eira de couro à minha frente. O Dragon's Den pulsava ao nosso redor, com suas luzes âmbar e o murmúrio grave das conversas, mas minha atenção
cebesse que eu aguardava uma resposta à minha pergunta. O silêncio entre nós era quase p
delicadas mas inquietas, que logo folheavam as páginas com uma urgência que traía seu nervosismo. A caligrafia, visível mesmo de onde eu estava, era elegante e precisa, traços suaves que pareciam refletir a mulher à minha frente – uma jor
rriso, surpreso com s
to. Do jeito
ainda intocado entre minhas mãos. Ela provavelmente imaginava que a forma mais segura de conseguir o que quer que fosse seu
os-claros, presos em um rabo de cavalo, deixavam mechas soltas que emolduravam o rosto, os olhos verdes por detrás das lentes do óculo
nada, Mia prosseguiu, um pouco de
ca dividida, e acho que seria uma boa oportunidade, caso tenham interesse, de... contar o seu lado da história. - Ela falava rápido, as palavras tropeçando umas nas outras
do, por assim dizer – o que, para você, talvez seja mais fácil entender como o braço direito. - Ela assentiu, absorvendo a informação
íade, já estava ciente de que Lee iria gostar
os olhos arregalados por um instante, provavelmente não imaginava
em meus lábios. Aqueles olhos verdes, brilhando sob a luz âmbar do
uma honestidade que me fez rir inter
eu podia apenas imaginar sob o tecido. O blazer, rígido e formal, parecia uma armadura mal escolhida, escondendo o que poderia ser uma figura estonteante. Em minha mente, visualizei pelo menos três estilos de roupa
enha ficado mais ereta e seu olhar mais sério. Porém
lista desastrada. - Foi um prazer conhecê-lo, Sr. Zhao. - Ela fez um aceno de cabeça ao se levantar, mas me coloquei diante dela, bloqueando seu
a voz suave, mas com um toque de autoridade. Ela hesitou, considerando a proposta, mas a lógica prevaleceu – ela sabia que eu precisaria con
uase correndo, sem me dar chance de responder. Encarei o papel em minhas mãos
o o papel no bolso da calça. Voltei minha atenção para o uísqu
u-se com uma garrafa para reabastecer meu copo. Seu sorriso era provocante, diferen
do-se mais do que o necessário. Retribuí o sorriso, sab
respiração suave quebrando o silêncio. Levantei-me com cuidado, vestindo uma calça jeans e uma camiseta azul-escura, a jaqueta de couro jogada sobre os ombros. Na cômoda ao lado da cama, d
an sobre ela, e ele assentiu com a eficiência de sempre. Subi em minha moto, o metal frio sob minhas mãos, e coloquei o capacete, sentindo o peso familiar do couro contra a p
porta da frente, de madeira entalhada com dragões dourados, estava destrancada – um privilégio que Lee e sua esposa, Paola, insistiam em me conceder, considerando-me parte da família. Entrei sem bater, os passos ecoando no
ran
dar de cima – gemidos altos, ent
gócios, lembretes de reuniões, nada que exigisse minha atenção imediata. Minha mente vagou até o papel no bolso, e o tirei, desdobrando-o para ver o número de Mia. Salvei-o no celular como "Srta.
erno impecável e alisando a gravata com a precisão de quem está sempre no controle. Seus olhos, afiados como os de um falcão, me e
de resistir à provocação. Lee parou no último deg
l o trouxe aqui hoje? - retru
vantando-m
cumprimento, mas Lee a ignorou, puxando-me para um a
ois tapas leves nas minhas costas antes de se afas
ponder, a voz de Paola e
dos, o vestido ainda desalinhado na parte superior, mas sem mostrar nada. Ela desceu correndo
nto haviam sentido minha ausência – e o quanto eu sentia falta deles. Paola se afastou, colocando as mãos em m
perguntou, exatam
aparentemente, está melhor do que eu. Meu irmão apar
to Lee me lançou um olhar fulminante em av
tei, passando
a a ajustar o vestido, notando finalmente o tecido desalinhado que, embora não m
eletrodomésticos de aço inoxidável. O aroma de café fresco e pão quente
ão vai colar, por mais que Paola queira acreditar nisso. - Paola me lançou um sorriso triste, pegando pratos da cristaleira sem per
haram de curiosidade, enquanto Lee nem se deu ao trabalho de olh
atar? - brincou ele, servin
alista e quer contar um pouco sobre como é a n
térias ofensivas nos jornais, as investigações paralis
a nosso favor. Talvez mais pessoas necessitadas aceitem a ajuda da Tríade nos bairros pobres e com alta criminalidade. Se a ideia é assumir a cidade aos
Supervisione cada passo dela, leia cada matéria antes de ser publicada, peça uma cópia para registro e faça ela assinar um contrato de sigilo. Se a identidade d
te da ameaça, mas não disse nada. Como filha
er sobre a novidade de que ele queria assumir Chinatown. Paola pareceu animada, alheia a nossas trocas
de café e veio até mim
Paola não ouvisse. Sorri de canto, e ele balançou a cabeça, exasperado. - Você não tem jeito! - O assunto foi encerr
com nervosismo, e um sorriso involuntário curvou meus lábios. Aquela jornalis

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