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Vendida - Parte 1

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Capítulo 1 Prólogo - O trio misterioso

Palavras: 1612    |    Lançado em: 27/02/2022

s uma pessoa pode apanhar até que ela desm

dia. Falar sobre como já lutou muito na vida, sendo mãe solteira e desempregada há dois anos, foi uma forma dela ali

que tinham ficado em seus braços como consequência da sua relutância na hora da ação. O que não é surpresa para mim, pois mesmo agora sendo casada com um médico rico, a mulher é uma selvagem qu

alguns trocados do

m casa antes disso. - Ela diz enquanto enxuga suas lágrimas com um pequeno lenço que eu havia oferecido, numa form

aveta da sala de estar. Quando Karen se vira e eu vejo a nota de cinquenta reais em sua mão,

nquanto movo minhas mãos na frente do meu c

ando minhas palavras, ela agarra o meu p

animada pois pensava que você poderia abrir os seus presentes com ela, por isso não foi

pletamente rosa e o cabelo bagunçado. Nada diferente do normal. Um sorriso surge em meu rosto e e

pode tirar o dia de folga. Agora se me der licença, vou tomar um banho e contar a desg

s para um abraço que eu

de avisar para o moço que está

Estaria ela falando do meu pai? Não é como se eu já tivesse contado qualquer coisa para ela sobre a minha vida pessoal. E como poderia saber logo

mpreender. Talvez ela ache que eu tenho um namorado? Pensar nessa hipótese me faz rir

o pelos surgimentos de vários crimes como roubos e até assassinatos. Todos acontecem de uma forma diferente da outra, mas todos ligados por uma única pes

nte para que eu possa aproveitar meu aniversário, mesmo que eu saiba que tem vários boletos que eu deveria estar p

ão respirar esse ar tóxico. Tento correr na direção da escada assim que fecho a porta para evitar ser vista pelo homem bêbado que um dia já

fazia barulhos estranhos. Senti o meu estômago embrulhar e quase que imediatamente corri

o homem já foi um pai de verdade, que não ficava bê

ara tomar um banho e me aliviar um pouco do peso de cada dia, me

ãos. Um sorriso surge em meus lábios enquanto dou um jeito de acender a vela. A foto da minha mãe

dezessete anos, e ainda assim... nada mudou. Não me sinto mais livre, excet

minha mãe tendo morrido no meu parto, eu posso dizer que até os meus sete anos e

s lágrimas deslizando enquanto deixo escapar pel

r favor... me devolv

dido iria se virar contra mim de forma que eu não

essoando no céu realmente me assustava. Eu sequer conseguia fechar os meus olhos e me deixar levar pelo sono. Na verdade, estava ouvindo coisas vindo do andar de baixo da m

sabilidade de estudar, trabalhar e cuidar de uma casa, eu par

gritinho assustada. O meu coração estava num ritmo desregular e eu só queria correr até o meu celular

eu na frente da porta. O meu coração deu um salto e eu joguei meu corpo para trás, puxando o cobertor numa forma

ha vontade de gritar, amedrontada com a possibilidade de alguém ter invadido o meu q

cabeça. A mesma que sinto momentos antes de perder o ar e en

o as perguntas que fazem minha cabeça gi

ente desconhecidos mas com rostos estranhamente familiares. Um sorr

ma pon

oi o olhar do homem que estava na frente. Eram impe

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