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Amor depois de três beijos

Amor depois de três beijos

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Sinopse

Índice

Reagan era um CEO gostoso que odiava ser tocado pelos outros. Mas Briley arruinou seu princípio. Ela não apenas o tocou, mas também o beijou, um beijo profundo. Para a surpresa de Reagan, ele não odiou aquele beijo. Ele imediatamente anunciou que havia encontrado a garota de que precisava. No entanto, Briley não tinha ideia do que esse homem estava pensando. Ela o beijou apenas porque tentou escapar de um homem que tentou violá-la. Especialmente, ela foi traída pelo namorado e não tinha confiança no relacionamento. Reagan conseguiria fazer de Briley sua namorada?

Capítulo 1 Mãe, já encontrei alguém

"Que bando de bastardos! Ainda bem que escapei." Briley Gilden sussurrou, ofegante.

Então, se encostou na parede e balançou a cabeça, tonta. Bom, ela não esperava que isso acontecesse esta noite. A segunda irmã dela, Alyvia, apresentou o Sr. Louis Potts à ela, mas não era nada fácil lidar com aquele homem. No entanto, agora era tarde demais para pedir ajuda e ela tinha que encontrar uma saída sozinha.

"Senhorita Golden, onde você está indo? Volte e vamos continuar!"

Vários homens gritaram trás dela, mas Briley não tinha tempo para parar. Ela virou para a direita, jogou o cabelo para cima, tirou o casaco branco e revelou o seu avesso colorido. Depois que ela o vestiu novamente, a garota de aparência gentil se transformou em um mulherão.

Enquanto caminhava, levantou a bainha da saia até a cintura e a amarrou com um laço, revelando a calça de couro por baixo. Ao mesmo tempo, ela viu um homem se aproximando. Ele tinha pernas longas e parecia ser bonito. Briley cerrou os dentes e pensou: "Bom, é você."

Ela segurou o braço do homem e disse, com uma voz baixa: "Querido, por que você se atrasou?"

O corpo do homem congelou de repente.

Reagan Hanson estava ali para encontrar o seu sócio.

Ele estava prestes a entrar na sala privada quando uma rajada de vento soprou e ele sentiu que alguém que cheirava a álcool estava agarrando suas roupas.

Reagan olhou para baixo e seus olhos pararam em duas mãos brancas e macias que estavam agarrando seu terno. Instantaneamente, ele pensou em centenas de maneiras de desinfetar e descartar a roupa. Mas, e quanto à mulher imprudente? Ele queria puni-la de forma que a estupidez de sua ação ficasse bem clara.

Inesperadamente, a mulher o empurrou contra a parede, ficou na ponta dos pés e o beijou na boca.

Bem, parecia que esterilizar a roupa não seria mais o suficiente. Ele precisava ser completamente esterilizado!

Então, alguns homens se aproximaram: "Senhorita Golden? Cadê você? Senhorita Golden?"

O momento foi perfeito! Ela era muito inteligente. Com o canto do olho, Briley viu os dois desgraçados procurando-a. Então, ela abraçou o pescoço do desconhecido e o encheu de beijos, o que a deixou em um ângulo perfeito para se esconder dos dois homens.

Briley piscou e percebeu que o homem que ela beijou a força estava observando-a. Seus rostos estavam muito próximos um do outro, então tudo o que ela podia ver eram os olhos profundos como uma poça escura dele, que revelavam uma frieza inata. Ela estava tão assustada que tremeu e franziu os lábios inconscientemente. No entanto, a proximidade entre eles era tamanha que os lábios foram pressionados um contra o outro e ela percorreu a boca dele com a ponta da língua.

Os olhos do homem escureceram.

Quase ao mesmo tempo, ele estendeu a mão e agarrou a cintura da Briley, pressionando-a contra a parede e encobrindo-a perfeitamente da visão de todos.

Briley olhou para ele em choque, mas ele abriu ligeiramente os lábios e a beijou. Os olhos dele eram tão profundos que era difícil dizer o que ele estava pensando.

Os dois homens olharam em volta, mas não a encontraram. Eles murmuraram e continuaram a busca: "Onde ela está?"

Ufa... foi por pouco!

Briley rapidamente empurrou o homem para longe e deu alguns passos para trás. Ela recobrou o equilíbrio e estava pronta para se desculpar mas, quando viu o homem na frente dela, deu um suspiro horrorizado.

Bonito... Ele era definitivamente o cara mais bonito que ela já tinha visto! Ele tinha sobrancelhas em forma de espada, olhos escuros astutos e um nariz grego forte no meio de um rosto perfeitamente esculpido. Aquele homem era muito mais bonito do que as estrelas das revistas. No entanto, seu temperamento era muito frio e a única coisa que transparecia da expressão facial dele eram as palavras: "Não mexe comigo".

Ela sentiu uma brisa fria em seu pescoço, como se alguém estivesse descansando uma faca ali.

Ah, não, os olhos dele eram capazes de matar alguém. Fuja agora mesmo!

Briley escapuliu com o rabo entre as pernas: "Sinto muito, bonitão. Muito obrigada. Tchau, nunca mais nos veremos!"

