img A Nerd e o Mafioso  /  Capítulo 4 Jun - Capítulo 4 | 18.18%
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Capítulo 4 Jun - Capítulo 4

Palavras: 2477    |    Lançado em: 14/01/2025

eira de couro à minha frente. O Dragon's Den pulsava ao nosso redor, com suas luzes âmbar e o murmúrio grave das conversas, mas minha atenção

cebesse que eu aguardava uma resposta à minha pergunta. O silêncio entre nós era quase p

delicadas mas inquietas, que logo folheavam as páginas com uma urgência que traía seu nervosismo. A caligrafia, visível mesmo de onde eu estava, era elegante e precisa, traços suaves que pareciam refletir a mulher à minha frente – uma jor

rriso, surpreso com s

to. Do jeito

ainda intocado entre minhas mãos. Ela provavelmente imaginava que a forma mais segura de conseguir o que quer que fosse seu

os-claros, presos em um rabo de cavalo, deixavam mechas soltas que emolduravam o rosto, os olhos verdes por detrás das lentes do óculo

nada, Mia prosseguiu, um pouco de

ca dividida, e acho que seria uma boa oportunidade, caso tenham interesse, de... contar o seu lado da história. - Ela falava rápido, as palavras tropeçando umas nas outras

do, por assim dizer – o que, para você, talvez seja mais fácil entender como o braço direito. - Ela assentiu, absorvendo a informação

íade, já estava ciente de que Lee iria gostar

os olhos arregalados por um instante, provavelmente não imaginava

em meus lábios. Aqueles olhos verdes, brilhando sob a luz âmbar do

uma honestidade que me fez rir inter

eu podia apenas imaginar sob o tecido. O blazer, rígido e formal, parecia uma armadura mal escolhida, escondendo o que poderia ser uma figura estonteante. Em minha mente, visualizei pelo menos três estilos de roupa

enha ficado mais ereta e seu olhar mais sério. Porém

lista desastrada. - Foi um prazer conhecê-lo, Sr. Zhao. - Ela fez um aceno de cabeça ao se levantar, mas me coloquei diante dela, bloqueando seu

a voz suave, mas com um toque de autoridade. Ela hesitou, considerando a proposta, mas a lógica prevaleceu – ela sabia que eu precisaria con

uase correndo, sem me dar chance de responder. Encarei o papel em minhas mãos

o o papel no bolso da calça. Voltei minha atenção para o uísqu

u-se com uma garrafa para reabastecer meu copo. Seu sorriso era provocante, diferen

do-se mais do que o necessário. Retribuí o sorriso, sab

respiração suave quebrando o silêncio. Levantei-me com cuidado, vestindo uma calça jeans e uma camiseta azul-escura, a jaqueta de couro jogada sobre os ombros. Na cômoda ao lado da cama, d

an sobre ela, e ele assentiu com a eficiência de sempre. Subi em minha moto, o metal frio sob minhas mãos, e coloquei o capacete, sentindo o peso familiar do couro contra a p

porta da frente, de madeira entalhada com dragões dourados, estava destrancada – um privilégio que Lee e sua esposa, Paola, insistiam em me conceder, considerando-me parte da família. Entrei sem bater, os passos ecoando no

ran

dar de cima – gemidos altos, ent

gócios, lembretes de reuniões, nada que exigisse minha atenção imediata. Minha mente vagou até o papel no bolso, e o tirei, desdobrando-o para ver o número de Mia. Salvei-o no celular como "Srta.

erno impecável e alisando a gravata com a precisão de quem está sempre no controle. Seus olhos, afiados como os de um falcão, me e

de resistir à provocação. Lee parou no último deg

l o trouxe aqui hoje? - retru

vantando-m

cumprimento, mas Lee a ignorou, puxando-me para um a

ois tapas leves nas minhas costas antes de se afas

ponder, a voz de Paola e

dos, o vestido ainda desalinhado na parte superior, mas sem mostrar nada. Ela desceu correndo

nto haviam sentido minha ausência – e o quanto eu sentia falta deles. Paola se afastou, colocando as mãos em m

perguntou, exatam

aparentemente, está melhor do que eu. Meu irmão apar

to Lee me lançou um olhar fulminante em av

tei, passando

a a ajustar o vestido, notando finalmente o tecido desalinhado que, embora não m

eletrodomésticos de aço inoxidável. O aroma de café fresco e pão quente

ão vai colar, por mais que Paola queira acreditar nisso. - Paola me lançou um sorriso triste, pegando pratos da cristaleira sem per

haram de curiosidade, enquanto Lee nem se deu ao trabalho de olh

atar? - brincou ele, servin

alista e quer contar um pouco sobre como é a n

térias ofensivas nos jornais, as investigações paralis

a nosso favor. Talvez mais pessoas necessitadas aceitem a ajuda da Tríade nos bairros pobres e com alta criminalidade. Se a ideia é assumir a cidade aos

Supervisione cada passo dela, leia cada matéria antes de ser publicada, peça uma cópia para registro e faça ela assinar um contrato de sigilo. Se a identidade d

te da ameaça, mas não disse nada. Como filha

er sobre a novidade de que ele queria assumir Chinatown. Paola pareceu animada, alheia a nossas trocas

de café e veio até mim

Paola não ouvisse. Sorri de canto, e ele balançou a cabeça, exasperado. - Você não tem jeito! - O assunto foi encerr

com nervosismo, e um sorriso involuntário curvou meus lábios. Aquela jornalis

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