Livros e Histórias de Lu Meng
A Vingança da Herdeira Esquecida
No dia em que meu filho deveria nascer, meu marido, Fábio, me trancou em um depósito imundo para morrer. Enquanto eu agonizava em trabalho de parto, com a mão esmagada e sangrando, ele celebrava a chegada do filho de sua amante, Carolina, o "verdadeiro herdeiro". Sua irmã, Priscila, veio não para me salvar, mas para garantir minha morte, perfurando minha perna com uma barra de metal enferrujada sob as ordens de Fábio. "Ele está ocupado com a verdadeira herdeira. Carolina não pode ser incomodada com suas frescuras." Meu bebê, Gabriel, morreu minutos após nascer. Eu também "morri" naquele chão frio, abandonada por todos. Mas eles não sabiam que meu pai, o poderoso Otávio Caetano, forjou minha morte e me resgatou secretamente. Agora, a mulher que Fábio desprezou e tentou apagar da história está de volta. E a vingança é o único prato que servirei.
O Consolo Que Virou Rainha
A noite em Lisboa era fria, mas o verdadeiro arrepio veio de uma voz sussurrada ao meu lado. "Juliette..." O nome, proferido pelo meu namorado Hugo, saiu com uma saudade que nunca me dedicara. Deitada, imóvel, o meu coração parou de bater. A nossa relação, tão invejada por todos, desmoronou-se. Na sala, a luz do telemóvel dele chamava-me. Uma curiosidade terrível apoderou-se de mim. A galeria estava cheia de dezenas de fotos de Juliette Lawrence, a sua ex-namorada. Ele tinha-as guardado todo este tempo. O meu corpo arrefeceu. Todos os "amo-te", todas as viagens, pareceram uma farsa podre. O telemóvel vibrou, era Ricardo. instinctively atendi. "Hugo? Vais mesmo gastar essa fortuna no quadro da Juliette?" Ouvi a voz sonolenta do Hugo: "Sim, vou comprar. É a única forma de a ter de volta. Nunca amei a Liza, sabes disso. Ela é só... um consolo. Um porto seguro enquanto espero pela Juliette." Um consolo. Um arranjo. A minha vida, o meu amor, reduzidos a isso. Ele nem sequer olhou na minha direção quando saí pela porta, após a sua Juliette ligar. Humilhada, partida, sem saber para onde ir. Até que Fiona, a minha melhor amiga, veio com um pedido desesperado. "Preciso de fugir do meu casamento arranjado com Darryl Gordon." E foi aí que a ideia louca se formou na minha mente, uma única hipótese de recomeço. Uma saída, custasse o que custasse. "Eu caso com ele."
Minha Ex-Esposa Sem Piedade: Consequências Inesperadas
Quando o meu carro capotou, a última coisa que vi foi o rosto ansioso do meu marido, Miguel, a correr na minha direção. Mas quando acordei no hospital, a primeira coisa que senti foi um vazio assustador: o meu bebé de oito meses não tinha sobrevivido. A minha barriga estava vazia. Liguei para o Miguel, exausta e destroçada, mas a voz dele soou impaciente e irritada. "A Clara está bem, mas o braço dela partiu-se." disse ele, a sua voz suavizando ao falar com ela. Clara, a ex-namorada dele. Senti o meu sangue gelar. Quando lhe disse que o nosso bebé tinha morrido, houve um silêncio frio do outro lado, sem dor, sem choque. "Não podes ser tão egoísta, Sofia," ele disse, sem emoção. "A Clara quase morreu." "Era para eu ter feito o quê?" Como se eu, a sua mulher grávida, não estivesse em perigo de morte. As lágrimas escorriam enquanto o meu sogro, Afonso, me gritava ao telefone, apoiando o Miguel e a "Clara, que é como uma filha". "Um bebé pode ser feito outra vez!", gritou ele, enquanto eu olhava para a minha barriga agora achatada. Eles estavam tão ocupados a proteger a amante e a empresa que ignoraram a minha dor, o meu sofrimento, a perda do nosso filho. Acusaram-me de ser egoísta, insensível, uma incubadora avariada. Mas eles iam arrepender-se. Ali, prostrada na cama do hospital, jurei que eles iriam pagar caro pela sua crueldade e traição. O divórcio foi apenas o começo.
A Máscara Caiu: A Verdade da Família Patterson
Na noite em que o meu filho morreu, o céu estava limpo, sem uma única nuvem. O bolo de foguetão azul, intocado, esperava na mesa de jantar. O meu marido Pedro estava ali, na sala, mas não estava comigo. Enquanto o nosso Tiago, de quase três anos, ardia em febre, liguei-lhe vinte e sete vezes. Vinte e sete chamadas que ele ignorou, porque a sua sobrinha Sofia, de dezasseis anos, estava a ter uma "crise de pânico". Sozinha, na ambulância, o mundo desabou. Depois, veio a polícia, e a verdade cruel: Trinta minutos. Trinta minutos poderiam ter salvado o meu filho, mas o Pedro escolheu o "drama" da sobrinha. Não era apenas negligência, era uma escolha consciente de me ignorar. Como podia a prioridade de um pai não ser o seu próprio filho moribundo? Como puderam a sua mãe e irmã chamarem-me "monstro" por sequer ousar existir, enquanto me culpavam pela morte do meu filho? E o que havia de errado com aquela Sofia, que parecia ter "crises" convenientemente, sempre que os planos do Pedro envolviam o Tiago ou a mim? A tristeza deu lugar a uma raiva fria e inabalável. Não seria apenas um divórcio. Não, a justiça do meu filho exigia mais. Eles iriam pagar. E eu faria com que cada um deles vivesse com as consequências das suas escolhas.
