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Sunny

3 Livros Publicados

Livros e Histórias de Sunny

Ferramenta do Destino, Senhora do Mundo

Ferramenta do Destino, Senhora do Mundo

5.0

O ar no escritório do advogado era abafado, pesado, e eu, como uma espectadora invisível, flutuava, enquanto o testamento de Pedro, o homem com quem passei dez anos da minha vida, era lido. "Eu, Pedro Almeida, deixo todos os meus bens, incluindo a empresa \'Construções Futuro\', para a minha amada, Juliana Bastos." Um silêncio chocado. Eu lembrava da dor aguda, mas agora era apenas um frio entorpecente. O advogado continuou, sua voz monótona e cruel: "Minha ex-parceira, Sofia, com quem não tenho mais nenhuma ligação emocional, deverá organizar meu funeral e cuidar de Juliana em seu luto." Cada palavra era um tapa. Ele me legava tarefas e dor, enquanto entregava a ela a fortuna que eu ajudei a construir. A fortuna erguida sobre minhas ideias, meus projetos, minhas noites em claro. Lembrei-me do nosso pequeno apartamento, do cheiro de macarrão instantâneo, de mim curvada sobre a prancheta até as três da manhã, enquanto ele dormia. Ele prometia o mundo. Ele me deu o mundo, sim. O mundo da humilhação e da servidão. Percebi com clareza terrível: eu nunca fui uma parceira. Eu era uma ferramenta. Uma arquiteta talentosa e barata, uma empregada doméstica sem salário, uma cuidadora para usar e descartar. Ele usou minhas ideias para a empresa, meu talento para prêmios, e quando a herdeira rica apareceu, ele me descartou como lixo. E agora, morto, me queria servindo a mulher que tomou meu lugar. Uma raiva fria e profunda borbulhou, diferente da primeira vez, quando a dor e o choque me cegavam. Todo meu sacrifício, amor, dedicação... para quê? Para ele viver no luxo e depois me deixar limpar sua sujeira final? A injustiça me sufocava. Eu via o rosto satisfeito de Juliana, as lágrimas de crocodilo, e a arrogância dos pais dele. Todos sabiam. Todos concordavam. Naquele momento, revivendo minha tragédia, um pensamento tomou forma: se eu tivesse outra chance. Ah, se eu tivesse apenas mais uma chance, as coisas seriam muito, muito diferentes. O telefone tocou, me puxando para fora do torpor. Era Juliana. "Sofia? É a Juliana." A voz dela era falsamente doce, mas carregada de triunfo. "Eu só queria dizer que sinto muito por tudo. Sei que deve ser um choque para você. Mas o Pedro me amava de verdade. Ele só estava esperando o momento certo para te contar. A fortuna... bem, foi a maneira dele de garantir que eu ficasse bem." Cada palavra era uma provocação. Ela não sentia muito. Ela estava se deliciando com a minha dor. Antes que eu pudesse responder, a campainha tocou insistentemente. Abri a porta e dei de cara com a mãe de Pedro. "Sua descarada!", ela gritou, tentando me empurrar. "Você achou que ia conseguir alguma coisa, não é? Meu filho nunca te amou! Ele só te usou porque você era útil! Agora saia desta casa! Isso tudo pertence à Juliana!" Ela avançou. Eu recuei, chocada. Mas a raiva do testamento voltou. Eu não seria mais um saco de pancadas. Quando ela tentou me agarrar, segurei seus pulsos com força. "Saia da minha casa," eu disse, com uma voz fria que eu mesma não reconheci. Ela recuou, lançando-me um olhar de puro ódio antes de ir embora, gritando ameaças. Fechei a porta, tremendo. Não de medo. De raiva. Eu não os deixaria me destruir. Naquela mesma semana, contratei um advogado. Eu tinha provas. E-mails, rascunhos, testemunhas. Provas de que a 'Construções Futuro' foi construída sobre meu trabalho. Eu lutaria pelo que era meu. O processo foi longo e desgastante. A família de Pedro e Juliana usaram todo o dinheiro e influência para me difamar. Pintaram-me como aproveitadora, ex-namorada amarga e gananciosa. Mas eu persisti. No dia do veredito, o juiz bateu o martelo. "A corte decide em favor da senhorita Sofia. Fica provado que ela é cofundadora intelectual da empresa \'Construções Futuro\' e tem direito a cinquenta por cento de seus ativos." Uma onda de alívio me inundou. Eu tinha conseguido. Justiça. Por um breve momento, eu senti que podia respirar de novo. Saí do tribunal e entrei no carro, exausta e triunfante. Liguei para minha mãe para dar a boa notícia. Enquanto o