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Jane

8 Livros Publicados

Livros e Histórias de Jane

A Mulher Que Ninguém Quebrou

A Mulher Que Ninguém Quebrou

5.0

O meu nome é Sofia e tenho vinte e oito anos. Durante anos, a minha vida com o Miguel parecia um conto de fadas, até que a doença da minha avó nos puxou para a dura realidade. No dia mais sombrio da minha vida, quando a minha querida avó partiu no hospital, eu precisei desesperadamente do meu marido. Liguei-lhe dezassete vezes. Nenhuma resposta. A décima oitava chamada foi atendida pela Camila, a sua 'irmã' sem laços de sangue, que, com uma voz cheia de gozo mal disfarçado, me disse que o Miguel estava "ocupado a celebrar o meu aniversário". Naquele momento, segurava a mão ainda quente da minha avó, completamente sozinha no corredor frio do hospital. O Miguel apareceu, sim, mas já demasiado tarde. E a sua explicação foi que a festa da Camila era "importante para a carreira do meu pai". Quando finalmente decidi que não podia mais suportar a sua indiferença e a sua inacreditável prioridade, pedi o divórcio. Mas para a família dele – que agora também era a minha – o problema era eu. O meu sogro, Afonso, o pai do Miguel, tratou a morte da minha avó como um inconveniente "inoportuno" para os negócios da família. A minha própria mãe, Laura, sentada à mesa de jantar, implorou-me para "não tornar as coisas piores", por ter medo de desagradar a esses homens poderosos. E a Camila? Ela estava lá, jogando o papel de vítima, pedindo para o Miguel ficar com ela. Senti-me perdida, cercada por uma parede de incompreensão e crueldade. Como era possível que o meu luto, a minha dor, fosse tão insignificante para as pessoas que deveriam me apoiar? O que eu tinha feito para merecer essa traição em massa? Mas enquanto as lágrimas rolavam, uma nova e gélida determinação nasceu em mim. Eles achavam que me tinham aniquilado? Pelo contrário. O jogo tinha acabado. E o meu contra-ataque estava apenas a começar.

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Renascida para Amar Novamente

Renascida para Amar Novamente

5.0

O cheiro de mofo e poeira invadia minhas narinas enquanto eu estava amarrada em um armazém abandonado. Minha captora, Larissa, a garota que minha família patrocinava, sorria vitoriosa, revelando seu delírio perturbador: ela se convenceu de que é a verdadeira filha da minha família, trocada no nascimento. Meus pulsos doíam, o pano em minha boca tinha gosto de sujeira, e o terror se misturava à confusão. Ela me ofereceu uma última ligação. Meu coração se encheu de esperança: Pedro, meu noivo, me salvaria. Mas a voz dele, do outro lado da linha, era fria e impaciente. "Ana Clara, você roubou a vida da Larissa, este é o preço que você deve pagar." A linha ficou muda. Traída, eu fui arrastada para a beira do rio, pronta para o fim. Gabriel, tio de Pedro, surgiu das sombras e pulou na água gelada para me salvar, pagando com a própria vida em minha vida passada. De repente, acordei novamente no armazém, o cheiro de mofo e poeira ainda presente, meus pulsos amarrados e Larissa ainda sorrindo. Eu estava de volta. Desta vez, não haveria lágrimas, nem esperança em um traidor. O capanga tirou a mordaça da minha boca. Olhando diretamente nos olhos de Larissa, minha voz firme e clara, sem um pingo de medo, eu disse: "Eu quero ligar para o meu irmão. Fernando."

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Traída Pelo Noivo, Amada Pelo Príncipe

