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Sandra

5 Livros Publicados

Livros e Histórias de Sandra

A Maldição da Câmera

A Maldição da Câmera

5.0

Hoje é meu aniversário de 25 anos, mas não há nada para celebrar. Recebi de Lívia, minha melhor amiga, uma câmera instantânea, o mesmo "presente" que, em minha vida passada, desencadeou o inferno. Naquela vida, meus pais foram destruídos, minha carreira desmoronou e Marcos, meu namorado, me abandonou no pior momento. Perdi tudo, e só na morte descobri a verdade: foi tudo um plano diabólico de Lívia e Marcos, movido por inveja e ganância. E agora, estou de volta, no mesmo dia, com a mesma câmera amaldiçoada em minhas mãos, e a certeza de que a história se repetirá se eu piscar. Lívia, com seu sorriso falso, me perguntou: "Ana? Você não vai abrir?". Meu coração gelou, mas forcei um sorriso. Marcos se aproximou, me dando náuseas: "É uma ótima câmera, amor. Você deveria tirar uma foto de nós três agora, para comemorar." Eles não sabiam, mas o jogo que eles iniciaram, agora seria jogado sob minhas regras. Eu renasci com todas as minhas memórias de dor intactas, e desta vez, a maldição deles se voltará contra eles. Desta vez, a vingança será minha.

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Amor e Ódio: O Retorno

Amor e Ódio: O Retorno

5.0

Três anos após o turbulento término, o nome de Sofia e João, o famoso campeão da Copa do Mundo, voltou a incendiar a internet. Tudo começou com a live de um influenciador de viagens que desenterrou uma cápsula do tempo, revelando um vídeo de um jovem João, prometendo um futuro dourado... e uma Sofia radiante ao seu lado. A internet vibrava com a fofura do "casal do passado", implorando por uma reconciliação. Mas a realidade golpeou João sem dó nem piedade: "Não dá, João. Eu já me casei." A bomba explodiu: "Com o seu primo, Pedro." No badalado Prêmio Bola de Ouro, o vídeo viral ressurgiu para todos verem, forçando um reencontro público e humilhação para Sofia. João, com um sorriso sarcástico, disparou: "Quem ainda se lembra da pessoa que amou aos dezoito anos?" O golpe foi fatal, especialmente quando ele foi obrigado a entregar o prêmio de Melhor Jogadora para ela, sem sequer um olhar, apenas desprezo. A internet em polvorosa, confusa, sem entender o ódio entre eles. Mas Sofia sabia a verdade, cada palavra dele, cada traição, cada humilhação. Ela sentiu nojo, uma repulsa que corroía a alma. "João, sua memória é tão ruim assim? Naquela época, você me largou unilateralmente. Para ser mais exato, você me traiu." Com um tapa que ecoou a dor de anos, Sofia sabia que era hora de virar a página. Mas o jogo estava apenas começando e o passado, como um fantasma, insistia em assombrá-los.

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Minha Filha, Minha Dor, Minha Força

