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UllyCKety

2 Livros Publicados

Livros e Histórias de UllyCKety

O pecado favorito do padre

O pecado favorito do padre

5.0

- Vamos jogar, Sfântă mea- minha voz saiu baixa, carregada de fome. - Sete pecados. Cada um, menos uma peça. Até você não ter mais nada entre mim e a sua verdade. Ela me olhou como se eu tivesse cuspido fogo. Como se as palavras queimassem. Mas não deu um passo para trás. - Isso é errado - sussurrou, com o corpo inteiro tenso. - Isso é confissão. É libertação. E você está pronta. Me abaixei aos pés dela como se fosse um servo, mas nós dois sabíamos quem tinha o controle. Meus dedos tocaram o cadarço do tênis dela com reverência. Ela não se mexeu. - Primeiro pecado.- Sussurrei. Ela engoliu em seco. Hesitou. Mas então, soltou num fio de voz: - Eu senti raiva do meu pai. Principalmente quando Isabel desapareceu. Senti uma raiva feia. Eu quis que ele calasse a boca. Pra sempre. Soltei um riso baixo, mas sem zombaria. Tirei um dos tênis com lentidão, depois o outro. - Primeiro. A raiva. Um começo excelente. Toquei os tornozelos dela, depois deslizei os dedos sob a barra das meias. Ela estremeceu. Tão sensível. Como se ninguém a tivesse tocado ali antes. - Segundo. - Eu fingi estar doente pra não ir a uma reunião beneficente. Eu queria ficar sozinha. Em paz. Longe das pessoas... ainda que precisasse estar lá para ajudar. Eu não me sentia caridosa nesse dia. Deslizei as meias com calma, dedo por dedo. Me ajoelhei ali, e meus olhos subiram pelas pernas nuas, agora expostas até as canelas. - Solidão. Egoísmo. - eu faço um Tsk infeliz e olho para ela, que está com as bochechas extremamente vermelhas. - Gosto mais de você a cada segundo. Ela corou ainda mais. Fechou os olhos. Mas não se afastou. Levantei e deslizei os dedos até o casaco pesado, passando pelas curvas dela com reverência. Me aproximei do seu ouvido. - Terceiro. - Eu... eu assistia séries à noite. Coisas violentas. Com assassinatos. Escondida, debaixo das cobertas. E... eu gostava. - Você é cheia de surpresas, Sfântă mea. - Eu sorri e tirei o casaco com lentidão, revelando a blusa de lã por baixo. Ela ficou imóvel, mas respirava mais rápido. Seu corpo era cheio, bonito, quente. Uma tentação que ela própria não percebia. Ela mordeu o lábio, e franziu as sobrancelhas ao perceber que eu ainda esperava para tirar a blusa que ela usava. - Ei... - ela murmurou. - A blusa conta como outra peça? São duas. O casaco... e essa. - Ela puxou o tecido, incerta. - Não é justo. Inclinei a cabeça, com um sorriso preguiçoso e cruel nos lábios. - As regras são sete pecados, sete peças. Você usou duas... vai pagar por duas. Não tente trapacear com o diabo, Sfântă mea. Ela apertou os lábios, indignada, e sua raiva me fez rir. Uma freira com fogo nos olhos. - Quarto - sussurrei. Ela hesitou. E depois: - Eu dancei. No meu quarto. Quase nua. Ao som de uma música que eu nem devia conhecer. Músicas que eu gostava muito. Dancei como se... como se ninguém me visse. A minha respiração ficou mais pesada. Só de imaginá-la, o meu pau ficou tão duro que doía. Levei as mãos até a blusa e a puxei lentamente, roçando os dedos no ventre dela, sentindo o calor da pele. Quando a blusa saiu pela cabeça, seu sutiã branco apareceu, cobrindo os seios fartos e macios. os mamilos duros evidentes pelo tecido do sutiã. Ela imediatamente tentou se cobrir, envergonhada com o próprio corpo. Mas eu segurei seus pulsos com firmeza. - Não - falei. - Você não esconde isso de mim. Você não esconde nada mais de mim. Ela estava vulnerável. Mas havia algo de hipnotizante naquela mulher; mesmo com vergonha, mesmo com culpa, ela seguia confessando. Ela estava só de sutiã e calça agora. Me olhou com os olhos enormes e brilhantes, como se estivesse em perigo e, ao mesmo tempo, implorando para cair. - Quinta peça - sussurrei, a voz rouca. Me aproximei, passando os dedos devagar pelo cós da calça dela. A respiração dela prendeu. Ela recuou um pouco, mas parou. Sabia que já estava dentro do jogo. E não havia como sair. - Eu... - a voz dela falhou. - houve um seminarista... quando eu era noviça, tinha acabado de entrar para abadia. Ele disse que eu era bonita. Eu sorri pra ele. Fiquei pensando nisso por dias. Me sentia suja por ter gostado. Minhas mãos deslizaram pelas laterais da calça, abrindo o botão com lentidão, como quem abre um presente. Ela tremeu. Quando abaixei o tecido pelas coxas senti imediatamente o cheiro da sua excitação. Eu quase perco o controle, curvando-a sobre a cama, e fodendo-a até que nós dois estivéssemos no limite.