Traída Pelo Noivo, Amada Pelo Príncipe

5.0

Eu era Maria, uma influenciadora culinária de sucesso, com Pedro, meu noivo, ao meu lado, e uma vida cheia de sabores e texturas. Minha prima Ana, musa fitness e obcecada por controle, sempre foi o oposto, mas nossa amizade, superficial como era, enganava a todos. Pedro, um empresário de tecnologia que prezava a imagem acima de tudo, começou a enxergar minha paixão pela comida como gula e minha autenticidade como falta de ambição, tudo por influência de Ana. A reviravolta veio brutal e pública: Pedro me trocou por Ana, sua prima, a mulher que ele agora chamava de seu verdadeiro amor, e o anúncio foi orquestrado para me humilhar ao máximo. O noivado foi cancelado, e lembro-me de ter recebido a notícia com uma calma assustadora. "Maria, eu vim para ser claro, não podemos mais nos casar", ele disse, frio e cortante, sem rodeios. "Eu percebi que a pessoa que eu realmente amo é a Ana, vamos nos casar." Cada palavra era uma facada, não em mim, mas em meus pais, que viram seu acordo de família, sua união de status e negócios, desmoronar. A oferta de Pedro para que eu continuasse vivendo sob sua proteção, "como uma amiga da família", era um insulto camuflado, uma forma de me manter perto como um troféu de sua magnanimidade. Ana, com seus olhos de corça e falsa piedade, ainda conseguiu me dizer: "Prima, aceite, é uma boa oferta, Pedro é um bom homem." Anos de "conselhos" disfarçados de preocupação fraternal de Ana vieram à tona. "Coma o que gosta, um docinho a mais não vai fazer mal", ela sussurrava, enquanto secretamente construía sua imagem de perfeição. A raiva que Maria reprimiu por tanto tempo finalmente explodiu quando ela viu seus pertences espalhados e um vaso de cristal quebrado na sala. "O que está acontecendo aqui?", Maria gritou, "Parem com isso agora!" Ana, descendo a escada com um sorriso vitorioso, ainda teve a audácia de dizer que Pedro havia permitido que ela ficasse com tudo, já que "você não vai mais precisar, não é?". Ela ainda provocou: "Se você concordar em ser a concubina dele depois que nos casarmos, talvez ele te devolva algumas dessas suas coisas velhas." Minha resposta foi um tapa, um som que ecoou na sala silenciosa. "Você viveu na minha casa, comeu da minha comida, usou minhas roupas, e é assim que você me paga? Roubando o que é meu, o que minha mãe preparou para mim com tanto amor?" Pedro, cego pela atuação de Ana, me empurrou para o chão, chamando-me de "gorda louca" por tocar em sua noiva. "Eu quero tudo o que é meu de volta, cada peça, cada joia, cada livro, agora!", ordenei. "E você!", eu disse, apontando para ela, "Não se esqueça de quem você é, você é apenas a filha de um parente distante, que foi acolhida por minha família por pena, você vive sob o meu teto, não tem direito a nada aqui." A última provocação de Ana veio na noite anterior ao casamento dela com Pedro, no jardim: "Depois que eu me tornar a Sra. Patterson, você terá que me tratar com mais respeito, quem sabe, um dia, você ainda vai se ajoelhar na minha frente para me pedir um favor." Eu sorri, mas por dentro, o ódio estava fervendo. O dia do casamento de Ana e Pedro chegou, e com ele, um outro evento, muito mais exclusivo e importante: o baile anual de caridade da família real. Naquele salão opulento, iluminado por lustres de cristal, sentada em uma posição de honra ao lado do Príncipe Carlos, eu vi Ana e Pedro. Seu olhar encontrou o meu do outro lado do salão, e um pequeno sorriso brincou nos meus lábios. Quando a rainha chegou, todos se curvaram, mas Ana, paralisada, apenas sussurrou, "Não pode ser… É a gordinha…". A sogra de Ana, furiosa, forçou sua cabeça ao chão, uma humilhação pública e dolorosa. "Ajoelhem-se!", um dos guardas ordenou, forçando Ana e Pedro a se ajoelharem diante da rainha antes de serem expulsos. Minha indiferença os atingiu mais do