Minha Filha, Minha Dor, Minha Força

5.0

Finalmente recebi alta. Um ano de depressão pós-parto, agora curada. Hoje eu buscaria minha Sofia. Mas ao chegar na mansão dos meus sogros, a Clara, ex-namorada do meu marido, abriu a porta com um sorriso satisfeito. Ela cuidava da minha filha, supostamente. Mas Sofia estava pálida, magra, com a roupa suja e um hematoma no bracinho. Meu coração gritou quando a vi encolhida no chão frio, parecendo um animal assustado. Exigi explicações ao Pedro, meu marido, que desceu as escadas impecável, alheio a tudo. "Pedro, olhe para a nossa filha!" , implorei. "Ela está sendo maltratada!" Ele sequer olhou direito, mas defendeu Clara: "Não diga bobagens. A Clara está fazendo um ótimo trabalho. Sofia está ótima." Ele me chamou de louca, de exagerada, usando minha própria doença contra mim. E então, Clara, com aquela voz falsamente doce, usou o apelido da minha filha. "Vem, Tong Tong, meu amorzinho. A titia Clara vai te levar lá pra cima." Pedro segurou meu ombro com tanta força que não pude impedi-la de levar minha filha, que chorava nos braços dela. Não tive tempo de processar a cena, pois fomos interrompidos por um grito e um "splash" vindo do quintal. Meu sangue gelou. Corri para a piscina, e lá estava ela. minha Sofia, boiando na água. No hospital, o tempo parou ao saber que Sofia havia morrido. E Pedro chegou, preocupado apenas com Clara: "Onde está a Clara? Ela deve estar arrasada." Minha filha estava morta, e ele só pensava na mulher que a matou. Naquele hospital, com a dor me rasgando por dentro, uma certeza se formou: "Eu quero o divórcio, Pedro." No funeral, Dona Silva, minha sogra, veio me propor um acordo financeiro para eu voltar com Pedro. "Você realmente acha que pode consertar tudo com dinheiro?" "O dinheiro conserta a maioria das coisas" , ela respondeu, com um sorriso de desprezo. Mas a única coisa que eu queria era a minha liberdade. "Nunca imaginei que nossa filha poderia ser um obstáculo para eles." Tia Lúcia, uma das poucas pessoas decentes que conheci, me contou a verdade: "Eu vi como a menina estava, Senhor Pedro. Magra, assustada. A Senhora Clara não tinha paciência com ela." A raiva me impulsionou a confrontar Clara no cemitério. Ela, com um sorriso triunfante, confessou: "Eu admito, eu não gostava da menina. Eu fiz o que pude para… acelerar as coisas. Deixei a porta do quintal aberta de propósito. Eu sabia que ela gostava de ir perto da piscina." Minha filha não foi apenas vítima de negligência. Ela foi assassinada.

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Entre a Vida e a Dor

Entre a Vida e a Dor

5.0

Aos três anos, fui abandonada na porta dos Silva, um casal pobre que me criou. Ou, como eles preferiam dizer, me transformou na empregada não remunerada, no saco de pancadas de suas frustrações. Dezoito anos depois, um carro de luxo parou em nossa porta, e os ricos Fernandes me disseram que eu era a filha deles, roubada na maternidade. Meu coração, há muito anestesiado, pulsou com uma esperança avassaladora: uma família de verdade! Mas a mão cruel da senhora Silva apertou meu braço. "Fique quieta, sua imprestável", ela sibilou. Eles apresentaram Patrícia, a filha biológica deles, vestida com um luxuoso vestido branco que eu havia passado a manhã inteira a ferro. Assisti, paralisada e trancada na cozinha, enquanto Patrícia partia no carro que deveria ser meu. Naquela noite, a fúria dos meus 'pais' adotivos atingiu um novo nível, culminando em mais uma surra brutal. "Você quase estragou tudo, sua praga!" Minha alma estava dormente, mas a satisfação sombria de que a ganância deles os destruiria começou a crescer. E foi exatamente isso que aconteceu quando a van os trouxe de volta Patrícia, quase irreconhecível, o vestido branco manchado de sangue. A impostora havia sido descoberta. O jogo dos Silva, e dos Fernandes, tinha falhado. Então, eles voltaram, e eu revelei a verdade, provando minha identidade com uma pulseira de sol e uma marca de nascença de lua crescente. Livre dos Silva, fui para uma mansão luxuosa. Mas a troca de jaulas douradas veio com uma revelação chocante: eu não era a filha deles. Eu era uma doadora de medula, "concebida" para salvar Camila, minha irmã gêmea doente. "Ela precisa de um transplante que só você pode fornecer." Minha esperança se transformou em amargura; eu era apenas um objeto. À noite, ouvi o plano deles: me sedariam para a extração do osso, sem anestesia. Cuspi o "sedativo" em uma planta, fingindo ser a dócil Ana. Senti a agulha perfurar meu quadril, a dor excruciante, mas mordi a bochecha para não gritar. Lágrimas de fúria silenciosa escorreram enquanto minha medula era sugada. O transplante falhou, e a senhora Fernandes me espancou, gritando: "É sua culpa! Sua medula é podre, como você!" "Por que você está viva enquanto minha Camila está morrendo?" Mas eu tinha um plano. Escondi o ódio, fiz-me de vítima e me infiltrei no escritório dos Fernandes. Descobri diários de experimentos genéticos ilegais, um laboratório secreto embaixo do hospital, crianças "descartadas". Fotografei tudo e enviei anonimamente para a imprensa. No dia da segunda extração, a bomba explodiu: a imprensa expôs os crimes dos Fernandes, e o hospital confirmou que não tínhamos parentesco. "Outra fraude! A pulseira... a marca de nascença... Como?" O senhor Fernandes tentou me estrangular na frente das câmeras, e os poucos segundos de escuridão me mostraram que era a hora da cartada final. A polícia chegou, prendendo os Fernandes. Então, a notícia: "Camila Fernandes não resistiu. Faleceu." O pai, quebrado pela dor e ódio, gritou: "Você matou minha filha! Quem é você?" "Eu não sou a Ana," revelei. "A verdadeira Ana morreu há doze anos, por negligência. Minha mãe, que a roubou e depois me abandonou, me confessou antes de morrer de overdose." "Meu nome é Helena. E o homem que me espera... o promotor... é meu pai." Corri para seus braços, finalmente livre, não mais a Ana de reposição ou a órfã maltratada. Eu era Helena, em busca de justiça e de um novo começo.

