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Vendida para o Don

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Capítulo 1 Casaria comigo

Palavras: 1742    |    Lançado em: 05/09/2023

ÍTU

ntony

ha testa com a ponta dos dedos. Aquela conversa me deixava

ado, onde eu já degustava o meu Whisky... se eu

a demais para permitir que sofra com essa situação! - tio Hélio fala, e se senta à minha frente. Embora eu o respeite muito, por ser casado com a irmã da minha mãe, e se

COMO RESOLVO AS COISAS? - gritei, levantando e enfiei na sua cabeça. Por mais qu

gatilho da sua 357 nos meus miolos... ele também é ótimo com a arma, estávamos quites. O seu olhar era de reprovaçã

s dentes apertados um no outro,

isky na mesa com força e quase o quebrei. - Só

o um filho pra mim! - se levantou colocando as mãos sobre a minha mesa do redut

! - bati com a mão na me

agora não tem mais nada a ser feito! Eu apenas vim informar que o conselho está presente, eles os aguardam na sua sala, com duas belas moças virgens da alta

o aqui em Roma, por muitas vezes até cheguei a pensar em desistir de ser o novo D

- me estiquei em busca de aliviar

uma qualquer e se exploda d

chei todos os botões, coloque

har para os lados, o meu objetivo era res

ção da máfia começou a me pressionar, além de me olhar se sentindo satisfeito por me encurralar. Bati as

que bastava... lhe dei um sorriso de satisfação, ant

em questão de segundos puxei a minha 9 mm e atirei a queima roupa naquele maledetto. - Que sirva de exemplo a quem pensar o c

heria. Então os meus olhos encontraram uma mulher muito bonita no jardim... ela arrancava algo da c

janela para vê-la melhor. Ela veio até a varanda da entrada principal e pegou algumas coisas, pareciam lix

e puxava os sacos, colocando em uma carretinha que

erdes magníficos, mas estava mal vestida e até suja. Com

imei e questionei falando

entrar sem ordem na casa! - falou e

apontei a arma para ela, à

sacolas mais perto de si. - Eu recolho reciclagens! - a sua voz est

a é o quê, seu?

o braço de forma imediata para um c

o meu pé, e uma cotovelada no meu queixo, mas a prendi co

ão quente perto de mim, o seu desespero, e até os cabelos soltos me encostando estavam me chamando a atenção. Ela me olhava furiosa, mas aquele rosto tão bon

ficar mais perto. O nosso corpo estava quase encostado

me olhou espantada, quase parando de respirar por alguns seg

dou o semblante, suas maçã

smo instante abriu a boca com o susto. - RESPONDE, PORR

dificuldades e me enca

r a resposta. Vo

mulher estranha... e depois sou

- a arrastei para fora, e todos do conselho estavam nos olhando apreensi

e vi a governanta entregando a sacola

to menos falou que era mentira o que eu f

nto ainda a segurava pelo braço. Propuz um ac

daria um terreno bem grande e máquina de prensar papelã

la parecia preocupada, mexia de

sava de compensação... - O tio respondeu,

ão vou... - A

oloquei as mãos na sua cintura, próximo ao seu quadril e tentei um bei

oca e a trouxe na minha na marra, ela não queria me deixar beijá-la, mas consegui o que queria e ela acabou me de

italiana... - entreguei pra ela. - Agora vá! Eu vou aparecer para te ver em breve! - ela ficou paralisada me olhando, notei quando o seu olhar pousou na minha boca, ent

, Antony? - Tio H

de agendar para sábado, aman

esposa? - par

ela me chamou a at

o? - parei por um instante e lhe dei apenas

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