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Capítulo 5 "Eu odeio ele!"

Palavras: 2859    |    Lançado em: 27/02/2022

ítu

deitada na cama observando as horas passarem como se f

mo se não houvesse amanhã. Aproveitar a sensação do vento na minha pele enquanto estou sentada num gramado cheio de vida, próxima a um lago, sentindo o quão bom não é viver acorrentada por problemas e depressão. Quero

uero...

iz questão de comentar sobre o seu irmão ter aparecido. Apenas deixei que ela me distraísse, contando sobre uma pessoa que ela está gostando ao mesmo temp

star no lugar dela, que consegue ficar feliz apenas ao

s pudesse me distrair com comida. A porta ficou aberta e um homem veio instalar uma enorme televisão em meu quarto. Foi q

ucos, sozinha naquele quarto, ou nervosa pela possibilidade de encontrar aqueles olhos vazios mais uma vez

ona enquanto ando atrás dela, observand

nome dela é Clara. Mas não sei mais se

muito. Mas eu entendo que não há nada que ela

am? - Mia pergunta quando enfim chegamos no fin

ava discutindo na noite em que cheguei, e na sua outra mão uma garrafa que eu conheço bem como álcool. O chei

er Lucas do lado de fora da cozinha, na área da piscina, na churrasqueira. Eu fico extremamente surpresa

lado de Mia, uma arma em cima da mesa me deixou alarmada e apavorada. Deus... nunca vi uma de p

s cuidado da próxima vez. - Enzo diz, pegando

um passo para frente, se virando na minha direção com um sorriso, como se isso fosse algo e

e dependesse dos seus pais você já estaria fora de casa, se

r que elas nã

ntendia o motivo dele ter "abrido" mão de mim. Está errado, é aberto. - Concluo e o

de Pedro. Ele deve ser do tipo que se diverte com discussão entre mulheres. Ela de

a sua posição! - Nora soa um pouco alterada e é quando Luca

gosto dessa

você aqui. Você gosta de churrasco? - Ele pergunta também pondo um braço ao

s que sorri como se não entendesse. - Enquanto vocês estão aqui embaix

imento percorrer a minha espinha ao perceber que havia mais uma pessoa que se mantinha na área da

que me deixou curiosa sobre ela parecer gostar dele. Eu aproveitei para perguntar sobre Nora, já que a m

soas. Mas a verdade é que nunca vi ninguém tão má falada. Chamam ela de "marmita" do pessoal lá na comunidade. Eu at

se eu gostaria de usar um biquíni, o que neguei imediatamente. Ninguém precisa ver as marc

vida por Lucas. Pedro está parado e parece sério, o que me lembra do que ele me disse naquela noite, e isso me causa uma sensação ruim. Do outro lado,

ia no seu olhar. Isso é extremamente desconfortável, porém Mia, me puxa

a cadeira onde sentou sobre ela, me lançando um sorriso. - Você está se sentindo bem? Se preferir eu posso subi

olhos inchados e rosto mais magro que o normal. É, eu não consigo evitar. Essas são apenas uma parte pequena das consequências que ficam em mim após eu ter uma crise de ansie

corpo dá sinais de fraquezas, tanto meu cabelo quanto unha enfraquecem. Eu odeio toda essa bagagem que tenho que carreg

Em

ra Mia, que me encara com um

nsação do calor do sol na minha pele é realmente muito mais ag

nto eu a ouvia falar das suas diversas aventuras. Sorri várias vezes, aliviada de que ao menos ao conversar com ela, a

apenas um delírio, mas a julgar pela forma em que Mia cita o seu nome, eu poderia dizer que ela tem sentimentos por ele. Ao menos soou parecido como quando Nathalia falava de Matheus, que na época era um "crush" e amigo meu, porém que logo foi embora por conta do emprego dos seus pa

eu, sozinhos... ambos se encarando. Eu não gosto nada dele, e seu olhar continua tão vazio e assombroso quanto naquela noite. Isso

ha da cozinha, eu consigo ver Lucas e Nora sentados no sofá da sala, ambos muito afastados um do outro, c

erd

u pescoço. Me virei assustada para o mesmo homem que até agora se mantinha uma incógnita e eu não fazia ide

ora não sei onde ela está. - Respondo o encarando nervosame

o, passando a língu

s olhos? Por que está olhando de forma tão

acompanho até o seu quarto, vai ser um prazer. - Balanço minha cabeça para os lados, sem conseguir pen

e o meu braço, porém me afasto rapidamente, te

u ficar espe

o menos, ignorado, pois já estava no

. Não vão gostar de

- Digo me sentindo brava por ele est

se você tivesse escolha, vadia! Ago

ninguém tentou me segurar ou forçar algo comigo, e sempre pensei, baseado na minh

o enquanto me debato em seus braços, que

o mesmo parece não se abater, principalmen

jo? Eu sequer tenho forças para me defender, como eu poderia sair daqui sem me machucar? Eu estou no meio de pessoas

a aguentar. Se eles baterem, posso suportar. Machucados somem

a gritar com

egurando, me soltasse. Porém pela risada que ele deu logo em

elha erguida. A essa altura meus olhos se encontram cheios de lágrimas e eu não consigo evi

estes a chorar, o encarando como se lá no fu

r... ele ain

deio barulho aqui dentro de casa, deve

pode falar algo assim? Como pode insinuar para eu deixar um homem me abusar? Eu n

quando está sendo agarrada à força? - Questiono me sentindo completamente desacreditada de pessoas realmente assim

o de forma tão rápida que eu sequer consegui pensar nas consequências que elas me trariam, mas nada do que eu d

lta para o meu quarto após perceber que eu havia acabado de desafi

o pela sua morte, ou apenas uma passag

sa, consegui me deitar novamente na cama e reprimir a vontade de

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