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Mãe por acidente

Mãe por acidente

5.0

- Eu acho que você é uma ótima atriz garota. - Ele da novamente aquele sorriso que me dá nos nervos. Mas todo mês uma puta como você me procura dizendo que está grávida de mim. É oque elas querem afinal? Um cara rico como eu, bonito, bem sucedido. Mas isso não vai acontecer, comigo e nem com você. É uma solução que você quer? Trinquei os dentes, revoltada com suas acusações. - Pode apostar que eu não queria isso de forma alguma. - disse com amargura. - Quer saber? - ele disse, passando por mim e esbarrando com turbulência. Voltou alguns minutos depois. - Aqui! - ele falou, folheando um grosso bolo de notas verdes juntas por um elástico e as jogando em cima de mim. Agarrei por reflexo. - O que isso significa? - Sua solução. Você disse que não queria isso. Bom, nem eu. Com esse dinheiro dá para você pagar um açougueiro por aí para tirar essa coisa. - Eu nunca disse que vou tirar o bebê - disse, reforçando a palavra bebê. Ele baixou a vista. Quando levantou, era aquele Luck violento que há tempos eu tinha visto. - Eu juro que, se você fizer qualquer coisa para me prejudicar... - ele disse, se aproximando. Dessa vez não me afastei, estava cansada de sentir medo. Olhei bem em seus olhos quando ele ficou cara a cara comigo. Luck sussurrou pausadamente: - Quem sabe? - Passou a mão na minha barriga lisa, não tirando os olhos dos meus. - Eu mesmo não tiro esse bebê daqui. Acidentes simples causam abortos o tempo todo. Estremeci com a frieza na sua voz. -Você nunca mais vai encostar um dedo em mim! - Afirmei, lutando contra as lágrimas, mas orgulhosa por minha voz não ter fraquejado. - Você não me conhece, nem um pouco! - Sua expressão permanece insensível e indiferente. Ele estala a língua no céu da boca. - Não tem ideia do que eu já fiz por muito menos. - Sua mandíbula lateja em fúria. - Eu sou capaz de qualquer coisa para me livrar de uma pedra no meu caminho.

