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Capítulo 8 "Um grito de socorro"

Palavras: 2446    |    Lançado em: 27/02/2022

ítu

e é assustadora no momento em que percebi estar abandonada. Até os mínimos barulhos me amedro

o sei explicar como, mas depois do que me aconteceu, mesmo com as feridas nos joelhos, braços e cabeça e o vestido parcialmente rasgado, eu ignorei a dor e d

até o momento, eu não tinha levado nenhum tiro. A porta da frente não estava trancada, por isso entrei buscando por ar, senti

abriram de sur

Emma... - Ele murmura baixinho,

. Mia exclama horrorizada ao ver o meu estado e Pedro que está com um copo de bebida na mão apenas franze o cenho como se o meu estado o desag

os estão sangrando, minhas mãos machucadas e eu tenho sangue espalhado pelas minhas pernas. A frente do meu vesti

- Mia se aproxima com a mão na boca

ero que ela me olhe dessa forma. Eu... não... s

o... - Lucas murmura para si mesmo

sua cabeça para ter deixado ela sozinha no meio da noite? Sabe lá o porquê dela estar tão machucada... - A vo

r sozinha. Eu v

do o olhar que Pedro me enviou. Por um segundo... por um segundo ele me pareceu preocupado. Mas do que ad

o o meu corpo semi nu enquanto as lembranças me atormentam. Pelo reflexo do espelho, posso ver marcas de cortes pela minha barriga,

o do meu corpo com nojo. Mesmo eu o odiando e o maltratando, c

de como não tive escolha a n

ma carona

itar carona de um estranho. Sei os riscos que pode me trazer, porém os risco

talvez se eu for de carro...

do o meu corpo trêmulo enquanto encarava

guir direto e... chega lá. - Digo com a voz

a noite no meio de uma floresta perigosa. Mas... e se ainda houver uma chance par

hor? - Pergunto em busca d

a também, é um ótimo lugar... Afastado de tudo e

entrar. Minha mente está atormentada por um nevoeiro sombrio, e me sinto entorpecida

se torna insuportável, pois me traz lembranças de quando chegava em casa após o tra

ente. Eu suspirei aliviada por ele ter mantido silêncio pelos próximos quinze

ê estava tão arru

esse homem agora mesmo, porém e se eu estiver com uma escuta? O fato de Lucas ter descoberto facilm

do minhas mãos fortemen

carro bruscamente em direção a uma árvore. Meu corpo foi jogado pa

lhos arregalados, sem entender o

a entrar em carros de estranhos. - Ele murmura t

z, movida pelo pânico de algo horrível acontecer, abri a por

e tudo de ruim está acont

que mudaria? Eu já estava sozinha, ele poderia apenas ter saído do carro e me pegado à força

hou que a carona seria de graça? - Ele diz com

! POR FAVO

r de dor e quando eu menos espero ele e

boneca. Não vejo a hor

am em rasgar com bastante facilidade a parte de c

ços, e isso me deixa ainda mais desesp

ter em seu peito para o afastar, mas ele não parece se deixa

itinha... não vejo a hora d

mpurrando com força contra a árvore. Ele aproveita para segurar

a alguns cortes em meu rosto, ass

deixe-m

ejo uma chance de o impedir. Com toda a minha força eu ponho minhas mãos sobre o tronco da árvore e impul

ilho da

stantaneamente ele cai deitado, com sangue saindo da sua cabeça. Eu fic

rto? Eu o m

cabeça por saber que acabei de matar alguém. Mesmo tendo sido par

faça isso comigo. Eu

i a correr até aqui, sem

que estou morrendo aos poucos nesse lugar. Eles disseram que não iriam me machucar e que eu poderia ir embora se

a fechada. Por um segundo tive a impressão de que alguém estava l

e tiro minhas roupas íntimas e logo vou para debaixo

m outro sentimento em meu peito que não consigo identificar. Ele é mais caloroso que

o corpo, congelei ao ver Pedro sentado na beira da

alha contra o meu corpo, sentindo medo de que ele tivesse vin

e não se parece em nada com aquele vazio que me atormentava. É quase como se p

rendo e acharam um homem de

lhos de repente me

o? Ele não

rancelha com a

á nesse exato momento sendo le

que diabos ele tem um lugar assim? E pensar que eu poderia me

izer o que

brando da sensação repugnante que fo

decidida a pegar minha roupa. - Você disse que se eu chegasse a tempo você não

estou mal com essa situação. Eu já entendi que ele está no controle da situação

uanto não me disse

im, porém corro até o banheiro, t

nquanto ouço el

ra torturar ele! E Mia está surtando preocupada com o que te aconteceu! - Ele diz do outro lado da porta,

eguir parar a tempestade em meu coração, e nunc

ameaçou... ameaçou até de me abusar. Eu... não... quero... falar com você. Você é um infeliz

va que ele chutasse a porta, porém tudo o que f

pender por es

gritar, chorar, colocar esse sentimento para fora de alguma forma, porém até q

ro, no chão e chorando, pensando numa forma

agora o medo que

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