ítu
le longo, depois outro, rápido demais. A be
uinho, respirando pela boca para o peito não doer. Suspirou
va tudo. Esta
- ele comentou baixo, olhando a
do relaxar - ela mur
que por um instante o lampião pareceu inú
e fechou os olhos, apertando
u a mão e t
uou, ele deixou os dedos deslizarem
lo braço dela, um choque involuntário que
evagar e olhou para
era de arrogância ou de ir
ão saia. Em vez disso, ela apenas virou a pa
para esse pequeno mov
murou, com a voz rouca, quas
s janelas. E, no meio da tempestade, o toq
ou a sala inteira por um segundo. Isso fez com
irando de forma rápida e curta, estav
edos. - Eu... eu odeio tempestades.
entindo o próprio peito ape
, nem frescura. Era medo puro,
tar, foi tão ráp
mbros dela antes que caísse, fazen
ocê tá aqui dentro.
beça, os olhos estava
u não consigo... Quando eu era pequena, uma árvore caiu
explodiu do
pertando os dedos
s os ombros e a tro
ele murmurou cont
das mãos, o polegar passando le
a pra
olhos dela brilhavam de medo... e d
e disse, mantendo o c
para que ela fizesse o mesmo. Ela tent
ez bater uma porta. Ela
a ainda mais
sentindo a respiração quente dela misturar com a
larem livremente, enquant
nvolveu com mais força. Outro trovão cortou o céu, faz
ímetros, procurando ar, procurando c
receio de perder o pouco au
quilo mexeu com ele. Não tinha como negar.
o rosto. A pele era macia, quente... e os olhos grandes dela, assu
deu a re
tinha chegado ali para tirar sua
us braços, olhando para ele como
a admitir. O polegar dele subiu levemente, r
, sem saber se pedia para
que os nós dos dedos ficaram brancos. Foi nes
uas veias... a visão daquela boca carnuda tão
tímetros, mas parou, respirando f
o tá me deixando sem juízo
ro estremecer. Apertou mais
o quente tocando a boca de Dolores. Ele estav
ue sentiu desde que o viu era intensa demais p
ndo... até sentir os lábios dele tocarem os seus. E, por Deus, que boca gostosa. Um b
escapou de
Ah
biam pelo peito musculoso, explorando cada curva da pele fir
corpo inteiro dele se enrijeceu de imediato, ele sen
mulh

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