cortinas claras, desenhando sombras suaves nas paredes, e por alguns segundos permaneci ali, deitada, apenas respirando. Ainda era estranho p
va tud
om os o
om os s
que, muitas vezes,
is, minha franja certinha demais. Eu parecia um rascunho mal acabado em meio a pessoas que nasceram prontas. E ainda
porém, nada d
ia de
stava
rganizada, focada, disciplinada. Eu não tinha dúvidas: tiraria uma boa nota. Eu sempre dava tudo de mim. Não era apenas
otões, simples, confortável, combinado com uma bota escura. Soltei os cabelos, ajustei os
livros, minh
a organizar o dia, a ensaiar mentalmente cada passo. Eu repetia conteúdos na cabeça, pla
fui recebida pelo caos habitual. Alunos por toda parte, voze
stumada a passar por
Quando entrei na sala, o cenário era o de sempre.
e seu n
al pe
acontecimentos históricos. Ele ria junto, exibindo-se para todos ao
olhos, sile
a o meu
u ca
ndo Scarlett elevava a voz propositalmente ao falar de assuntos "femin
e par
, respirei fundo e esperei
nalmente se aquietou. A prova foi di
só
uest
confortável d
nquila de que tinha feito o meu melhor. Guardei minhas coisas
ntã
i em a
das minhas mãos e se espalhassem pelo chão. Meu corpo vacilou, quase caindo, ma
olhei p
no i
tudo rápido, desaparecer rápido,
entã
ê est
vo
onge
tei o
.. simples
stava
a, o rosto bem desenhado, a barba rala que parecia calculada, os cabelos negros levemente
ar
jog
mento... nada d
pensar era em como ele
sua frente - ele continuou
nseguia r
gua parec
ente...
i dizer, finalmente, em um
, um gesto automático, nervoso demais. Peguei meus li
me o
ensamento atravessou min
tá ven
a ro
ócu
je
s desa
ém como Scarlett. Bonita, confiante, perfeit
u não
ca
isso, fiz o qu
u
sequer perguntar o nome
tarde
tro de mim... j
ras... nada fazia sentido. Minha mente estava presa naquele
era
nde
l c
l a
am a se acumular, in
meira vez desde q
algo di
com
i
ém não era cruel como a maioria. Parecia...
lembrava, meio sem jeito
a
m volta. Metade des
re
insi
evi m
ntã
so estivesse bri
pa
l
nossa
rpo pa
o desa
ompletamente alheio à minha existência. C
olhou
r um s
eu fui só
cide
a m
apontando d
e então sorriu, reco
. Filho de um dos homens m
No
oou dentr
vou
rc
quele momento.
. Tomei banho, vesti meu pijama confortável e me sentei na c
i o c
urei p
No
me tivesse se tornado
nca me in
nc
onquistas. Eu queria crescer, construir uma caragor
istia em voltar
le o
e sor
ado dentro de mim... algo que eu não
nquie
des
idade quas
to, sentindo meu coração bater um
primei
a pensando n
pensand

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