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Capítulo 4 "Vingança "

Palavras: 1482    |    Lançado em: 27/02/2022

ítu

. Como a luz do sol me trouxe um novo

em do olhar vazio cujo se chama Pedro estava logo na minha frente. A luz fraca do s

io. Mas essa sensação durou pouco tempo, pois assim que ele jog

travesseiro contra o meu corpo, em pé e o encarando.

o certeza que gaguejaria, lembrando do que Mia disse sobre ele perder a cabeça muito fácil. Porém, se

ão foi? - Ele diz como se fosse algo divertido e eu apenas aperto minhas

impiedade também! É quase como se eu estivesse frente a frente com algum tipo de assassino e

sse para eu não... contrariar você. - Digo

ada além de aceitar o que está acontecendo, mas eu od

ém estou deixando um celular nas suas mãos, porém já deixo avisado que tem alguém monitorando vinte e quatro horas o que você faz

ando! Nunca nada assim aconteceu comigo, e eu sequer posso me defender. Por que isso tinha qu

Mas já vou deixar avisado... - De repente o seu olhar está tão frio em consideração ao normal, como se estivesse falando com um objeto ao invés de uma pessoa. - Você não vai sair desse quarto se não for com a companhia da minha ir

entendido, mas só agora percebo que tive a minha pequena li

lágrimas já

eixe ir embora. - Suplico apenas com um rastro de voz, me s

está doendo e eu

ar com ela ainda essa semana. Se você se c

e ajoelhar aos seus pés para que ele me deixe ir, então ignoro

nte a minha vida inteira para pagar essa dívida se você quiser... mas por favor, me deixa ir embor

é o que eu sinto antes que e

o quero! Preciso convencê-lo, mas o sorriso em seu rosto me deixa at

iso do dinheiro que ele está me devendo e poderia te deixar sair sem nenhum prejuízo. Mas eu tenho um certo gosto em ver as pessoas sofrendo. Imagina, um pai desesperado atrás da sua filha que pode estar sofrendo todo e qualquer tipo de violência, p

, mas ele não parece estar mentindo quanto a isso. O único motivo plausível que alguém pode sentir pra

a seca. Talvez eu esteja louca em estar preste

o um sinal para parar, mas saber que posso estar entrando na sua cabeça é um bom sinal. - Você está me mantendo presa

a cabeça. Sei disso pois ele está com o maxilar trincado, se segurando. Eu falei algo que provavelmen

e surge em seu rosto e seu

o com essa boca atrevida, Emma. Você não gostar

hando a porta logo em seguida. Eu não consigo fazer nada além

como um bêbado e drogado. E sobre a sua pergunta... Eu não sei! Não faço ideia se alguém me

ar dela. Talvez... Eu sequer tenha o direito de abrir a sua carta, por isso o meu p

vontade se torna insuportável. Eu queria ta

scido, isso não teria acontecido. Minha mãe não estaria morta e meu pai

ha cabeça, chorando desesperadamente em busca de ar. A minha ca

r, alguém

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