img O Cigano- Legado Maldito  /  Capítulo 2 Uma Jovem sem teto | 16.67%
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Capítulo 2 Uma Jovem sem teto

Palavras: 1401    |    Lançado em: 27/09/2025

caminho até a mansão, uma ansiedade feroz apertava o peito, um ataque de pânico contorcia seus

entar puxar ar com a últ

stância, parecia um farol de riqueza e distanciamento. O interior era uma precisão calcu

olosso discreto. Seus olhos cruzaram os dela com a mesma frieza

não havia nela qualquer traço de surpresa. Havia, porém, uma espécie de praze

com certa satisfação, como quem

ia pesar um novo quilo. Stefano continuou,

o seu

deu ofegante, como que

você m

sadas, a menos que tenham

você

ntou entender o significado daquelas palavras, mas nada se encaixava. Ela era sem-teto, uma jovem de seus 25

ê me

eu bem

por serviço, salvo-conduto por submissão. Ela, que tive a casa levada pela água e a

sob o brilho frio da mansão e o bater ininterrupto da chuv

eco da última frase como uma sentença. Ao redor, a chuva continuou a cair, implacável, contínua -

Se

mo a

mentos, enquanto o observava andar em passos não muito ap

ve a voz de um dos seus f

_ Sem saber o que dizer ou como reagir diante de

sos dela, frágeis e inseguros, se misturava a

lhe diziam nada, mas que carregavam a imponência de alguém que vivia rodeado de poder. Ela não ousava falar; ai

radas refletiam o brilho da luz, dando ao espaço uma aura quase sagrada. Ele empur

ue vivera antes. O chão era revestido por um tapete espesso, em

idades marfim e travesseiros tão numerosos que pareciam inúteis. Sobre o criado-mudo, uma lumin

veludo azul-escuro, cobriam janela

re a superfície, perfumes, escovas e pequenos objetos estavam organizados de forma meticulosa, como se alguém tivesse

que refletiam sua imagem trêmula. Ao lado, uma poltrona estofada em tecido claro, próxima a uma

nele não era de acolhimento. Era como uma prisão dourada, um espa

ou para ela, a voz ne

O senhor Stefano deseja

m um sorriso de leve,

no que eu bem desejar" - queimava em sua mente como ferro em brasa. Ao at

luxo, mas com a sensação sufoc

ou um banho no banheiro

anheiro. Era tão diferente de tudo o que já conhecera que, por um instante, ficou parada só observando. O espaço era

um box de vidro transparente, de onde jorrava água quente como se viesse de uma pequena cachoeira. O vapor envolv

, cada uma parecendo mais macia que a outra. Ela retirou devagar as roupas simples que havia recebido no hospital - roupas que ainda

do banheiro com passos cautelosos, olhando em volta, incerta do que deveria fazer. Precisava de roupas

discreta, quase escondida ao lado do armário, Empurrou-a com cur

lças, sapatos cuidadosamente organizados em prateleiras iluminadas. Perfumes e caixas decoradas ocupavam nichos nas pare

um nome para aquele lugar. Passou os dedos pelas roupas, maravilhada e assustada

is simples, um vestido pr

nta de Seline, o que ficou bem visível em seus olhos ass

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