação, dor e raiva me afogavam, lágrimas cegando minha visão enquanto eu corria, sem rumo, de volta àquela rua. A velha me esperava, sem surpresa: "Eles te traíram, não foi?" . Eu só conseguia assentir, soluços rasgando minha garganta. Ela me ofereceu uma maneira de reverter o azar e a humilhação, um amuleto que absorveria minha dor e a devolveria aos corações cheios de maldade. O preço? Dor. Desesperada, eu não hesitei. Passei pelo ritual mais doloroso da minha vida, revivendo cada traição enquanto meu sangue pingava no amuleto. Quando a audição foi um desastre planejado, meu sonho feito em pedaços, Sofia veio com sua falsidade, e me prenderam num labirinto escuro no teatro. Ferida e exausta, escapei, mas a fúria em mim só cresceu. Isso não tinha acabado. Estava apenas começando. Em casa, a maior crueldade: Pedro e Sofia, com suas mentiras, fizeram minha avó ter um ataque cardíaco. A culpa me corroía. Meu nome seria desqualificado, o deles anunciado. No palco, Mestre Moreau lia os nomes, Sofia com uma "aceitação condicional". Meu celular vibrou. Uma voz familiar, Mestre Moreau, mas ao telefone, oferecendo uma bolsa-integral na Academia Real de Ballet de Paris. Eles viram através da sabotagem, viram meu talento. De repente, eu era uma sensação no mundo da dança.

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23 Modos de Prazer

23 Modos de Prazer

5.0

A primeira coisa em que pensei quando ela entrou no meu consultório foi que as mulheres do mundo deveriam fazer um acordo de que nenhuma delas poderia ser gritantemente mais bonita do que as outras. Alta, curvilínea, ruiva, com a pele clara e os olhos verdes, Nahia Valar, minha nova paciente, era tão deslumbrante que chegava a ser constrangedor para nós, outras mulheres, ficarmos perto dela. Tive que me lembrar de que eu deveria ser a pessoa mais segura do ambiente. Era difícil não me sentir intimidada pela sua presença. Mas uma psiquiatra que não passasse segurança para os seus pacientes não valeria a obscena quantia monetária que eu cobrava pela consulta. – Boa tarde – ela me cumprimentou primeiro. Estava claramente acostumada a dominar o ambiente. – Boa tarde – devolvi um sorriso confortável. – Senhorita Valar, não é isso? – olhei para a ficha que tinha nas mãos para confirmar. – Sente-se onde preferir. Ela escolheu a poltrona bem à minha frente do outro lado da sala. Levantei-me de trás da mesa e sentei-me no pequeno sofá ao seu lado. – Sou a doutora Hanna Arzu, mas pode me chamar de Hanna. Minha secretária me informou que a senhora gostaria de marcar dois encontros por semana. – Exatamente – ela olhava à sua volta, medindo tudo ao seu redor. – Tenho um problema de natureza bastante... peculiar. E gostaria de resolvê-lo o mais rápido possível. – Infelizmente, tempo é uma coisa que não se pode prometer em tratamentos psiquiátricos. E, geralmente, depende muito mais do paciente que do médico. – Bem, eu estou disposta a tentar, se a senhora estiver – ela sorriu para mim de uma forma dúbia e quase criminosa. Resolvi reassumir o controle. – Muito bem, senhorita Valar... – Nahia. Prefiro que me chamem de Nahia. – Nahia, então – sorri. – Por que você não me conta o seu problema? Ela levantou as sobrancelhas e sorriu como se aquilo fosse ser uma longa história. – Comece do começo – sugeri. Nahia me encarou nos olhos e eu sustentei seu olhar com um sorriso encorajador. Mas não era de coragem que ela precisava. Aquela mulher não era do tipo que precisava de coragem ou confiança – isso ela tinha de sobra. O que lhe faltava era uma decisão. Por alguns segundos ela ficou em silêncio, sentada ali, considerando se ia desistir ou se ia me contar sua história. É muito comum. Os pacientes resolvem que precisam de ajuda, marcam a consulta, vêm até o consultório. Mas, no momento em que eles se sentam e eu digo "me conte", o questionamento volta. Às vezes, é um questionamento moral ou ético, pois eles acham que outra pessoa não vai entender seus problemas. Outras vezes, é um questionamento de confiança, pois não estão acostumados a contar seus segredos mais íntimos para um desconhecido. Em ambas as situações, tudo o que eu fazia era esperar alguns segundos para, então, ouvir o paciente respirar fundo e a consulta começar. No caso de Nahia, ela parecia estar quase encantada com a minha espera. Era como se ela se deliciasse nos momentos que antecediam o começo de sua narrativa. Através dos seus olhos, eu quase a ouvia dizer "Você não sabe o que a aguarda, doutora. Não faz a menor ideia". Ela respirou fundo.

