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ais do que qualquer palavra. O da família Vireaux era assim. Denso
a inalcançável. Pedra clara, janelas altas, jardins perfeitamente desenhad
lugar sem jamais rea
criança, quando perdera os pais em um acidente que ninguém mais comentava. Rece
eu coração nun
a, seus olhos procur
. O mais imprudente. O úni
arecia existir à margem de tudo. Ria alto, desaparecia por dias, quebrava regras que ninguém mais ous
ava em s
passos no corredor. No modo como seu corpo reagia quando ele se aproximava demais. Na esperança i
e, a mansão
ava um vestido azul-claro que havia escolhido com cuidado, na esperança tola de que Noah notasse. Seus c
s se misturavam ao som suave de um quarteto de cordas. Elara caminhav
z de
ntes mesmo que sua m
isso que disse a si mesma. A porta estava entreaberta. Lá dentro
mento - disse um deles, em tom provocado
riso leve.
ra mim - respondeu.
de criança - comentou o outro, com um sorriso malici
aquela frase fez o mu
a pa
porta, Noah sus
- Não levem isso a sério. Ela é só... confortável
aíram como vi
nela como algo mais
hesitar. - Ela nunca passari
ue se seguiu
de seus pulmões. Por um instante, pensou que fosse desmaiar ali mes
não
ch
barulh
esmente s
o dela. Entrou no jardim lateral e deixou que o ar frio da noite tocasse se
ntou em silêncio durante anos, foi reduzid
tra
ão pas
ando se manter de pé. Naquele instante, algo dentr
El
ulina soou
, limpando o rosto rap
cien V
o mais
cos ousavam enc
xpressão neutra. Os olhos cinzentos a observavam com atenção si
m? - perguntou
entiu ráp
Só precis
fez perguntas. Apenas tirou o paletó e colocou sobre os
- Volte para dentro q
o se a
do masculino sobre si. O perfume discreto. A pre
, ela entende
que ela sempre amo
silêncio mais seguro vi

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