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var de vez um passado inteiro. Gotas grossas tamborilavam no capô
pela enchente e, ao longe, os destroços de casas como ossos expostos de uma aldeia que a água arrasara. Era tarde - tarde dem
guiam decifrar. Desde que se mudara para a mansão, sua vida fora essa: roti
quase que a copia fiel d
es herdados de sua mãe bela Yonara, os seus cabelos são li
o gelado. Naquela noite, contudo, algo fragmentou o si
spero contra o cinza da chuva. Stefano freou devagar, fez sinal para os capangas saírem, e q
lágrimas que não raramente se misturavam ao sangue. Seu corpo tremia; uma das mãos estava apoiada
ne, um corte profundo perto da costela, quase na linha da cintura. Era um ferimento cruel, detonado por algo afiado, caído entre os escombros que a enchente
aro, porém tristes e desnorteados; olhos que, naquela fração, buscaram algo que Stefano não cultivava mais: pi
casa...
.. morreu. Não s
stes gastas pelo acontecimento trágico de uma noite de perdas dolorosas, estavam por o lado do ferimento cheia
iscar __ alguma fagulha humana que Stefan
o firmes, cedesse um pouco. A visão dela ali, tão frágil e lenta
de rosto inexpressivo e olhos acostumados a obed
Levem-na ao hospital.
uma preocupação com o que poderá
mpre condicionada. Os homens a ergueram com cuidado militarizado, enrolaram-na num cobertor úmido e a colocaram no banco tra
tituíram-no por um frio hospitalar. Médicos se moveram com precisão,
limpos que pareciam tão fora de contexto quanto a própria presença ali - sem documentos, sem dinheiro, sem nenhuma lembrança do que era a vida na ci
hospital, o mundo expandiu-se em ruídos: carros, passos, vozes. Foi quando ela viu, não longe, um dos capangas de Stefano v
indecifrável de alívio e medo. Sem pensar racionalmente, ela a
ui... parece o destin
a cabeça aos pés como quem avalia mercadori
o Petrov não faz
uma voz que d
e pareça, sempre ha

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