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Contos Eróticos: O Ponto I

Contos Eróticos: O Ponto I

Autor: Dan Yukari
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Capítulo 1 I – 15 minutos depois da meia-noite

Palavras: 1370    |    Lançado em: 08/04/2022

umado coragem para encarar aquilo. Sempre fora uma garota do tipo medrosa, que se esc

raía em seu visual eram os óculos, quais não tinha como evi

ação fina e dourada. Esboçara um sorriso, nunca usava batom, mas os homens sempre elog

alo no alto. Era difícil prender aquela cabeleira volumosa e cachead

certamente iria se arrepender daquilo depois. Mas não podia amarelar agora, afinal, tinha vinte e

e bem tratada se destacando. Lá estava ela de novo agindo como uma pirralha que joga videogames. Era meio que irrita

a e sombria. O cenário era digno de filme de terror e cada v

á legal, parecia que estava de luto e nem gostava desse visual dark gótico. A questão era que para

escera por uma ladeira para a rua onde deveria o encontrar. Ele já estav

ada, ninguém nunca sabe

e cinquenta e cinco em pouco mais de vinte centímetros. Vestia a camisa social verde que e

negros e lisos, que lhe caíam em grande parte sobre a face. Era ainda mais nerd que ela, o primeir

m dos dois son

dissera ele em um sussurro

ambém pensei que não

nha vindo... – come

rando nem nada assim – cortara Isadora – Estou

a? – fora a vez

m? Claro que não! –

agara ele – É do tamanho que disse, t

ue eu não trouxe nenhuma régua. Dá pra deduzir, tá bom? Não estamos

pensei

ela idade e tão inteligente quanto aquele não levar o menor jeito para lidar com uma mulher? Nos l

ão era de se jogar fora, tinha quase um metro e oitenta e o corpo sarado, vestia-se sempre com roupas soci

eito por acidente. Leonel havia deixado o celular sobre a mesa por um instante em que ela passava por perto

logo abaixo: 2

conversa. Leonel explicara que uma amiga e ele falavam sobre biologia e quem tinha o maior... vocês sabem, entre os seres hu

entre os dois o resto da aula mudara para o lado da curiosidade, entre outros temas. D

ntímetros, mamo você até o fim! – sussurrara para o sujeito sem que m

era bem a melhor das opções. Continuara beijando o rapaz, sem se importar com o que acon

rde diria que valera a pena quando falasse com Kate, sua melhor amiga. A

fiara uma das mãos por dentro de sua camisa, aquela mão gra

onde ela esperava e desejava, a explorando por completo até parar acariciando nos pontos mais sensíve

o pequeno pressionado contra o peito do amante e ele a levantando levemente do chão, mas estava adorando. Pode

discrição que desejavam. Haviam se encontrado longe das casas de ambos e Isa, contra seu jeito s

mos a um motel? – perguntara o

sa nunca tinha ido a um motel, mas não gostava da ideia. O sujeito se oferecera para pegá-la em

ra o encontrar. Queria manter aquilo o mais discreto e sigiloso

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