telefone chamava, dirigi para casa, sonhando com o futuro. Um futuro onde eu finalmente estaria livre de Pedro e sua sombra. Foi quando eu vi os faróis. Um caminhão vindo na contramão, em alta velocidade. Não tive tempo de reagir. O impacto foi brutal. Metal se contorcendo, vidro quebrando. E então, uma dor lancinante e a escuridão. Minha última visão consciente foi a de dois rostos na janela do meu carro destruído. Pedro e Juliana. Eles não pareciam preocupados ou chocados. Eles sorriam. "Que pena", disse Juliana, com a voz gotejando sarcasmo. "Parece que você não vai poder aproveitar seu dinheiro, Sofia." Pedro se inclinou, seu rosto uma máscara de desprezo. "Eu te avisei para não mexer comigo. Você nunca aprendeu, não é? Você sempre foi tão ingênua. Agora, tudo é meu. E da Juliana. Como deveria ter sido desde o começo." A escuridão me engoliu. A última coisa que senti foi a raiva queimando, a injustiça me consumindo. Eles tinham me tirado tudo. Minhas ideias, minha carreira, meu amor, e finalmente, minha vida. E eles saíram impunes. O cheiro de gasolina e pneu queimado invadiu minhas narinas. Abri os olhos, piscando contra a luz forte de um poste. Eu estava no meu carro. O airbag acionado. O para-brisa trincado. Meu coração disparou. O caminhão. O acidente. Mas... algo estava errado. Eu me toquei. Eu estava viva. Inteira. Olhei pela janela. Reconheci o lugar. Era a rotatória perto do centro de convenções. E a data no painel do carro. Era o dia. O dia em que Pedro me humilhou publicamente, anunciando o noivado com Juliana em um evento da empresa, após apresentar um projeto meu como se fosse dele. Eu tinha sofrido um pequeno acidente a caminho do evento. Na vida passada, ajudei uma senhora que havia caído e cheguei atrasada, a tempo de ver meu mundo desmoronar. Gritos me tiraram dos pensamentos. A senhora. Ela havia caído, sua bolsa espalhada pela calçada. Na vida passada, corri para ajudá-la, a "boa samaritana" de sempre. Desta vez, pisei no acelerador. O carro cantou pneu. Eu não olhei para trás. A senhora seria ajudada por outra pessoa. Não por mim. Não mais. Minha mente estava a mil por hora. Renascimento. Eu voltei no tempo. Voltei para o dia em que tudo começou a dar errado. Uma risada borbulhou no meu peito, meio louca, meio aliviada. Eu não estava morta. E tinha uma segunda chance. Uma chance de fazer tudo diferente. Na vida passada, minha bondade só me trouxe dor. Ajudei a senhora e torci o tornozelo, uma lesão que me assombrou por anos. Fui a "justiceira" no trabalho e acabei isolada. Fui a parceira leal e fui traída e morta. Chega. Nesta vida, eu só cuidaria de mim e da minha família. Minha mãe, Lúcia. Meu irmão, Miguel. O resto do mundo que se dane. Dirigi direto para casa, ignorando as dezenas de chamadas de Pedro. Cheguei, liguei o computador e, com as mãos tremendo de adrenalina, fiz algo que mudaria tudo. Vendi as poucas ações que minha avó tinha me deixado. Eram de uma empresa de tecnologia que, eu sabia, iria à falência em seis meses. Com o dinheiro, comprei ações de uma pequena startup de energia renovável que ninguém conhecia, mas que, eu sabia, se tornaria um gigante em dois anos. Era meu primeiro passo. Minha primeira vingança. Meu telefone tocou de novo. Era Pedro. Desta vez, atendi. "Sofia! Onde você está? Eu preciso da versão final da apresentação! O evento começa em uma hora!" A voz dele era arrogante, exigente. Eu respirei fundo, sentindo um poder que nunca tive antes. "Pedro", eu disse, com a voz calma e fria. "O quê? Anda logo, me manda o arquivo!" "Eu não vou mandar nada. E, a propósito, terminamos. Pegue suas coisas do meu apartamento até o final do dia." Houve um silêncio chocado do outro lado da linha. "O que... O que você disse? Você ficou louca? Sofia, não brinque com isso agora! Minha carreira depende dessa apresentação!" Sua carreira. Não a nossa. A dele. A carreira que ele estava construindo nas minhas costas. "Esse é o seu problema, não o meu", eu disse, e desliguei. Imediatamente, bloqueei o número dele. E o de Juliana. E o dos pais dele. Sentei-me no sofá, o mesmo sofá onde chorei por dias na minha vida passada. Mas desta vez, eu não estava chorando. Eu estava sorrindo. O jogo tinha virado. E eu estava pronta para jogar.