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Queimada por Ele, Renascida como Estrela

Queimada por Ele, Renascida como Estrela

4.5

Enquanto eu sufocava com a fumaça no incêndio que consumia nossa cobertura em Nova York, meu marido estava ao vivo na TV nacional. Não para pedir socorro, mas protegendo sua "melhor amiga", Serena, dos flashes dos paparazzi em Los Angeles. Na ambulância, com a pele queimada e pulmões ardendo, vi Juliano abraçando-a na tela do monitor. O paramédico ligou para ele: caixa postal. Quando finalmente consegui falar com ele, Juliano mentiu. Disse que estava em uma reunião, mas ouvi a voz de Serena ao fundo reclamando do chuveiro do hotel. Ele me chamou de "descuidada" e disse para eu não ser dramática sobre o fogo que quase me matou. Ele acha que sou apenas uma esposa troféu inútil, uma órfã falida que deveria ser grata por cada centavo que ele gasta comigo. Ele acredita que tem o controle total porque assinei um acordo pré-nupcial que me deixaria sem nada. O que Juliano não sabe é que, durante três anos, usei meu silêncio para construir um império. Eu sou "O Arquiteto", a roteirista fantasma mais procurada e bem paga de Hollywood, com 24 milhões de dólares escondidos em uma conta nas Ilhas Cayman. Arranquei o acesso venoso do meu braço, ignorando o sangue e os protestos da enfermeira. Naquela noite, transferi 20 milhões para a conta dele com a observação: "Reembolso por 3 anos de hospedagem e alimentação. Estamos quites." Joguei a aliança de cinco quilates na tigela de chaves e saí pela porta. Ele queria uma esposa submissa; agora, ele vai conhecer a protagonista da sua ruína.

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CEO SOLITÁRIO

CEO SOLITÁRIO

5.0

Célio Valença é um CEO que desde muito cedo teve que aprender e lidar com a solidão órfão muito cedo de pai e mãe junto com o seu irmão Laerte ele se tornou o homem de frente de todas as indústrias deixado por sua família mas a sua arrogância e seu jeito frio de ser dificulta encontrar a secretária perfeita que ele tanto busca para trabalhar do seu lado, mas a contratação inesperada de uma nova secretária chamada Luna Marins uma jovem linda, doce e simpática com uma vida cheia de lutas e desafios sendo a única a enfrentar o temperamento difícil do seu chefe para garantir a sua vaga nesse emprego no qual garantirá o sustento melhor para a sua família. Luna é dona de uma paciência jamais vista por Célio em mulher nenhuma, será que ela conseguirá tocar o mais profundo possível no coração dele? E fazendo naquela empresa o que mulher nenhuma fez despertando assim nele um sentimento de curiosidade para saber quem de fato realmente é Luna, e o porquê é a única que aguenta o seu temperamento difícil de ser.

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A noviça e o Conde Viúvo

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5.0

Apesar do título de nobreza não ter valor legal no Brasil, algumas famílias ainda mantém suas tradições e costumes. É o caso da família Alencastro. Neste cenário, Maria Clara, uma jovem professora e aspirante a freira, órfã, criada entre as irmãs do Instituto Santa Bárbara, é enviada pela madre superiora para trabalhar como babá e educadora no Solar Alencastro, uma propriedade imponente pertencente ao reservado Conde Álvaro Alencastro, um homem cuja frieza só não supera a frieza que reina em sua própria casa. Após a morte misteriosa de sua esposa, um caso envolto em mistério, Álvaro passou a ignorar quase completamente os filhos pequenos. As crianças, carentes e indisciplinadas, já haviam expulsado diversas babás. Ao chegar ao Solar, Maria Clara encontra uma casa cheia de sombras, mistério, regras rígidas e crianças que só querem carinho e atenção. Com sua alegria, sensibilidade, ela vai conquistando cada um deles e desperta algo inesperado no próprio conde, sentimentos que ele jamais experimentou, sobretudo porque seu casamento anterior foi um arranjo de conveniências familiares. Enquanto Maria Clara transforma a vida da família Alencastro, um segredo começa a emergir: A morte da antiga condessa não foi tão simples quanto as aparências sugerem.