que qualquer raiva. Ana tentou manipular a rainha com mentiras descaradas, se fazendo de vítima e me pintando como a vilã que perseguiu Pedro e tentou destruir seu amor. Mas a rainha, sabiamente, me chamou ao pavilhão, revelando que tudo havia sido uma armadilha perfeita para Ana, uma chance para ela repetir suas mentiras. Quando Ana viu minha presença, o sangue fugiu de seu rosto. "Agora," disse a rainha, "Repita tudo o que você me disse lá fora, mas desta vez, olhe para sua prima enquanto fala." Ana estava sem fala, enquanto Maria, com um sorriso divertido, zombou: "O que foi? O gato comeu sua língua?" Maria revelou que Ana se beneficiou da família e mentiu sobre sua herança. A rainha anunciou a punição por calúnia: açoitamento público e exílio, revelando a farsa de Ana. Pedro invadiu, tentando defender Ana, chamando Maria de mentirosa. Maria desafiou Pedro a reembolsar sua família pelos gastos de Ana, apresentando os livros de contas com provas. Quando o contador leu os registros, o queixo de Pedro caiu, as somas eram astronômicas. Humilhado, Pedro assinou o cheque gigante. A rainha ofereceu uma alternativa: Pedro receberia 20 chibatadas no lugar de Ana, uma pena cruel que deixaria marcas permanentes. Ana, na esperança de se salvar, o abraçou e o elogiou, selando seu destino. Pedro aceitou, e seus gritos ecoaram pelo pavilhão, a mãe dele passou de horror a ódio por Ana. A punição de Ana foi ter as palmas das mãos açoitadas dez vezes, uma humilhação para lembrá-la de nunca mais roubar ou mentir. Longe do caos, Maria estava com o Príncipe Carlos, que a salvou da dor e lhe deu uma nova vida de amor e felicidade. Pedro, cego por sua arrogância e desesperado, tentou convencer Maria a fugir com ele, alegando que Ana confessou suas manipulações. Mas Maria percebeu que nunca o amou de verdade, e sim a ideia de estar noiva dele. Ela encontrou o verdadeiro amor em Carlos, um amor baseado em confiança e respeito. Maria o deixou, um homem patético, delirante, perdido em suas fantasias, e correu para seus aposentos. Mas um cheiro doce e enjoativo a fez desmaiar, e a última coisa que Maria viu foi o sorriso triunfante e louco de Pedro. No salão principal, a ausência de Maria foi notada, e Ana, com lágrimas falsas, revelou a armadilha de Pedro. Ana guiou a multidão para o pavilhão leste, esperando flagrar Maria desonrando o príncipe. Com um sorriso sádico, Ana abriu a porta do pavilhão, puxou o lençol da cama. Mas para seu horror, a mulher na cama não era Maria, era a filha do primeiro-ministro, deitada com Pedro. A filha do primeiro-ministro, furiosa, esbofeteou Ana e exigiu saber onde estava a "gorda". Maria entrou de braços dados com Carlos, sorrindo "Procurando por mim, prima?". Ana desabou no chão, percebendo a magnitude de seu erro. A filha do primeiro-ministro a chutou e exigiu que ela se ajoelhasse para a futura princesa. A família de Pedro foi banida da corte, seus negócios ruíram. Pedro foi deserdado e jogado nas ruas, e sua arrogância o levou a um hospital psiquiátrico, delirando sobre príncipes. Ana, destituída de seu nome de casada, foi forçada a retornar aos pais biológicos. Eles a venderam a um bordel de luxo para pagar suas dívidas, e sua vida terminou em tragédia anônima. Com seus inimigos finalmente fora de seu caminho, Maria pôde desfrutar de sua nova vida. Maria e Carlos viviam no palácio, onde ele a mimava com carinho e ela o mimava com sua culinária. A saúde de Carlos melhorou sob os cuidados de Maria, e a alegria que ela trouxe foi seu melhor remédio. Ele planejou o casamento mais grandioso que o reino já vira. Maria, com um sorriso, revelou a Carlos: "Nós vamos ter um bebê." Carlos a levantou, girando-a, chorando de alegria, enquanto fogos de artifício iluminavam o céu noturno. Abraçados sob o céu estrelado, eles olharam para o futuro, um futuro de amor, risadas e boa comida.