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Fora da Gaiola Dourada

Fora da Gaiola Dourada

5.0

No Porto, eu era Liana, a mulher do poderoso produtor de vinhos Diogo Santos, tratada por ele como uma princesa. A nossa vida parecia um conto de fadas, invejada por todos – mas eu sentia-me presa numa gaiola dourada. Há uma semana, um vídeo anónimo rasgou o véu: Diogo, na sua adega, beijava apaixonadamente a sua sommelier, Sofia. O meu mundo perfeito desmoronou. A traição era profunda. Eu ouvi-o sussurrar a Sofia que eu era "apenas a Sra. Santos, uma fachada". Ela, grávida do filho dele, provocava-me com as nossas joias iguais. A dor atingiu o clímax num brutal acidente de iate no Douro, onde Diogo a protegeu a ela, não a mim, nem ao nosso bebé. Sofri um aborto devastador. Como podia ele, o "marido do século" , ser tão cruel? A sua pública devoção era uma farsa, um teatro para me prender. A perda do meu filho, sacrificado pela sua duplicidade, deixou um vazio que nenhuma mentira podia preencher. No aeroporto, no meu voo para a liberdade, o ouvi declarar publicamente que eu era "apenas um erro". Assinei os papéis do divórcio. Naquele instante, a minha nova vida começava. Eu iria reconstruir-me longe, mas a sua obsessão não me deixaria em paz.

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O Naufrágio da Minha Alma

O Naufrágio da Minha Alma

5.0

Na minha vida passada, Duarte Moreno sacrificou tudo por mim, até a própria vida, para me salvar. Nesta vida, renasci com o único desejo de o amar e de me redimir. Mas o homem que encontrei era frio, distante, cruel, e eu percebi cedo que ele também se lembrava. O meu destino selou-se quando ele me trancou numa adega fria e húmida. Ele forçou a minha mãe, de saúde frágil, a uma perigosa doação de medula óssea para a sua amante, Sofia. Era a sua vingança, um teste monstruoso à minha sinceridade, ignorando o meu arrependimento. A crueldade de Duarte não conhecia limites: fui sujeita a humilhações públicas, forçada a lavar os pés da amante. Ele até ordenou que me partidossem os dedos. Num golpe final, acusou-me de empurrar o seu avô pelas escadas, ignorando as minhas súplicas e a verdade. O homem que na vida anterior vendera as suas vinhas mais preciosas para me salvar, neste ciclo, tornara-se o meu carrasco cego, sedento de vingança. A dor era insuportável, a injustiça enlouquecedora. Como podia ser este o mesmo homem que me prometeu amar até à morte? Sem mais forças para lutar, e perante o seu derradeiro castigo de exílio, decidi que só havia uma saída para encontrar a minha paz e liberdade. Com a ajuda da minha prima, orquestrei uma fuga engenhosa sob um disfarce sinistro. Para Duarte e para o mundo, Leonor Almeida morreria naquela noite, num naufrágio, e nunca mais seria encontrada.

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Ela estava ferida. Ela foi intimidada e ridicularizada. E a única esperança que a mantinha era encontrar seu companheiro. Ela sempre foi fraca. Fraco para o mundo. Por quê? Porque ela era uma lanterna. Ela não tinha um lobo. Isso é o que todos pensavam sobre ela. Quando ela encontrou seu companheiro, ele queria que ela fosse sua puta e não uma esposa. Ela pode ser um ômega, mas isso não significa que ela vai levar deslealdade e traição de ânimo leve. Então ela fez algo que ninguém na história jamais fez. Ela rejeitou um Alfa. "Eu, Alexis Clark, rejeito Brandon Sterling, o alfa do Black Mist Pack, e me considero uma alma livre até que eu decida."; Foram suas últimas palavras antes que ela deixasse aquele lugar torturante e se tornasse uma desonesta. Um ladino que todos estavam temendo e encontrando. Por quê? Porque ela era a malvada que se tornou um dos maiores problemas de quase todas as matilhas do país. Ela era Alexis Clark. Um ladino que rejeitou um Alfa, alimentou furtivamente, matou outros ladinos, e mais do que isso foi viver com humanos e estudar com eles. O que acontecerá quando o caso dela for entregue ao alfa mais perigoso do mundo, Sebastian Sinclair, que assumiu a responsabilidade de punir esse ladino. Aquele que odiava ladinos e ômegas a um nível que estava além da compreensão. Por quê? Porque seu companheiro era um ômega, que o traiu com um ladino antes de morrer. Como Alexis enfrentará esse alfa, em cuja faculdade ela estudou e viveu escondida por quase um ano? O que Sebastian fará quando descobrir que a nova garota com quem ele estava conversando não é outra senão o ômega desonesto que ele decidiu matar? "Amar você com todas as minhas forças era meu único desejo, mas você foi o único que me deu um sofrimento sem fim. Então hoje, prometo a mim mesma não me apaixonar por ninguém."; Um ditado simples que tanto Alexis quanto Sebastian juraram. Eles serão capazes de encontrar seu amor em meio a todos esses problemas?