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Não Olhei Para Trás

Não Olhei Para Trás

5.0

O telefone tocou e a voz do meu marido, Pedro, era urgente: "A Sofia sofreu um acidente de carro! Vai para o hospital, leva o cartão do banco, não te preocupes com o dinheiro." Larguei a espátula, o coração aos saltos, enquanto ele desligava apressadamente. A minha mãe estava a dias de uma cirurgia cardíaca importante e eu cozinhava para ela, mas a urgência na voz de Pedro, e o facto de a Sofia ser filha do chefe dele, fez-me correr. No hospital, encontrei a Sofia com um arranhão e um susto, nada grave. Respirei de alívio, até que o meu telemóvel tocou: era a enfermeira da minha mãe. "A sua mãe está com uma forte dor no peito, o ritmo cardíaco está instável. O médico precisa de falar consigo com urgência." O meu sangue gelou. Mas, ao tentar sair, Sr. Almeida e Pedro puseram-se à minha frente. "Não sejas egoísta, Ana. A Sofia precisa de ti. Pensa na minha carreira, na minha promoção!" Pedro apertou o meu braço, a sua voz baixa e carregada de pressão. A vida da minha mãe, uma emergência médica, era um mero "capricho" na mira da sua promoção. Como é que a minha mãe, à beira da morte, valia menos do que a promoção do meu marido? Como pude estar cega por tanto tempo? Decidir naquele instante não foi difícil. A minha mãe precisava de mim. Mas ele, em vez de se preocupar, envia uma mensagem fria: "Acabou. Quando eu chegar a casa, quero as tuas coisas fora de lá." Fui varrida da minha própria casa, com as minhas malas atiradas à porta e uma moldura partida. O que eu fiz para merecer isto? O que faria agora? Como se sobrevive a uma traição tão cruel do homem que jurou amar-te, quando tudo o que fizeste foi tentar salvar a tua mãe?

