re nós, um eco da dança e das palavras trocadas sob os holofotes. Alexandre mantinha o olhar fixo na janela da limusine, observando as luzes de Nova York
ronia com o meu. Naquela noite, diante daquelas pessoas e da venenosa Victoria, nós não fomos apenas um contrat
minhou em direção ao hall de entrada com passos largos. Eu o segui, sentindo o peso do vestido de seda e a exaustão fí
ins - Alexandre disse subitamente, parando no meio do hall se
queria uma noiva de mentira que ficasse calada enquanto era humilhada, contratou a
nzas estavam escuros, quase pretos s
ta com a sua "verdade", Helena. Eles se importam com a sua fraqueza. E hoje, ao
inge é o seu desprezo. O que me atinge é o fato de você me tratar como uma ferramenta de negó
mão da escada. Ele parou a centímetros de mim, as mãos apoiadas na madeira dos dois lados do meu corpo, me cercando. - Você acha que eu não
couro, agora misturado com o cheiro metálico da noite, estava me deixando tonta. E
sussurrei, sentindo meu coração martelar co
para um tom rouco e perigoso. - Esse é o problema, Helena. Você é uma complicação
o. Alexandre baixou o olhar para os meus lábios e, por um segundo eterno, eu tive certeza de que ele i
tes de se enterrarem no meu cabelo, puxando minha cabeça leveme
ra agora mesmo - ele murmurou, o rosto se aproximando
afiei, minha voz mal
errota, de alguém que estava lutando contra os próprios instintos. Ficamos assim por o que par
astou, soltando-me como
s uma reunião com os advogados para tratar da tr
ali, segurando o corrimão para minhas pernas não falharem. Eu tinha vencido a batalha
mas a cada página escrita, as linhas entre a mentira e a realidade estavam se tornando perigosamente borradas. E eu temia

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