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A Sombra de Heitor

A Sombra de Heitor

5.0

Minha casa, antes um lar, virou uma prisão silenciosa, onde eu era apenas uma sombra ao lado de Heitor, vivendo um casamento de fachada há três anos. A rotina vazia desabou quando, procurando um carregador em seu armário, descobri uma caixa antiga, cheia de fotos de um homem chamado Gabriel – fotos íntimas, cheias de uma paixão que Heitor nunca me dedicou. A revelação me atingiu como um soco no estômago: eu nunca tive uma chance, sempre fui um substituto, um "marido troféu" moldado para caber em seu mundo, abdicando de mim mesmo por migalhas de atenção. A dor se transformou em um vazio gelado ao ouvir Heitor sussurrar "Eu te amo" para Gabriel ao telefone, confessando um amor que me foi negado por anos. Cansado da farsa e com o coração despedaçado, olhei para Heitor e disse as palavras que selariam meu destino: "Eu quero o divórcio."

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O Último Grito do Meu Anjo

O Último Grito do Meu Anjo

5.0

Quando abri os olhos no hospital, o teto branco anunciava o vazio: o meu filho de cinco anos, Lucas, estava morto. Mas o meu marido, Pedro, não me olhou. Correu para o lado da minha meia-irmã, Sofia, perguntando pela dor da perna e até do cão dela, Bobi, enquanto eu desmoronava. Pálida, Sofia parecia uma vítima, mas lembrei-me: no acidente, foi ela quem puxou o volante, furiosa porque não a deixei dar chocolate ao cão. Lucas morreu por causa da teimosia dela. Confrontei Pedro. Ele me chamou de "louca", defendeu a Sofia de 19 anos como se fosse uma criança e me acusou de ter "causado sofrimento suficiente". Eu estava presa, isolada, e a verdade parecia invisível a todos. Aquele funeral foi o golpe final. Pedro me humilhou diante de todos, mas foi o sorriso de Sofia que transformou a minha dor em gelo. Minha reputação estava em frangalhos, meus bens congelados, e a culpa do acidente jogada sobre mim. Mas uma nova chama acendeu: a de uma mãe que não tinha mais nada a perder. Conseguimos uma gravação da dashcam, onde as vozes da Sofia e o último grito do meu anjo estavam gravados. Eles ofereceram dinheiro pelo meu silêncio, mas eu recusei. Agora, Sofia e Pedro se arrependerão de subestimar o poder da justiça. O palco do tribunal está montado para a verdade, e eu garantirei que a confissão dela ecoe para sempre.

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O Eco de Um Grito Perdido

O Eco de Um Grito Perdido

5.0

Quando o médico me disse que o meu filho Leo, de apenas cinco anos, tinha morrido, o mundo parou. Eu estava ao lado do meu marido, Pedro, mas o seu toque não me dava conforto. Ele contou à polícia que um carro surgiu do nada, mas não mencionou que estava ao telemóvel, a discutir com a sua chefe Sofia. Eu sabia a verdade, porque estava no banco do passageiro e ouvi tudo, incluindo a canção que o Leo cantava no banco de trás. A última coisa que ouvi antes do impacto foi a voz irritada de Pedro a gritar com Sofia. Quando chegámos a casa, acusei-o de negligência e disse que o nosso filho tinha morrido por culpa dele. Pedro negou, e a sua mãe, Teresa, defendeu-o, pedindo-me apoio. Na sala cheia de gente falsa, a raiva dominou-me, mas as lágrimas não vinham. O silêncio na minha vida era ensurdecedor, e eu sabia que o nosso casamento tinha acabado. No funeral de Leo, Pedro fingia ser um marido em luto, mas eu não sentia nada. De repente, o meu telemóvel vibrou: "Sei o que aconteceu. Não foi só um acidente." Aquela mensagem foi a minha única arma e o ponto de viragem. Eu ia expor a verdade, pois Ana, uma testemunha, tinha uma gravação. Pedro e Sofia iam pagar.

