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Esposa Comprada - Reconquistando minha Ex

Esposa Comprada - Reconquistando minha Ex

5.0
179 Capítulo
3.7M Leituras
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Sinopse

Índice

O bilionário Nathan Relish não casou por amor! Por um tempo, ele nutriu um desejo de vingança enquanto esteve casado com uma jovem de olhos cor de esmeralda. “Não vamos perder tempo”, Nathan abriu a gaveta para apanhar os papéis e jogou-os sobre a mesa. “Assine e vá embora”, a mandíbula quadrada estava trincada quando Nathan vociferou. Três anos depois, o bilionário observou a mulher que estava passando pela rua com uma criança. O homem amargurado estava de volta. Ele queria reconquistar a ex, mas Evelyn Lee havia prometido a si mesma que nunca mais cairia na armadilha do senhor Relish.

Protagonista:

Nathan Relish e Evelyn Lee

Capítulo 1 Aceitamos o acordo

— Sirva uma bebida para o senhor Relish, — a mulher de rosto pálido olhou para Evelyn.

Mary não parava de sorrir para o solteiro convicto enquanto esperava pelo marido.

Do outro lado da sala, Evelyn desejava que o seu irmão mais velho chegasse a tempo de ver a esposa flertando com o senhor Nathan Relish.

— Você é surda? — Mary indagou asperamente. — Faça logo o que te mandei!

No fundo, Evelyn sabia que a cunhada só queria ficar a sós com a visita.

— Temos apenas uma dose na garrafa de uísque do meu irmão, — Evelyn cochichou para a cunhada.

— Eu aceito um copo de água — a voz rouca saiu num barítono aveludado.

— Vou buscar para o senhor.

Não demorou muito, até que a jovem de cabelos dourados e olhos verdes retornou.

Os pêlos de sua pele eriçaram quando Nathan encostou no dorso de sua mão enquanto ela lhe servia o copo com água.

Do outro lado da sala, Mary franziu o rosto, mas logo forçou o riso quando o marido apareceu.

— Como foi a viagem, senhor Relish?

Richard era o irmão mais velho de Evelyn. Era responsável pela fazenda que se localizava a 30 km a oeste de Paris. Desde que os pais morreram em um acidente de carro, ele herdou a fazenda, mas não demorou muito a mostrar que não possuía tino para os negócios.

— Eu não gosto de perder tempo, — Nathan encurtou a conversa, — Quero me casar com Evelyn.

Apreensiva, Mary arregalou os olhos e se mexeu no sofá.

— Claro — Richard trocou olhares com a esposa. — Aceitamos o acordo! — Ele nem mesmo quis saber a resposta da irmã caçula.

Quando Evelyn viu o senhor Relish pela primeira vez, ela ficou encantada com a sensualidade que emanava daquele homem. O elegante terno azul feito sob medida delineava o peitoral e os ombros largos. Não entendia porque um homem tão bonito queria se casar com uma garota do campo como ela.

— Não! — Evelyn respondeu baixinho.

Ela pretendia sair da fazenda desde que atingiu a maioridade, mas não daquela forma.

— O que disse? — Mary ergueu a sobrancelha espessa.

— Não está nos meus planos casar tão cedo.

Dando alguns passos, Richard foi na direção da irmã. Com apenas um olhar, amedrontou-a.

— Preciso de um minuto para conversar com a minha irmã, — Richard apertou o pulso magro da jovem esguia e a levou.

Mary sorriu para o senhor Relish enquanto o marido se retirava da sala. Os cílios batiam um contra o outro enquanto ela paquerava o homem inquieto.

Pondo o copo na mesinha ao lado da poltrona, ele virou o rosto para o corredor ao ouvir a voz alterada.

— Você sairá desta fazenda por bem ou por mal! — Richard vociferou. — Esta propriedade é minha. Você já é adulta e eu não tenho obrigação de te sustentar.

Com os olhos cheios de lágrimas, ela concordou com a cabeça. O irmão mais velho sempre dizia que ela devia ter morrido no acidente ao invés dos pais.

— Recomponha-se e volte logo para a sala.

Evelyn passou a mão no pulso quando Richard a soltou e caminhou com um cordeirinho pronto para o abate.

"Não seria ruim casar ir para bem longe daquele lugar", a jovem pensou ao retornar.

— Vá pegar as suas coisas! — Richard ordenou.

— O quê? — inquiriu, hesitante. — Tenho que ir hoje?

— Vá logo! — Mary sustentou o olhar de Evelyn. — Não vamos deixar o senhor Relish esperando. — Vamos?

— Não! — respondeu, cabisbaixa. — Licença, eu vou arrumar a mala.

— Não demore, — disse Richard.

_________

Ao voltar para a sala com a bagagem, Evelyn foi conduzida até o escritório onde assinou os papéis.

Ela não conseguiu tirar os olhos do homem elegante que pegou a bengala e começou a mancar até a saída.

— O que está olhando?

— Nada, senhor — a voz estremeceu diante do homem que se agigantou.

Evelyn tinha apenas vinte anos quando seu irmão a entregou como uma simples moeda de troca. Richard receberia o perdão da dívida e o apoio financeiro de um poderoso magnata do petróleo e da rede hoteleira.

Evelyn não se despediu do irmão e muito menos da cunhada. Entrou no carro de luxo sem olhar para trás.

________

Desde que tirou Evelyn da fazenda, o senhor Relish não ficava em casa.

Quase sempre, Nathan aparecia acompanhado por jovens modelos e atrizes em fotos na internet.

Evelyn não tinha a mesma postura e nem mesmo se sentia bonita como as mulheres que o marido gostava.

Por alguns meses, ficou satisfeita por ele não procurá-la. Tudo ia bem até a noite em que ele retornou de uma viagem de negócios e, em passos sorrateiros, invadiu o seu quarto.

Natan pretendia obrigá-la a cumprir com os seus deveres de esposa, mas grunhiu ao vê-la envolta aos lençóis grudados em seu corpo. Evelyn moveu o rosto para o homem parado ao lado de sua cama. Ele ergueu uma única sobrancelha quando a esposa abriu os olhos e puxou o lençol branco até o queixo.

— O senhor deseja alguma coisa?

— Eu vim exigir o que é meu! — esbravejou.

Nathan despiu o roupão e o deixou cair no chão. Os olhos brilharam no quarto iluminado apenas por um abajur. Parecia que ele estava despindo a sua alma.

— O que o senhor quer de mim?

Nathan chegou mais perto. O colchão afundou quando ele subiu e puxou o lençol que a cobria.

— Eu não sei como fazer…

— Ótimo! — Mordiscou o lábio ao constatar que ela nunca foi tocada por um homem.

O coração parecia que ia sair por sua garganta. Ela sabia que aquilo seria bem mais complicado do que havia fantasiado.

Ele estava tão perto de seu rosto que o ar morno da respiração acariciava a bochecha direita de Evelyn. Engolindo seco, ela estendeu o corpo na cama, esperando pelo que estava por vir.

— Eu te quero!

Um arrepio percorreu por sua espinha quando sentiu a ponta da língua de Nathan passeando por sua orelha.

— Tem certeza? — Ela ofegou ao indagar.

— Sim! Quero você por completo.

— Eu, eu… — gaguejou enquanto os lábios de Nathan deslizava pela base de seu pescoço

Evelyn arfou. Aquele carinho destruía todo medo e, pouco a pouco, derrubava as suas defesas.

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