img A Dívida que nos Uniu  /  Capítulo 1 Prólogo | 7.69%
Baixar App Lera
Histórico
A Dívida que nos Uniu

A Dívida que nos Uniu

Autor: Sah Reis
img img img

Capítulo 1 Prólogo

Palavras: 1495    |    Lançado em: 15/03/2026

horizonte quando Pedro

e ele mesmo coava no fogão a lenha. Aos quarenta e cinco anos, Pedro era um homem imponente... alto, ombros largos moldados pelo trabalho duro, mãos calejadas que pareciam feitas

ra guardava apenas o silêncio e o peso das lembranças. Vivia sozinho na casa, não tinha empregada para cozinhar ou cuidar de suas coisas, pois não queria ter alguém por perto and

ue estava bem assim. Porém um

nejar, eram vizinhos, conhecidos de longa data. Mas o tempo passou, os prazos venceram e o dinheiro nunca

- disse José, o peito estufado de

uma risada se

nlouquec

limpar, cuidar da casa como ninguém. Você é um homem sozinho n

de esposa. Precis

a voz, mas

como um fantasma aqui. Ela tra

mais do que ele admitia. As noites se arrastavam, a casa parecia crescer ao

norar, era que "obediente" era a últ

os pais em um campo de batalha. Gritou, chorou,

pai! - berrou ela, os o

me vender como se

mpassível, a voz

quer? Que eu sua mãe e sua tia já em uma certa idade vamos parar na rua? Eu de

é cha

cia. E você va

Ana cedeu não por submissão, mas por exaustã

eo. Apenas José, a mãe e a tia de Ana como testemunhas. Sem con

ulher, não houve beijo, apenas um ac

ansão foi um teste de

roma de café que ainda pairava da cozinha. Os corredores eram largos, as paredes cobertas de retratos emoldurados de antepassados que pareciam observá-

nada, carregando a pequena mala de

de uma das portas

disse ele, a voz grave e

privativo, armário vazio. Se quis

o perfeitamente com as cortinas e uma leve fragância de lavanda no ar. Também havia uma cômoda antiga e uma janela grande que

na porta,

rou ele, já se vira

coração acelerado de

asta pra cá, me casa na marra e ago

ombros tensos. V

stei ninguém.

do. - Mas não pense que vou fingir que isso é normal. Que vou dormi

ongo momento, os olhos

ê fingir nada. Durma. A

dormir aqui? Se eu qu

ntro do quarto, a presença

estrada de terra, noite escura e nada

ocê sabe melhor do q

. Ele não ameaçava, apenas c

u ela, virando o rosto para

a pausa. - Se precisar de algo, meu quarto fi

Pedro saiu e fechou

Sentou-se na beira da cama, os dedos apertando o lençol. Ouvia o ranger distante da madeira da casa se acomodando, o vento b

vida, sentiu-se ver

pelas têmporas. Pensou na mãe, na tia, na liberdade que tinha perdido em um dia. Pensou em Pedro, aquele

o se fosse uma ameaça. Em algum momento da madrugada, ouviu passos leves no corredor - Ped

lhos e sussurro

. Eu vou embora. De

traiçoeira perguntava: E

*

a uma guerra, Ana não cedia, Pedro a ignorava

issa. Respondia com ironia, questionav

hando feijão como se nada tivesse acontecido, está muito en

sobrancelha, a vo

egada. Mas enquanto estiver debaixo

prou, Pedro. Respeito se

ongo segundo, os olhos

u espaço. Mas não espe

e não se falavam e quando se falav

is silêncios que colidia

va de bruto

ente quando ela saía so

invisível começava a

Baixar App Lera
icon APP STORE
icon GOOGLE PLAY