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A Coragem de Desmascarar

A Coragem de Desmascarar

5.0

A polícia ligou às três da manhã. O meu irmão, Miguel, estava morto. Overdose, disseram. O Pedro, o meu marido, nem se mexeu ao meu lado. Ele odiava o Miguel. Quando cheguei ao apartamento dele, o caos e a dor eram as únicas companhias. Miguel jazia no chão, pálido, com uma seringa ao lado. Mas o choque maior não foi a visão, foi quando o Pedro ligou. "Já trataste de tudo com a polícia? Não te esqueças do jantar com o meu chefe hoje à noite. É muito importante para a minha promoção." O meu irmão tinha acabado de morrer, e ele estava a falar de um jantar. A sua voz, sem um pingo de remorso, vazia de qualquer emoção humana, disse: "Não sejas dramática. O Miguel escolheu este caminho. A minha carreira é o nosso futuro. A tua lealdade devia estar comigo." Nesse momento, a ficha caiu. O meu casamento não era apenas tóxico; estava morto. Tal como o meu irmão. Sem olhar para trás, fiz as malas e saí. Mas algo me perturbava. Miguel estava limpo. Ele tinha um novo emprego, esperança. A polícia disse overdose, mas o meu coração berrava que havia algo errado. Poderia a morte do meu irmão estar ligada ao desprezível ambicioso que chamei de marido? Decidi descobrir a verdade. E se a verdade fosse um monstro, eu iria desmascará-lo.

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Quando o Amor Virou Veneno

Quando o Amor Virou Veneno

5.0

O jantar na casa dos meus sogros era para ser o dia mais feliz da minha vida adulta. Grávida, ali estava eu, prestes a fazer o anúncio oficial da chegada do nosso tão esperado bebé, a nossa maior alegria e a coroação do nosso amor. Mas a alegria transformou-se em terror. Um prato de risoto "de frango", preparado pela minha cunhada Sofia, virou o meu mundo ao avesso. Apesar de saber da minha alergia fatal a camarão, ela garantiu-me que era seguro. Em segundos, a minha garganta fechou, os pulmões arderam e comecei a sufocar. Gritei por Mateus, meu marido, desesperada pela minha caneta de epinefrina. Mas ele virou-me as costas para socorrer a frágil Sofia, que convenientemente "torceu" um tornozelo, abandonando-me à beira da morte. Reacordei horas depois no hospital, com a ausência e o vazio esmagador na minha barriga. A medicação para salvar a minha vida tinha sido forte demais para o nosso filho. E Mateus, juntamente com o seu pai, Ricardo, não mostraram um pingo de remorso. Pelo contrário, vieram para me culpar por "exagerar" e minimizavam a perda do nosso bebé, focados apenas na "cena" que eu teria causado. Eu mal podia acreditar na sua crueldade e indiferença. Como puderam me virar as costas num momento tão crítico, e depois culpar-me? Como Mateus, o pai do meu filho, pôde escolher um tornozelo torcido em vez da minha vida e da do nosso bebé? Uma frieza brutal tomou conta de mim, mais gelada que o pânico que sentira. Aquela família me destruiu. E foi naquele leito hospitalar, no meio do meu maior sofrimento e com a visão turva de toda a minha vida, que uma única frase nasceu nos meus lábios, como um despertar gélido: "Eu quero o divórcio." A minha vida recomeçava ali, e a minha vingança mal tinha começado.

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Queimada por Ele, Renascida como Estrela

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Enquanto eu sufocava com a fumaça no incêndio que consumia nossa cobertura em Nova York, meu marido estava ao vivo na TV nacional. Não para pedir socorro, mas protegendo sua "melhor amiga", Serena, dos flashes dos paparazzi em Los Angeles. Na ambulância, com a pele queimada e pulmões ardendo, vi Juliano abraçando-a na tela do monitor. O paramédico ligou para ele: caixa postal. Quando finalmente consegui falar com ele, Juliano mentiu. Disse que estava em uma reunião, mas ouvi a voz de Serena ao fundo reclamando do chuveiro do hotel. Ele me chamou de "descuidada" e disse para eu não ser dramática sobre o fogo que quase me matou. Ele acha que sou apenas uma esposa troféu inútil, uma órfã falida que deveria ser grata por cada centavo que ele gasta comigo. Ele acredita que tem o controle total porque assinei um acordo pré-nupcial que me deixaria sem nada. O que Juliano não sabe é que, durante três anos, usei meu silêncio para construir um império. Eu sou "O Arquiteto", a roteirista fantasma mais procurada e bem paga de Hollywood, com 24 milhões de dólares escondidos em uma conta nas Ilhas Cayman. Arranquei o acesso venoso do meu braço, ignorando o sangue e os protestos da enfermeira. Naquela noite, transferi 20 milhões para a conta dele com a observação: "Reembolso por 3 anos de hospedagem e alimentação. Estamos quites." Joguei a aliança de cinco quilates na tigela de chaves e saí pela porta. Ele queria uma esposa submissa; agora, ele vai conhecer a protagonista da sua ruína.

