e papéis espalhados ao redor, enquanto a luz da manhã filtrava-se pel
ombras, com relatórios de incêndios misteriosos, testemunhas evasivas e rumores de uma organização que oscilava entre benfeitora e temida. Estava prestes a reunir minhas coisas para sair rumo à reda
mas com um toque de formalidade que me pegou desprevenida. Ele me convidou para um almoço à tarde, para "tratar de negócios". A
i, tentando soar profissional,
m sinal, certo? Se a resposta fosse um não, ele não se daria ao trabalho de me contatar, muito menos de p
ngas e abotoadao. Por cima encaixei um blazer de corte reto na cor azul marinho e um sapato de salt
Girei a chave na ignição, rezando para que ela colaborasse. Como de costume,
ânsito matinal era um caos organizado, com táxis amarelos cortando o caminho e pedestres apressados nas faixas. Pedi a Deus que
pre, um labirinto de divisórias brancas e máquinas de escrever obsoletas, com o burburinho de telefones e conversas criando
antir que não havia perdido nada importante. Escrevi uma introdução preliminar para a matéria, meus dedos voando pelo tecla
culos, demorando alguns segundos para processar suas palavras, minha mente ainda perdida nos relatórios. - Céus! Você está com aquele olhar de novo. - exclamou
book com um clique e pegando minha bolsa. Mas não pude evi
a versão jornalista louca esteja de volta. - Encarei-a, confusa, e ela abriu um sorriso ainda maior, quase maternal. - Você é minha me
beça negativamente, mas sentind
nador. - Hoje vou almoçar fora. Consegui um contato da... - Parei imediatamente ao ver Tyler passar por nós, seus olhos de falcã
seus lábios se curvando
ou à loucura. - Pelo visto a visita ao pub serviu de algo. Finalmente! Mal posso crer que vivi para ver Mia Harris viver uma aven
ntindo o calor subir às bochechas.
vamos o caminho para a saída. - Eu sei que você quer dar tudo de si nisso, e sei o que está em jogo, mte insatisfeita. - Ok, ok! Entendi, serei cuidadosa. - corrigi, levantando as mãos em
grave o suficiente para fazer os pelos da minha
acando sua pele e o sorriso de canto que já começava a me desestabilizar. Ele estava terrivelmente
no braço como aviso. Jun se aproximou, o sorriso de canto se a
- apresentei, tentando manter a compostura. Iris parecia ter esquecido c
aguejou ela, fazendo um leve aceno de cabeça enqua
trangedor, mas ele parecia à vont
ei, ansiosa para escapar da
suave como veludo, o que só piorou o estado d
seguir ao lado dele, Iris segurou m
ser cuidadosa e monta nesse h
o nos olhou de esguelha, ainda sorrindo, e aposto que meu rosto denunciava tudo. E
arecia afetá-lo, mas fazia a palma das minhas mãos coça
o! - falei, evitando encará-lo, ajusta
eitado. A Tríade não trata assuntos de trabalho por telefone. Você sabe, podem estar grampeados. - Ele me lançou
cava por que ele não sugerira irmos de carro. Jun abriu a porta pa
es de cristal, criando um brilho sutil que iluminava o salão. Uma música clássica suave preenchia o ar, complementando a sensação de luxo que permeava o local. As mesas, decoradas com arranjos de flores
do, o bloco de notas e a bolsa apoiados ao meu lado. O cardápio, ricamente encadernado, oferecia uma seleção de pratos sofisticados, muitos dos quais eu nunca ouvira falar, com ingredientes que pareciam caros só de ler. Notei opções de comida chinesa, o que não me surpreend

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