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Por cinco anos, fui o bem mais precioso do meu marido. Não porque ele me amava, mas porque eu carregava o coração de seu primeiro amor morto, Isadora. No nosso quinto aniversário, um fantasma atravessou nossa porta da frente. Isadora estava viva. Ela riu e disse ao meu marido que sua "morte" foi um teste de cinco anos para o amor dele. "E o coração dentro de você?", ela debochou, olhando para o meu peito. "Ah, querida. Aquele não é o meu coração. Deve ter pertencido a alguma outra coitada." A base da minha vida, a razão inteira da minha gaiola de ouro, era uma mentira.

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A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata - Crônicas de Aethelgard

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Uma Tecelã sem visão, um Lobo sem matilha. Um mundo entre o Vazio e o Ferro. Em um reino onde a realidade é tecida por fios de energia invisíveis, a jovem Aurora nasceu na escuridão, mas destinada a ser a "Noiva da Alvorada". O que começou como uma jornada de autodescoberta e sobrevivência transformou-se em uma guerra divina que atravessou eras. Ao longo da história acompanhamos a evolução de uma órfã cega que se tornou a guardiã da Trama de Aethelgard. Ao seu lado, Caspian, o Rei Sombrio que se tornou capaz de assumir a forma de um colossal Lobo de Prata, deixou de ser só um protetor relutante para se tornar o coração da resistência. Juntos, eles enfrentam os inimigos que estão determinados a apagar a existência do mundo, apenas para descobrir que a vitória tinha um preço amargo. Agora, na conclusão desta jornada, o verdadeiro senhor das sombras despertou, Morgath, o Rei Bruxo, não quer o fim do mundo, ele quer a sua posse absoluta. Com suas Sete Torres de Ferro e seus exércitos de mortos, ele busca o que Aurora possui de mais precioso, o seu Sopro Final. Ele não quer apenas derrotá-la, ele quer transformá-la na Oitava Torre, usando sua luz para escravizar a eternidade. Das florestas de Valverde às profundezas das Bibliotecas de Pedra, "A Noiva da Alvorada e o Lobo de Prata" é o relato definitivo de uma aliança forjada no sangue e no amor. Uma história sobre como a esperança pode ser mais dura que o aço e como, mesmo na noite mais profunda, dois corações podem tecer o destino de todo um universo.

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Eu não sabia que a vida podia mudar num instante. Perdi tudo naquele dia fatídico: os meus pais, os meus irmãos, os meus amigos, a minha casa, tudo! Só porque era considerada bonita, tive de fugir e esconder-me como se fosse a pior dos criminosos. Nunca imaginei que o meu destino fosse tão cruel; por minha causa, perdi tudo o que amava. Desde aquela noite, tento fugir sem sucesso; eles encontram-me sempre. Até que, a meio da noite, sou levantada por garras enormes e transportada para lugares longínquos e estranhos. Sempre que sou encontrada, este ser salva-me. Quem será ele? Não faço ideia. Com medo? Sim, muito. No entanto, aguardo-o todos os dias para me salvar.

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Da Ruína à Noiva Bilionária

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Meu pai criou sete órfãos brilhantes para serem meus potenciais maridos. Durante anos, eu só tive olhos para um deles, o frio e distante Damião Paiva, acreditando que sua distância era um muro que eu só precisava derrubar. Essa crença se estilhaçou na noite passada, quando o encontrei no jardim, beijando sua irmã de criação, Eva - a garota frágil que minha família acolheu a pedido dele, aquela que eu tratei como minha própria irmã. Mas o verdadeiro horror veio quando ouvi os outros seis Bolsistas conversando na biblioteca. Eles não estavam competindo por mim. Estavam trabalhando juntos, orquestrando "acidentes" e zombando da minha devoção "estúpida e cega" para me manter longe de Damião. A lealdade deles não era a mim, a herdeira que segurava o futuro deles em suas mãos. Era a Eva. Eu não era uma mulher a ser conquistada. Eu era um fardo tolo a ser administrado. Os sete homens com quem cresci, os homens que deviam tudo à minha família, eram um culto, e ela era a rainha deles. Esta manhã, entrei no escritório do meu pai para tomar uma decisão que queimaria o mundo deles até as cinzas. Ele sorriu, perguntando se eu finalmente havia conquistado Damião. - Não, pai - eu disse, com a voz firme. - Eu vou me casar com Heitor Bastos.

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