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Amor com o Alfa Errado

Amor com o Alfa Errado

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Ela estava ferida. Ela foi intimidada e ridicularizada. E a única esperança que a mantinha era encontrar seu companheiro. Ela sempre foi fraca. Fraco para o mundo. Por quê? Porque ela era uma lanterna. Ela não tinha um lobo. Isso é o que todos pensavam sobre ela. Quando ela encontrou seu companheiro, ele queria que ela fosse sua puta e não uma esposa. Ela pode ser um ômega, mas isso não significa que ela vai levar deslealdade e traição de ânimo leve. Então ela fez algo que ninguém na história jamais fez. Ela rejeitou um Alfa. "Eu, Alexis Clark, rejeito Brandon Sterling, o alfa do Black Mist Pack, e me considero uma alma livre até que eu decida."; Foram suas últimas palavras antes que ela deixasse aquele lugar torturante e se tornasse uma desonesta. Um ladino que todos estavam temendo e encontrando. Por quê? Porque ela era a malvada que se tornou um dos maiores problemas de quase todas as matilhas do país. Ela era Alexis Clark. Um ladino que rejeitou um Alfa, alimentou furtivamente, matou outros ladinos, e mais do que isso foi viver com humanos e estudar com eles. O que acontecerá quando o caso dela for entregue ao alfa mais perigoso do mundo, Sebastian Sinclair, que assumiu a responsabilidade de punir esse ladino. Aquele que odiava ladinos e ômegas a um nível que estava além da compreensão. Por quê? Porque seu companheiro era um ômega, que o traiu com um ladino antes de morrer. Como Alexis enfrentará esse alfa, em cuja faculdade ela estudou e viveu escondida por quase um ano? O que Sebastian fará quando descobrir que a nova garota com quem ele estava conversando não é outra senão o ômega desonesto que ele decidiu matar? "Amar você com todas as minhas forças era meu único desejo, mas você foi o único que me deu um sofrimento sem fim. Então hoje, prometo a mim mesma não me apaixonar por ninguém."; Um ditado simples que tanto Alexis quanto Sebastian juraram. Eles serão capazes de encontrar seu amor em meio a todos esses problemas?

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O cheiro de antisséptico no hospital se tornou o lembrete constante de uma nova e dolorosa realidade: meu irmão, Lucas, paralisado na cama. Em uma vida passada, este foi o momento exato do meu desespero, quando aceitei qualquer ajuda para curá-lo, inclusive a oferta da poderosa família Silva. Meu dom era único – minhas sobremesas podiam curar – e a filha deles, Clara, que não andava, era a promessa de cura para Lucas. Eu acreditei neles, curei Clara, mas a promessa era uma mentira cruel: eles me descartaram, destruíram minha vida e garantiram que Lucas nunca recebesse o tratamento de que precisava, levando-o à morte e, logo depois, a mim, em um mar de arrependimento. Mas agora, no mesmo hospital, com Lucas ainda pálido, o toque do meu celular e o nome "Beatriz Silva" na tela me trouxeram uma certeza fria: desta vez, eu não seria a garota ingênua; eu recusaria, e o jogo cruel deles não se repetiria.

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Lucia é uma boa pessoa simples, simpática, e comum, ela tem um anjo que a ama, e faz de tudo pra vida dela dar certo, o que fazer? se o destino é o destino.

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Setecentos anos antes de Sangue & Honra. Em um mundo onde a lua ilumina um terreno de trevas e traições, Calum Fireblade emerge das profundezas da Floresta Sufocante. Criado como um simples caçador, o destino o leva a um caminho de sangue e glória quando sua vida é devastada por uma traição inimaginável. As sombras dançam ao redor de Calum, e os corvos, espiões da noite, observam seus passos enquanto ele se transforma de um jovem perdido em um guerreiro temido. Nas cortes traiçoeiras e nos campos de batalha ensanguentados, alianças são formadas e quebradas com a mesma rapidez de um golpe de espada. Amores proibidos florescem e murcham, enquanto o poder corrupto se esconde em cada esquina. Calum deve navegar por um labirinto de conspirações e segredos sombrios, onde a verdade é uma moeda rara e a confiança pode ser fatal. Enquanto tempestades de magia antiga e vingança implacáveis varrem a terra, Calum descobre um poder adormecido dentro de si, um legado ancestral que pode mudar o curso de sua vida e do mundo ao seu redor. "Ceifador da Lua" tece uma tapeçaria complexa de personagens inesquecíveis e destinos entrelaçados, onde cada decisão pode selar o destino de reinos e a sobrevivência de almas. Neste épico de traição, paixão e guerra, a linha entre herói e vilão é tênue, e a batalha pelo poder nunca termina realmente. Calum Fireblade é mais do que um homem; ele é uma força da natureza, destinada a deixar um legado indelével nas páginas da história.

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