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O filho secreto do MAFIOSO viúvo

O filho secreto do MAFIOSO viúvo

5.0

Marcos é um homem perigoso que domina uma cidade. Dakota, uma assassina de aluguel. Um casal improvável que se apaixonará, e disso surgirá um bebê. Ela foi contada para matar um empresário muito rico, que também tinha negócios com o mundo do crime. Dakota achou que seria como todos os outros que já eliminou, mas ao encarar Marcos, ela viu que seria mais difícil do que imaginava. Marcos Pícoli era um homem bem-sucedido, com milhares de dólares na conta. Ele se achava intocável, até descobrir que tinha alguém pagando milhões pela sua cabeça. A mulher contratada para fazer isso estava bem na sua frente, ele não fazia ideia de que alguém tão bela e sedutora poderia ser tão arisca. Dakota deveria fazer seu trabalho, contudo, foi seduzida pelo homem que deveria matar. Presa ao mafioso, os dois se apaixonam. Ele prometeu esquecer o passado e construir um futuro com a mulher de olhos negros, ela, mesmo não sendo a mulher mais doce e inocente, despertou o desejo de ser só sua, mas tudo vai por água a baixo quando o contratante manda outro para concluir o trabalho, só que dessa vez, ele quer os dois. Em meio a mentiras, desconfianças e lealdade quebrada, um bebê inesperado surge e Dakota foge, levando com ela esse segredo.

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A Vingança da Prima Invejada

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5.0

O cheiro de açúcar queimado pairava, mas minha prima Clara não veio pelos doces. Ela me olhou de cima a baixo, o celular em riste, a voz escorrendo falsidade enquanto me filmava, exibindo a prima "simples" para sua legião de seguidores. Por anos, vivi à sua sombra, vendo-a cobiçar e tomar para si tudo que era meu: namorados, amigos, até a atenção dos meus pais. Lembro de Pedro, um bom rapaz, que Clara seduziu descaradamente, postando fotos românticas e me deixando para trás com o coração partido, enquanto minha mãe celebrava a "conquista" dela. Eu estava exausta de ser seu degrau, de ser comparada, de ser empurrada para ser alguém que não era. "Estou pensando em fazer uma matéria sobre pequenos negócios locais", ela disse, aproximando o celular do meu rosto, um sorriso vitorioso nos lábios. Foi nesse momento que tudo mudou. "Tenho um encontro", eu disse, tirando meu avental, um sorriso perigoso brotando. "O nome dele é Ricardo." Eu o escolhi a dedo: um chef charmoso e predador, o tipo que Clara acreditaria ser seu prêmio final, a peça central da minha armadilha. Ela não sabia, mas esta vez, o jogo viraria. "Ela é mais do que intensa, Ricardo", eu disse, quando ele me buscou para nosso falso encontro. "Ela é previsível. E a obsessão dela por você será a ruína dela." A isca foi mordida, e a caçada estava apenas começando.

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Adeus, Meu Passado Amargo

Adeus, Meu Passado Amargo

5.0

O barulho na cozinha era ensurdecedor, os jurados sérios, mas eu só via as quatro cadeiras vazias na área dos convidados. Minha mãe, meu pai, Daniel, meu irmão, e Lucas, meu noivo, que me prometeram estar na primeira fila da final do "Jovem Talento Culinário". A humilhação ardeu em meu rosto quando, secretamente, abri o Instagram e vi a foto: minha família e Lucas, radiantes no aeroporto, recebendo Clara, minha irmã mais nova. "Finalmente em casa! Surpresa! Melhor recepção do mundo! Amo vocês!", dizia a legenda, postada há uma hora. Eles não esqueceram; ELES ESCOLHERAM. Eu, finalista de um concurso nacional, fui abandonada por todos. Voltei para casa com o troféu de terceiro lugar e encontrei uma festa para Clara, onde ninguém notou minha chegada. Minha mãe disse: "Não seja dramática. Tivemos uma emergência". Meu irmão: "É só um concurso de comida. A família é mais importante". E Lucas, com um suspiro impaciente: "Não estrague o clima". Mas a gota d'água veio no dia seguinte, quando Clara, "acidentalmente", derramou suco em mim, e Lucas me repreendeu. Minha mãe segurou meu braço: "Não até você parar com esse drama!" Naquele momento, algo estalou. Puxei meu braço, olhei para a marca vermelha e entendi: eles me viam como um acessório. Não mais. Lucas ligou, mas sua voz cheia de desculpas baratas e acusações de "ciúmes" apenas confirmou a traição. Quando ele ameaçou nosso noivado, uma calma gelada tomou conta de mim. Peguei a aliança, senti seu peso e percebi: era uma coleira. Eu a tirei. "Não existe mais 'nós', Lucas." Bloqueei a todos. Peguei minha mala, meu caderno preto, e quando minha mãe tentou me impedir na porta, eu disse: "Você perdeu o direito de me chamar de filha há muito tempo". Saí. Não olhei para trás. Para mim, eles não existiam mais.

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