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CEO SOLITÁRIO

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5.0

Célio Valença é um CEO que desde muito cedo teve que aprender e lidar com a solidão órfão muito cedo de pai e mãe junto com o seu irmão Laerte ele se tornou o homem de frente de todas as indústrias deixado por sua família mas a sua arrogância e seu jeito frio de ser dificulta encontrar a secretária perfeita que ele tanto busca para trabalhar do seu lado, mas a contratação inesperada de uma nova secretária chamada Luna Marins uma jovem linda, doce e simpática com uma vida cheia de lutas e desafios sendo a única a enfrentar o temperamento difícil do seu chefe para garantir a sua vaga nesse emprego no qual garantirá o sustento melhor para a sua família. Luna é dona de uma paciência jamais vista por Célio em mulher nenhuma, será que ela conseguirá tocar o mais profundo possível no coração dele? E fazendo naquela empresa o que mulher nenhuma fez despertando assim nele um sentimento de curiosidade para saber quem de fato realmente é Luna, e o porquê é a única que aguenta o seu temperamento difícil de ser.

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A noviça e o Conde Viúvo

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Apesar do título de nobreza não ter valor legal no Brasil, algumas famílias ainda mantém suas tradições e costumes. É o caso da família Alencastro. Neste cenário, Maria Clara, uma jovem professora e aspirante a freira, órfã, criada entre as irmãs do Instituto Santa Bárbara, é enviada pela madre superiora para trabalhar como babá e educadora no Solar Alencastro, uma propriedade imponente pertencente ao reservado Conde Álvaro Alencastro, um homem cuja frieza só não supera a frieza que reina em sua própria casa. Após a morte misteriosa de sua esposa, um caso envolto em mistério, Álvaro passou a ignorar quase completamente os filhos pequenos. As crianças, carentes e indisciplinadas, já haviam expulsado diversas babás. Ao chegar ao Solar, Maria Clara encontra uma casa cheia de sombras, mistério, regras rígidas e crianças que só querem carinho e atenção. Com sua alegria, sensibilidade, ela vai conquistando cada um deles e desperta algo inesperado no próprio conde, sentimentos que ele jamais experimentou, sobretudo porque seu casamento anterior foi um arranjo de conveniências familiares. Enquanto Maria Clara transforma a vida da família Alencastro, um segredo começa a emergir: A morte da antiga condessa não foi tão simples quanto as aparências sugerem.

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A babá é a mais nova obsessão do CEO

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Maria Fernanda só queria esquecer a pior noite da sua vida. Depois de anos amando o melhor amigo em silêncio, ela descobre - em público - que o pedido de casamento não era para ela. Ferida, furiosa e decidida a virar a página, aceita ir para uma boate de elite e acaba vivendo uma noite intensa com um homem misterioso... que ela nunca mais deveria ver. Ou pelo menos era o plano. Enzo é CEO, poderoso, desconfiado e acorda no hospital no dia seguinte convencido de que foi dopado. Sem lembrar do rosto da mulher da boate, mas obcecado por dois detalhes muito específicos - um coração tatuado no dedo anelar e uma maçã mordida no lado certo da nádega - ele passa a procurá-la como quem caça uma ameaça... ou um vício. Para Enzo, ela pode ser uma espiã que tentou sabotá-lo. O problema é que ele não consegue parar de pensar nela. Um mês depois, Maria Fernanda consegue um emprego de babá com salário irrecusável. O detalhe? O pai da criança é o mesmo homem da boate - que agora a observa tentando decidir se ela é uma criminosa perigosa... ou a maior tentação da sua vida. Entre desconfianças absurdas, coincidências improváveis, uma criança que rouba a cena e uma atração impossível de ignorar, os dois vão descobrir que nem todo inimigo quer te destruir - alguns só bagunçam tudo do melhor jeito possível.