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A babá é a mais nova obsessão do CEO

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5.0

Maria Fernanda só queria esquecer a pior noite da sua vida. Depois de anos amando o melhor amigo em silêncio, ela descobre - em público - que o pedido de casamento não era para ela. Ferida, furiosa e decidida a virar a página, aceita ir para uma boate de elite e acaba vivendo uma noite intensa com um homem misterioso... que ela nunca mais deveria ver. Ou pelo menos era o plano. Enzo é CEO, poderoso, desconfiado e acorda no hospital no dia seguinte convencido de que foi dopado. Sem lembrar do rosto da mulher da boate, mas obcecado por dois detalhes muito específicos - um coração tatuado no dedo anelar e uma maçã mordida no lado certo da nádega - ele passa a procurá-la como quem caça uma ameaça... ou um vício. Para Enzo, ela pode ser uma espiã que tentou sabotá-lo. O problema é que ele não consegue parar de pensar nela. Um mês depois, Maria Fernanda consegue um emprego de babá com salário irrecusável. O detalhe? O pai da criança é o mesmo homem da boate - que agora a observa tentando decidir se ela é uma criminosa perigosa... ou a maior tentação da sua vida. Entre desconfianças absurdas, coincidências improváveis, uma criança que rouba a cena e uma atração impossível de ignorar, os dois vão descobrir que nem todo inimigo quer te destruir - alguns só bagunçam tudo do melhor jeito possível.

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Riley Collins foi arrastada para um casamento arranjado porque precisava salvar a vida da irmã mais nova, internada e inconsciente no hospital. Só que de repente tudo mudou. A cerimônia foi invadida, e ela descobriu que seu noivo tinha um irmão gêmeo, e ele veio atrás da noiva. "Solta ela, agora! Eu, sou o novo chefe e escolho me casar com ela". Um tiro foi disparado e a noiva roubada no altar. "Levem meu irmão até o último banco. Quero ele presente no meu casamento". Riley negou, mas ninguém nega nada a Luca Black. Ela estava casada com alguém da máfia. Era o mesmo rosto, mas personalidades bem diferentes.

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Era uma terça-feira comum quando empurrei a porta do escritório e encontrei meu marido, o CEO bilionário, com minha "melhor amiga" montada em seu colo. Em vez de pedir perdão, Estevão apenas arrumou a gravata e me repreendeu por não ter batido na porta, enquanto Susana ria, alegando que estavam apenas discutindo "estratégia". Quando exigi o divórcio, a crueldade deles foi rápida e cirúrgica. Disseram que eu sairia sem um centavo, e cumpriram. Em três dias, congelaram minhas contas, compraram o silêncio da minha própria família com um cheque e lançaram uma campanha midiática me pintando como a "esposa louca e ingrata". Eles editaram as câmeras de segurança para transformar minha defesa desesperada em agressão física, conseguindo uma ordem de restrição e fazendo o mundo inteiro zombar da minha queda. Sentada no chão frio de um apartamento emprestado, com a mão sangrando e a dignidade em frangalhos, olhei para a única coisa que consegui salvar: uma caixa velha de papelão. Eles riram quando me viram sair abraçada àqueles cadernos, achando que eram apenas rabiscos de uma dona de casa entediada. Mal sabiam eles que ali estavam as fórmulas originais da tecnologia que os fez bilionários, e o registro detalhado de cada crime que cometeram. Limpei as lágrimas e disquei o número do advogado mais temido e caro de Nova York, o único homem que odiava Estevão tanto quanto eu. "Sr. Júlio? Aqui é Serafina. Eles queriam um monstro, e eu estou pronta para lhes dar um."

