asa que não reconhecia mais. A mansão Vireaux continuava imponente, organi
ou sem
a distância nova, firme, que se instalou em seus gestos. Elara passou a acordar mais ce
o inc
rcebeu
o café. Sempre recebia respostas educadas, breves, quase
ele, certa tarde, enquanto ca
a pa
ondeu. - Apenas cansa
anziu a
z algum
por um segundo
Mas não se preo
rado, confuso, com uma sensação i
utro lado, nã
obse
sos firmes, postura ereta, como alguém que havia decidido não se curvar mais. Havia
fora um home
Não criava vínculos desnecessários. Sua vida era organizada com
ia parte de s
menos nã
quela
Edric desejava esclarecer detalhes da proposta. Elara e
n est
Ao erguer os olhos, encontrou os dela. Não hou
isse Edric. - Precisa
de Lucien, mas sentia o olhar dele como
c. - Quero que tenha tempo para amadurecer sua decisão. Mas
asse
nte
ele. - E isso traz consequências. Vo
a pasta que
ratada como moeda de especulaçã
ueu uma s
endo como guardi
pondeu ele. - Elara sempre foi re
coração bater
Mas pela naturalidade c
s dois por um in
em. Pode
e lev
gada,
ntiu passos
El
parado a poucos metros, as m
e algo? - p
e pressionar por expectativas alheias. A escolha é
spirou
a estranho me acon
inou leveme
neces
ilêncio br
- disse e
isp
ro se formar em seu peito. Não era desejo.
ermaneceu acordada, se
que sempre a atraíra. No r
presença constante. No modo como ele p
sabia qual ser
ue talvez o amor
osse per
da mansão, Lucien
la escolha que não era sua

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