eceu imóvel na entrada, seus olhos azuis gelados disparando dardos invisíveis em minha direção. O silêncio que se seguiu à declaração de Alexandre - de
ignorando o chão de terra e sujando a ponta de seus sapatos de grife que provavelmente custavam o faturamento de um mês da minha f
belo preso em um coque frouxo com alguns fios rebeldes caindo nos olhos, e minhas unhas... bem, minhas unhas tinham a
eu era uma peça no tabuleiro de Alexandre. Olhei para ele, esperando que ele dissesse algo, que me defendesse com a mesma frieza que u
ra, mas carregada de uma advertência implícita. - E Victoria, Helena é a mulher com quem vou me c
ando-me como se eu fosse uma espécie exótica e indesejada de erva daninha. - Deixe-me adivinhar: você é algum tipo de projeto de caridade do Alexandre? Ele sempre teve u
pondi, minha voz saindo clara e firme, apesar do meu coração estar batendo como um tambor. - Eu posso estar suja de terra
" tivesse voz, muito menos que soubesse como usá-la. Alexandre soltou um
ra tratar de negócios, meu escritório é para o outro lado. Se veio p
tando a bolsa de cour
vinda do nada como a face da empresa. E você - ela se virou para mim, os olhos estreitos -
do como tiros de despedida. Quando ela sumiu de vista, o silêncio voltou, mas e
do ela falar assim comigo - e
hei que ele fosse me tocar. Mas ele apenas pegou uma folha seca que havia caído no meu ombro. - Mas saiba de uma coisa:
lexandre. Minha vida era simples a
ctoria - ele disse, a voz subitamente sombria. - A partir de h
a espinha. Eu estava salvando o jardim da mãe de Alexandre, mas quem é que ia me salvar da tempestade que estava começando a se formar sobre a minha cabeça? Eu sabia que o

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