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Riley Collins foi arrastada para um casamento arranjado porque precisava salvar a vida da irmã mais nova, internada e inconsciente no hospital. Só que de repente tudo mudou. A cerimônia foi invadida, e ela descobriu que seu noivo tinha um irmão gêmeo, e ele veio atrás da noiva. "Solta ela, agora! Eu, sou o novo chefe e escolho me casar com ela". Um tiro foi disparado e a noiva roubada no altar. "Levem meu irmão até o último banco. Quero ele presente no meu casamento". Riley negou, mas ninguém nega nada a Luca Black. Ela estava casada com alguém da máfia. Era o mesmo rosto, mas personalidades bem diferentes.

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"Vamos lá, Juliet... é hora de escrever uma nova história." Após anos presa em um casamento abusivo, Juliet Pierce decide fugir. Sozinha, com dois filhos e uma mala cheia de traumas, ela abandona o luxo e George Monroe, o homem que um dia amou, em busca de um recomeço. O destino? Manhattan. O plano? Apenas sobreviver. Mas tudo muda na sua primeira noite como garçonete, na boate Paradise. Um clube exclusivo de BDSM onde o prazer encontra o poder. Com medo de ser reconhecida, ela usa uma máscara, como se fosse uma proteção. E é lá que ela cruza com Noah Blake: CEO bilionário, dominador implacável e sócio do clube. Ele a vê. Ele a deseja. Ele não sabe quem ela é... ainda. Dias depois, Juliet se candidata a uma vaga como assistente na empresa de Noah. Dessa vez, ela está sem máscara, e ele começa a juntar as peças. Juliet quer distância. Ele quer domá-la. "Adoro um desafio.", ele diz. Juliet é tudo o que ele não esperava: divertida, ousada, intensa, aparência frágil, mas olhos que mostram o quanto é incontrolável. Ele quer colocá-la de joelhos. Ela quer provar que pode amar sem se perder. O que começa como um contrato perigoso vira uma guerra silenciosa entre o medo e o desejo, o passado e a redenção. Mas o passado de Juliet está mais perto do que ela imagina. E quando tudo voltar para assombrá-la... ela precisará escolher: se render ou lutar por si mesma e talvez, pelo amor de um homem que jurou nunca amar. "Foi nesse momento que percebi, que estava prestes a descobrir: Se isso seria um pesadelo... ou a melhor experiência da minha vida."

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Era uma terça-feira comum quando empurrei a porta do escritório e encontrei meu marido, o CEO bilionário, com minha "melhor amiga" montada em seu colo. Em vez de pedir perdão, Estevão apenas arrumou a gravata e me repreendeu por não ter batido na porta, enquanto Susana ria, alegando que estavam apenas discutindo "estratégia". Quando exigi o divórcio, a crueldade deles foi rápida e cirúrgica. Disseram que eu sairia sem um centavo, e cumpriram. Em três dias, congelaram minhas contas, compraram o silêncio da minha própria família com um cheque e lançaram uma campanha midiática me pintando como a "esposa louca e ingrata". Eles editaram as câmeras de segurança para transformar minha defesa desesperada em agressão física, conseguindo uma ordem de restrição e fazendo o mundo inteiro zombar da minha queda. Sentada no chão frio de um apartamento emprestado, com a mão sangrando e a dignidade em frangalhos, olhei para a única coisa que consegui salvar: uma caixa velha de papelão. Eles riram quando me viram sair abraçada àqueles cadernos, achando que eram apenas rabiscos de uma dona de casa entediada. Mal sabiam eles que ali estavam as fórmulas originais da tecnologia que os fez bilionários, e o registro detalhado de cada crime que cometeram. Limpei as lágrimas e disquei o número do advogado mais temido e caro de Nova York, o único homem que odiava Estevão tanto quanto eu. "Sr. Júlio? Aqui é Serafina. Eles queriam um monstro, e eu estou pronta para lhes dar um."

