da tia Leide, acompanhado dos meus dois filhos. No caminho, eu os adverti sobre a imp
tica, veio nos receber com toda a sua exube
crianças cresceram! - Ela disse
ei, lembrando que já fazia dois anos
contavam como iam na escola, até que ela me olhou, pedi
efazer a sua vida. Essas crianças precisam de uma
inha vida cuido eu
olhares dessas crianças. A dor é
ilhos, nem meu pai fez isso. E a senhora sabe o porquê
. Ninguém nunca teve o controle da vida dele. Mas salve
iquei traumatizado. Sofri o maior golpe da minha vida quando Cíntia se virou para mim e disse que ia embora por não amar mais
tado em uma mesa, conversando com alguns adolescentes. Dylon também me fez companhia e confessou que a tia Leide acabara d
ara casa daqui a um mês, e mandou parabéns para a tia Leide. Dylon foi embora pr
vo, lembrando o quanto fui feliz ali um dia. De repente, algo tocou meu coração: a ideia de i
fui tomar um relaxante muscular, na tentativa de dormir sem essa
compartilhei essa ideia com ninguém, muito menos com Dylon, que é o meu prim
meu desejo de mudar de casa, e prontamente ele me enviou fotos de mansões, uma
senhor Haniel? - Raque
ita e os leve para
Fiquei tranquilo no escritório a
problem
r, aliás nem saíram do quarto
a mesa como um com
criados para dificultar a minha vida
a de pulso firme. Alguém tem que dobrá-los, porque a minha paciência já se esgotou. Não consigo sequer conversar com os dois porque já me

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