Depois que ela se afastou, Nathan, o assistente que havia testemunhado tudo desde o início, disse com apreensão: "Sr. Hanson, devemos ir atrás dela?"

Ser beijado por uma mulher era um assunto delicado para o Sr. Hanson.

Reagan lançou um olhar frio ao assistente, temendo não conseguir falar uma palavra sequer.

Então, ele olhou para ela enquanto Briley se afastava e tocou os lábios gentilmente ao lembrar do comportamento dela.

Era como se o calor e toque suave da língua daquela mulher ainda persistissem em seus lábios.

Por que a misofobia, o pânico de germes, não se manifestou com ela?

Ele franziu a testa ligeiramente.

De repente, o celular tocou. Era a mãe dele ligando.

“Reagan, tenho uma boa notícia para você. A filha da família Downs voltou para casa ontem! Ela é bonita e, ainda por cima, toca violino. É perfeita para você! Cancelei todos os seus compromissos do próximo fim de semana. E já vou avisando, não fica de cara feia perto dela de novo para não assustá-la. O Easton já tem quatro anos, ele precisa de uma mãe para cuidar dele. Você pode dar amor maternal à ele?"

A mãe dele insistia para ele se casar novamente, mas ele sempre foi frio, desde quando era criança. Para ele, o casamento era apenas um acordo e ele não estava nem um pouco interessado nisso. Talvez Deus concordasse com ele, por isso o fez nascer uma pessoa extremamente misofóbica, o que gradualmente despertou preocupação entre os mais velhos. Até hoje, ele tinha dificuldades em deixar as mulheres se aproximarem dele.

Até hoje...

Ele tinha acabado de esbarrar em uma mulher que não fez com que a sua misofobia atacasse. Ela também foi a primeira mulher que se aproximou dele que ele não rejeitou...

"Mãe, não precisa se preocupar com isso. Já encontrei alguém."

Nathan, que estava atrás dele, arregalou os olhos. O Sr. Hanson não insistia em ficar solteiro? Por que, de repente, ele disse que encontrou alguém? Onde estava aquele "alguém"?

Antes do Nathan entender a situção, Reagan desligou o telefone e ordenou: "Verifique as informações dessa mulher agora mesmo. O mais rápido possível."

Talvez ela fosse uma boa escolha.

Depois disso, Reagan se afastou, deixando o Nathan sozinho e chocado.

Sr. Hanson... Ele perdeu a cabeça depois de ser beijado? Um iceberg de dez mil anos de repente se tornou uma criança apaixonada? Ele mudou tão depressa que o Nathan até teve um mal-estar e sentiu que precisava de um tempo para se acalmar.

Briley correu até conseguir pegar um táxi. Assim que se sentou no carro, o celular dela tocou.

Uma voz aguda soou: "Briley, eu não pedi para você fazer companhia para o Sr. Potts? Onde você está? Volte agora mesmo!" Era a irmã dela, Alyvia.

Os olhos de Briley ficaram frios, mas ela sorriu: "Me desculpe. Eu estou bêbada e vomitei. Ah, o Corey está ligando. Falo com você mais tarde."

Depois disso, ela desligou o celular.

Então, se encostou no banco do carro e esfregou as têmporas, cansada.

Alyvia a incriminou mais uma vez.

Desde a infância, Alyvia não poupou esforços para reprimi-la. A situação piorou ainda mais quando a Briley se apaixonou pelo Corey dois anos antes. De vez em quando, Alyvia ainda armava para ela. Felizmente, Briley sabia se defender bem, se não já teria sido prejudicada inúmeras vezes.

Ao pensar no Corey, uma dor aguda passou pelos olhos de Briley. Já tinham se passado dois anos, como ela ainda não entendia que ele é um idiota que a traiu mais de uma vez?

"Senhorita, você ainda não disse para onde ir." Falou o taxista.

"Ah, Comunidade Sufnola, por favor."

A Comunidade Sufnola era onde ficava a casa que ela alugava. Briley era médica, então era comum ficar acordada até tarde ou passar a noite de plantão no hospital. A casa dela ficava relativamente longe do hospital, então ela alugou um imóvel próximo para descansar depois de fazer horas extras.

Após retornar à casa alugada, ela tomou um banho e foi dormir. O dia seguinte era a folga dela, então Briley poderia descansar bem.

Assim que ligou o celular, ela recebeu outra ligação de Alyvia: "O Sr. Potts ficou muito zangado depois que você foi embora tão repentinamente! Vou mandar uma mensagem para o hotel dele e você precisa ir até lá se desculpar!"

Ir até o hotel me desculpar? Alyvia estava ligando para pedir que ela se humilhasse?

Alyvia nunca abriria mão de uma chance de destruí-la.

A boca de Briley estava contorcida em um rosnado, mas ela disse obedientemente: "Se o Sr. Potts ficar com raiva, você vai perder o papel principal? É tudo culpa minha. Eu devo desculpas à ele."

Desculpas, né? Ela deveria levar um presente também? Bom, ela estava determinada a providenciar um grande presente para o Sr. Potts, o que a fez rir.

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