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Bella Jenkins cresceu em berço de ouro, teve pais amorosos e um irmão atencioso. Mas, ao completar dezoito anos, seu mundo desabou. Seu irmão estava preso injustamente, seu pai morto e sua mãe tinha fugido com o amante. Bella se viu sem família, sem dinheiro e sem casa. Mason Connor é um CEO poderoso, bonito e sexy, acostumado a ter tudo o que deseja. Irmão adotivo do pai de Bella, ele vem ao seu socorro. Prometendo a si mesmo cuidar da filha do seu irmão falecido, a loira tentadora por quem nutre uma paixão secreta e proibida,  a única coisa no mundo que deseja e não pode ter.  Ele devia ver a garota como sua sobrinha, por isso sempre se manteve distante, mas e agora? Como resistir a essa atração dividindo o mesmo teto com Bella? Ainda mais quando descobre que os seus sentimentos são correspondidos? Bella nutre um amor por Mason desde a infância e não está disposta a facilitar as coisas para ele.  Mason luta contra o que sente com todas as forças e não pretende ceder. O proibido é sempre mais gostoso e ambos têm consciência disso. Mason vive um dilema: trair a memória do irmão e ir contra o julgamento de toda uma sociedade, se entregando ao que sente pela garota, ou ignorar o amor que o consome e que nunca sentiu por nenhuma outra mulher, abrindo mão do que mais deseja nesse mundo, Bella Jenkins.

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Grávida e Divorciada: Escondi o Herdeiro Dele

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Fui ao consultório médico rezando por um milagre que salvasse meu casamento frio, e consegui: estava grávida. Mas ao chegar em casa, antes que eu pudesse contar a novidade, Orvalho jogou um envelope na mesa de mármore. "O contrato acabou. Busca voltou." Eram papéis de divórcio. Ele estava me descartando para ficar com a ex-namorada que acabara de retornar. Tentei processar o choque, mas meus olhos caíram na Cláusula 14B: qualquer gravidez resultante da união deveria ser interrompida ou a criança seria tomada e enviada para um internato no exterior. Ele queria apagar qualquer vestígio meu de sua linhagem perfeita. Engoli o choro e o segredo. Nos dias seguintes, o inferno começou. Ele me obrigou a organizar a festa de boas-vindas da amante na empresa onde eu trabalhava. Vi Orvalho comer pratos apimentados para agradar Busca, o mesmo homem que jogava minha comida no lixo se tivesse um grão de pimenta. Vi ele guardar com carinho um disco velho que ela deu, enquanto o meu presente, idêntico e novo, estava no lixo. Quando o enjoo matinal me atingiu no meio de uma reunião, Orvalho me encurralou no banheiro, desconfiado. "Você está grávida?" O medo me paralisou. Se ele soubesse, meu bebê estaria condenado. Tirei do bolso um frasco de vitaminas onde eu havia colado um rótulo falso. "É uma úlcera", menti, engolindo a pílula a seco. "Causada pelo estresse." Ele acreditou, aliviado, e voltou para os braços dela. Naquela noite, embalei minhas coisas em uma única caixa. Deixei minha carta de demissão e o anel sobre a mesa. Toquei minha barriga, prometendo que ele nunca saberia da existência dessa criança, e desapareci na noite.

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O Marido da minha Chefe

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5.0

Sentir-se atraída por um homem casado pode ser bastante excitante na vida de uma mulher, mas também um grande problema quando o amor está envolvido. Após um incidente grave no trabalho, Ciana Bolton foi demitida injustamente e ficou desempregada. Sua melhor amiga a convidou para sair para ajudá-la a esquecer seus problemas, e foi nesse encontro que ela reencontrou o sócio de seu ex-chefe. Phil Harper encontrou Ciana em um bar, depois de tê-la visto no escritório de seu sócio e ficado completamente encantado por ela. Naquela noite, ele decidiu lhe oferecer uma bebida, mas após uma breve conversa, um beijo surgiu entre eles, deixando ambos atônitos. Eles não tinham certeza se eram as bebidas ou o fato de realmente se desejarem, mas naquela mesma noite, ambos se viram envolvidos nos lençóis daquele atraente CEO. Mas o conto de fadas terminou mais cedo do que o esperado quando Ciana foi embora no meio da noite, encerrando aquele encontro maravilhoso. Ela sabia que nunca mais veria Phil, já que tudo não passava de um caso de uma noite. O que ela jamais suspeitou foi que, anos depois, o reencontraria, apenas para descobrir que Phil era casado e que sua esposa era ninguém menos que sua chefe.

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