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Capítulo 3 III – 15 minutos antes da meia-noite

Palavras: 1370    |    Lançado em: 08/04/2022

ustador em plena madrugada havia sido fácil

s ao virar a esquina, os cachorros no quintal de uma residência começaram

tidos. Esse efeito dominó sempre dura até chegar em sua própria casa e Isadora sabia que naquele ritmo, em menos de cinco minutos, Leon, Clair

ra o mais rápido possível, como o Zé Carioca sentindo a presença de cobrador. I

is barulho que se caminhasse silenciosamente. Isso alertara

nela de seu quarto. Havia deixado uma tábua solta na cerca do jardim de sua mãe a fi

íra como plan

nte no escuro, Isa pisara na cauda de Fionna, a gata do vizinho que dormia tranquilamente

conspirava contr

contra o tempo antes q

ra quando voltasse. Correra e saltara, caindo de cabeça para baixo no lado d

a, não havia tempo. Engatinhara para a cama enquanto soltava os cabelos e se desvencilhava da

rta, três, como sempre. Logo em seguida viera o som da maçaneta girando e uma p

Fionna estava namorando no nosso quintal de novo e acordou a cachorrad

stivesse com a luz apagada, Dona Lúcia tinha um radar que nunca falhava em identificar

stava aqui no quarto. Levei um susto quando ela

, mas adorava repreender – Já te disse para evitar. Mesmo com a se

tou – respondeu a garota segurando a respiração ofe

á dormir muito tarde – dissera a mãe, já fe

. Também t

ontara mentalmente até dez. Era o tempo que a mãe costum

pelúcia que ganhara de aniversário de Katie anos atrás. O abraçara e suspirara pensand

Isadora tinha se surpreendido em como ele a deixava excitada. Nas sombras abaixo daquela ponte, e

ar do ponto onde tinha chegado! Era algo a se ponderar. A garota tinha dúvidas se tinha sido tão boa fazendo oral quanto as atrize

quele monumento maravilhoso novamente. Não apenas ver, mas o tocar, se

ada se comparava a sentir o calor de perto, o cheiro, o toque, pele com pele, o sabor. Isadora

garota sabia que se quisesse acordar pela manhã para o curso

a uma forma

abrindo a torneira do chuveiro. Isa tomava cada banho como se estivesse fazendo amor, era seu refú

o certo de isso

Mordera os lábios como sempre fazia experimentando a sensação da temperatura que lhe agradava.

desejo tão grande quanto jamais sentira. Fechara os olhos se lembrando d

o tão bom...

que os tataravós haviam vindo da Espanha e de Portugal, mas antes disso a família se originara na África.

ormir com os cabelos molhados, não havia tempo para secar. A questão er

itação que pelo banho. Pesava sessenta e cinco quilos, com destaq

beijando com vontade. Tinha as auréolas dos mamilos pequenas, com biquinhos que se elevav

mais, tinha c

ões. O Ponto I estava dolorido antes mesmo que o tocasse. Tinha a parte mais íntima pequena e apertada, os grandes lábios quase

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