não batia
vessavam
anhã. As conversas diminuíram de volume. Os olhares se levantaram
cisava ouvi
já com
uase cruel para farejar movimentos de poder. Uma jovem criada dentro da família Vireaux.
nteve a
se fora do lugar. Por dentro, o estômago se revirava. Ela nunca gostara de ser o
o havia m
dos olhand
io calma
à frente dela sem
ondeu Elara, manten
e ele. - Ou vai aprender
u um leve
a quis
respondeu Lucien. - Ele surge quan
gueu o
or? Sempre
tou o olhar p
e. O poder veio c
pausa cu
bem com isso -
uê? - per
ão ser mais o cen
breve no peito. Não d
ema meu - disse, c
levemente a ca
atam
agenda: um coquetel beneficente promovido por uma das famílias mais influentes
a será muit
o como o que
tes
proteger. Um vestido em tom vinho, simples, bem cortado. O
escadas, encontro
dos pés à cab
.. diferente
respondeu Elara, ajus
insistiu ele, dand
dem - respondeu,
chou o
zendo isso par
pa
-se d
absoluta. - Estou fazen
ou sem
se aproximavam com sorrisos calculados, perguntas disfarçadas, elogios vaz
por perto. Não colado. Nã
m passo de
re a
limite, era o olhar dele que
passou de
entou uma senhora de cabelos prate
tiu o ros
casal - respo
seu lado, a
nda
carou, s
e a expres
ardim externo, precisando de ar. A noite estava fria, silenciosa
fugindo
se v
o
respondeu. - Só escolh
seu guardião? - perguntou ele,
ixou de ser - responde
s pairaram
atrás, como se tiv
isse ele. - Essa friez
espirou
da frieza co
antes que ele p
a. Não interveio. Não precisou. Havia algo em E
ra a mansão, Elara entendeu
ia mais como a
uma possi
eçava a vê-la c

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