caminho até a mansão, uma ansiedade feroz apertava o peito, um ataque de pânico contorcia seus
entar puxar ar com a últ
stância, parecia um farol de riqueza e distanciamento. O interior era uma precisão calcu
olosso discreto. Seus olhos cruzaram os dela com a mesma frieza
não havia nela qualquer traço de surpresa. Havia, porém, uma espécie de praze
com certa satisfação, como quem
ia pesar um novo quilo. Stefano continuou,
o seu
deu ofegante, como que
você m
sadas, a menos que tenham
você
ntou entender o significado daquelas palavras, mas nada se encaixava. Ela era sem-teto, uma jovem de seus 25
ê me
eu bem
por serviço, salvo-conduto por submissão. Ela, que tive a casa levada pela água e a
sob o brilho frio da mansão e o bater ininterrupto da chuv
eco da última frase como uma sentença. Ao redor, a chuva continuou a cair, implacável, contínua -
Se
mo a
mentos, enquanto o observava andar em passos não muito ap
ve a voz de um dos seus f
_ Sem saber o que dizer ou como reagir diante de
sos dela, frágeis e inseguros, se misturava a
lhe diziam nada, mas que carregavam a imponência de alguém que vivia rodeado de poder. Ela não ousava falar; ai
radas refletiam o brilho da luz, dando ao espaço uma aura quase sagrada. Ele empur
ue vivera antes. O chão era revestido por um tapete espesso, em
idades marfim e travesseiros tão numerosos que pareciam inúteis. Sobre o criado-mudo, uma lumin
veludo azul-escuro, cobriam janela
re a superfície, perfumes, escovas e pequenos objetos estavam organizados de forma meticulosa, como se alguém tivesse
que refletiam sua imagem trêmula. Ao lado, uma poltrona estofada em tecido claro, próxima a uma
nele não era de acolhimento. Era como uma prisão dourada, um espa
ou para ela, a voz ne
O senhor Stefano deseja
m um sorriso de leve,
no que eu bem desejar" - queimava em sua mente como ferro em brasa. Ao at
luxo, mas com a sensação sufoc
ou um banho no banheiro
anheiro. Era tão diferente de tudo o que já conhecera que, por um instante, ficou parada só observando. O espaço era
um box de vidro transparente, de onde jorrava água quente como se viesse de uma pequena cachoeira. O vapor envolv
, cada uma parecendo mais macia que a outra. Ela retirou devagar as roupas simples que havia recebido no hospital - roupas que ainda
do banheiro com passos cautelosos, olhando em volta, incerta do que deveria fazer. Precisava de roupas
discreta, quase escondida ao lado do armário, Empurrou-a com cur
lças, sapatos cuidadosamente organizados em prateleiras iluminadas. Perfumes e caixas decoradas ocupavam nichos nas pare
um nome para aquele lugar. Passou os dedos pelas roupas, maravilhada e assustada
is simples, um vestido pr
nta de Seline, o que ficou bem visível em seus olhos ass

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