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O ceo bilionario e a virgem: o plano para seduzi-lo

O ceo bilionario e a virgem: o plano para seduzi-lo

5.0
5 Capítulo
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Amor à primeira vista? Para Hanna, sim, mas seria um desafio seduzir o CEO mais cobiçado de Nova York. Ainda mais tendo uma grande concorrência, mas ela não desistiria fácil. Ela tem um plano para conquistar o CEO. Ele tem a fama de ser um empresário destemido e sedutor. O único problema com esse plano: o chefe não fica com funcionários... nem com virgens. Hanna sempre foi uma garota tímida que se vestia como uma nerd, o que sempre foi um problema, pois era alvo de muitas fofocas, risadinhas e brincadeiras de mal gosto. Ao entrar em Harvard, ela, que era a herdeira de um magnata, sonhava em se tornar uma grande executiva. Mas as coisas se complicaram no meio do caminho, pois, fatidicamente ela esbarrou em um verdadeiro cafajeste. No último ano da faculdade, Ian era cercado por mulheres, tinha tudo o que desejava, pois era o único herdeiro de uma família dona de uma multinacional. Esbarrar na nerd de óculos não mexeu com sua vida, mas esse dia mudaria o rumo da sua história, pois, anos depois, essa garota desengonçada se tornou uma mulher linda, inteligente, que bolou um plano para conquista-lo. Conseguir o cargo de sua assistente era fácil, mas seduzir o chefe cafajeste que presava pelo seu trabalho, seria seu maior desafio.

Índice

O ceo bilionario e a virgem: o plano para seduzi-lo Capítulo 1 Prologo

Estava sentada sobre uma das mesas de madeira do lado de fora da universidade, como se aquele fosse o meu lugar no mundo, observando com uma devoção quase silenciosa Ian Novak jogar bola no gramado. Meus óculos fundo de garrafa e minha roupa brega, que em qualquer outro dia seriam motivo de desconforto, simplesmente deixaram de importar. Em Harvard, onde cada passo parecia ser analisado e julgado, eu já deveria estar me preocupando em me encaixar. Mas não naquele momento. Não quando ele estava ali.

Meu livro repousava aberto sobre o meu colo, esquecido, inútil. As palavras não faziam sentido algum quando minha atenção estava completamente presa a ele. Ian corria com facilidade, como se o mundo se abrisse à sua passagem. Usava uma camisa simples, levemente aberta no pescoço, calça surrada e um casaco do time - provavelmente emprestado a alguma das garotas populares que o cercavam. Tudo nele parecia casual demais para alguém que carregava tanto destaque.

Seus cabelos negros estavam perfeitamente desalinhados, algumas mechas caindo sobre a testa suada. E aqueles olhos... azuis, claros, vivos - lembravam o céu limpo de uma manhã em Nova York, aquele tipo de azul que prende, que chama, que não deixa escapar. Ele sorria enquanto jogava, e esse sorriso... era o tipo de coisa que fazia qualquer garota acreditar que tinha sido feito só para ela.

Ian Novak era exatamente o tipo de homem que não precisava tentar. A riqueza de sua família, sua posição como herdeiro único, tudo isso já o colocava em um pedestal inalcançável. Harvard inteira parecia girar ao redor dele. Garotas lindas, impecáveis, inteligentes - todas queriam um pedaço daquele mundo perfeito que ele representava.

Mas, curiosamente, não era isso que me prendia.

Não era o dinheiro.

Era ele.

Lembro perfeitamente da primeira vez que o vi. Foi há uma semana - embora pareça que tenha sido há uma vida inteira. Eu estava correndo pelo corredor, atrasada como sempre, os braços cheios de livros, a mente perdida em pensamentos que nunca sabiam ficar em silêncio. E então... eu bati nele.

Foi um impacto ridículo.

Meus livros caíram no chão, espalhando-se como se quisessem anunciar ao mundo o meu desastre ambulante. As pessoas pararam. Algumas riram. Eu senti meu rosto queimar, o constrangimento subindo pelo meu corpo como uma onda impossível de conter.

Mas ele não riu.

Ian se abaixou.

Simples assim.

Abaixou-se ao meu lado e começou a juntar meus livros como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Como se eu não fosse um espetáculo constrangedor no meio do corredor.

- Você está bem? - ele perguntou.

E naquele momento... eu esqueci como falar.

Minhas palavras desapareceram, minha mente travou, e tudo o que consegui fazer foi balbuciar algo que provavelmente deveria ser um "obrigada". Quando finalmente tive coragem de erguer os olhos, encontrei aquele sorriso - calmo, gentil, quase impossível.

E foi ali.

Ali que tudo começou.

Agora, uma semana depois, minha vida parecia ter sido reorganizada em torno dele. Ian estava em todos os lugares - ou talvez fosse eu que estivesse sempre onde ele estava. Minha rotina, meus caminhos, até meus horários... tudo parecia se ajustar silenciosamente para que eu pudesse vê-lo, nem que fosse por alguns minutos.

Eu sabia que era ridículo.

Sabia que ele nunca me olharia como olhava para as outras garotas - aquelas que pertenciam ao mundo dele. Eu era apenas a garota desengonçada, de óculos grandes e roupas erradas, alvo fácil de olhares tortos e risadas abafadas.

Mas, de alguma forma... isso já não importava mais.

Porque desde aquele dia, algo dentro de mim mudou.

Minha atenção, meus pensamentos, meus desejos... tudo passou a girar ao redor de Ian Novak.

E, pela primeira vez, eu não queria fugir disso.

Inclinei levemente o rosto, observando-o mais uma vez, deixando que um sorriso lento se formasse em meus lábios.

- Você ainda será meu, Ian Novak... - sussurrei, quase como um segredo que o vento levaria. - Pode não ser agora... mas eu vou fazer de tudo para me tornar a sua esposa.

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