nseguiu dormi
netrante, tinha sido como um punhal atravessando sua coragem. E, mais perturbador ainda, fora o tom de voz em que ele falara sobre seu
ia só de
u tanto? O que queria d
eijara. Mas junto do espanto, vinha o medo. Medo de que aquela aproximação fos
ado, foi até o banheiro e ligou o chuveiro. Deixou a água quente cair sobre s
o barulho dos escombros caindo, os gritos abafados... a dor atravessando
la desde a tragédia, a dor, o
s, soluçando. Ainda
e só eu
e, pelo riso dos irmãos, pela presença do pai. Tud
ilhantes, perfumes caros. Cada detalhe gritava riqueza, poder, distância total da vida simples e pobreegou o celular que St
do-se da dor que ainda lhe corroía por dentro. Foi então que notou um número salvo
es. Mas seus dedos trêmulos deslizaram na tela e, an
- murmurou apavorad
mas o estrago já estava feito: ela
rcorreu su
mandar uma mensagem a consumia de ansiedade. E se ele pensar que e
to, esperando qualquer notificação. O estômago parecia embrulhar, e a mente criava
e, mas não consegu
do aparelho fazia seu cor
até um erro pequeno po
a. Seline permanecia deitada, os olhos fixos no celular, temendo a qualq
as, e as mãos suavam. E se el
se sentar na beira da cama
ular
exatamente o número que ela havia discado po
o e atendeu co
voz saiu baixa,
emais. Então a voz dele surgiu, fria, calma, mas carregada
Não era uma pergunta
m querer... - gaguejou,
saboreasse cada sílaba. - Não existe "s
com força, as lágrimas
pósito... eu só estava mexen
sta vez carregado de algo mais sombrio. Então, de r
dele desceu em um tom grave, com
sentindo a confissão escapar
- respo
m as pessoas n
ber se desligava ou se fic
ocar nesse número, ten
tumo tolerar
resposta, a l
dele. Seu corpo inteiro tremia. Não sabia se o pior era o fato de ele ter atendido, ou o mo
ora o medo era maior. Ele

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