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Bella Jenkins cresceu em berço de ouro, teve pais amorosos e um irmão atencioso. Mas, ao completar dezoito anos, seu mundo desabou. Seu irmão estava preso injustamente, seu pai morto e sua mãe tinha fugido com o amante. Bella se viu sem família, sem dinheiro e sem casa. Mason Connor é um CEO poderoso, bonito e sexy, acostumado a ter tudo o que deseja. Irmão adotivo do pai de Bella, ele vem ao seu socorro. Prometendo a si mesmo cuidar da filha do seu irmão falecido, a loira tentadora por quem nutre uma paixão secreta e proibida,  a única coisa no mundo que deseja e não pode ter.  Ele devia ver a garota como sua sobrinha, por isso sempre se manteve distante, mas e agora? Como resistir a essa atração dividindo o mesmo teto com Bella? Ainda mais quando descobre que os seus sentimentos são correspondidos? Bella nutre um amor por Mason desde a infância e não está disposta a facilitar as coisas para ele.  Mason luta contra o que sente com todas as forças e não pretende ceder. O proibido é sempre mais gostoso e ambos têm consciência disso. Mason vive um dilema: trair a memória do irmão e ir contra o julgamento de toda uma sociedade, se entregando ao que sente pela garota, ou ignorar o amor que o consome e que nunca sentiu por nenhuma outra mulher, abrindo mão do que mais deseja nesse mundo, Bella Jenkins.

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Fui ao consultório médico rezando por um milagre que salvasse meu casamento frio, e consegui: estava grávida. Mas ao chegar em casa, antes que eu pudesse contar a novidade, Orvalho jogou um envelope na mesa de mármore. "O contrato acabou. Busca voltou." Eram papéis de divórcio. Ele estava me descartando para ficar com a ex-namorada que acabara de retornar. Tentei processar o choque, mas meus olhos caíram na Cláusula 14B: qualquer gravidez resultante da união deveria ser interrompida ou a criança seria tomada e enviada para um internato no exterior. Ele queria apagar qualquer vestígio meu de sua linhagem perfeita. Engoli o choro e o segredo. Nos dias seguintes, o inferno começou. Ele me obrigou a organizar a festa de boas-vindas da amante na empresa onde eu trabalhava. Vi Orvalho comer pratos apimentados para agradar Busca, o mesmo homem que jogava minha comida no lixo se tivesse um grão de pimenta. Vi ele guardar com carinho um disco velho que ela deu, enquanto o meu presente, idêntico e novo, estava no lixo. Quando o enjoo matinal me atingiu no meio de uma reunião, Orvalho me encurralou no banheiro, desconfiado. "Você está grávida?" O medo me paralisou. Se ele soubesse, meu bebê estaria condenado. Tirei do bolso um frasco de vitaminas onde eu havia colado um rótulo falso. "É uma úlcera", menti, engolindo a pílula a seco. "Causada pelo estresse." Ele acreditou, aliviado, e voltou para os braços dela. Naquela noite, embalei minhas coisas em uma única caixa. Deixei minha carta de demissão e o anel sobre a mesa. Toquei minha barriga, prometendo que ele nunca saberia da existência dessa criança, e desapareci na noite.

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Sentir-se atraída por um homem casado pode ser bastante excitante na vida de uma mulher, mas também um grande problema quando o amor está envolvido. Após um incidente grave no trabalho, Ciana Bolton foi demitida injustamente e ficou desempregada. Sua melhor amiga a convidou para sair para ajudá-la a esquecer seus problemas, e foi nesse encontro que ela reencontrou o sócio de seu ex-chefe. Phil Harper encontrou Ciana em um bar, depois de tê-la visto no escritório de seu sócio e ficado completamente encantado por ela. Naquela noite, ele decidiu lhe oferecer uma bebida, mas após uma breve conversa, um beijo surgiu entre eles, deixando ambos atônitos. Eles não tinham certeza se eram as bebidas ou o fato de realmente se desejarem, mas naquela mesma noite, ambos se viram envolvidos nos lençóis daquele atraente CEO. Mas o conto de fadas terminou mais cedo do que o esperado quando Ciana foi embora no meio da noite, encerrando aquele encontro maravilhoso. Ela sabia que nunca mais veria Phil, já que tudo não passava de um caso de uma noite. O que ela jamais suspeitou foi que, anos depois, o reencontraria, apenas para descobrir que Phil era casado e que sua esposa era ninguém menos que sua chefe.

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