posta por Pedro ou melhor, a ausência de rotina imposta a desgastava. Ele não a obrigava a nada: não exigia que cozinhasse
com uma blusa solta e jeans surrado
ropriedade - anunciou ela,
eto na mesa comprida,
rral do fundo. O t
rebateu ela, seca. -
u de o
isse que
anhão no braço, Pedro estava na varanda, esperando. Não disse
desidratar
copo, mas nã
edi sua
você tá aqui
uavam. Pequenas,
dasse, e também para passar seu tempo enquanto ela vivi
ta, arroz soltinho, feijão temperado com alho e louro. Mas colocava o prato del
um relatório de safra. Às vezes, quando achava que ela não estava vendo, obser
s. Respondia "sim senhor" e "não senhor" para ele com u
rto", "não deixa a porteira do curral encostada" -, e
que não manda no vento? - disse ela uma vez, enquan
Depois virou as costas e foi embora, e sem
tranhos dividindo a mesma casa, o
as que ficavam lá em cima, quase fora do alcance. Subiu descalça, ágil como sempre foi, rindo sozinha do peri
ca
cto fo
m ângulo errado. A dor subiu como facada. An
smo assim logo em seguida qu
Ele largou o arame farpado que estava esticando e veio sem chapéu,
An
mãos grandes e calejadas pairan
le, voz baixa, mas f
afastar a
ecisa. E
a boca,
a bruto. Era
pegou de
costas. Levantou-a como se ela não pesasse nada. Ana abriu a
ama. Foi buscar gelo na cozinha, voltou com uma toalha molhada e um balde. Sentou-se na beira da cam
r um pouc
spondeu ela, mas
a colocar
va bem. Quando ela fazia careta, ele parava, esperava.
antebraço se moviam enquanto segurava o pé dela com cuidado. Como ele parecia... humano. Não o fazendei
ó...
e chegara àquela fazenda, Ana
s olhos e deixou qu
ao caminhar, porém apesar de ser grata por Pedro ter cuidado dela, a
sua mãe havia lhe durante um bom tempo para comprar seu enxoval quando um dia se cas
e passavam pela estrada principal, para qu
mou uma mochila pequena: roupas, documentos, um pouco de comida. O coração
a. Mas, ao abrir o trinco, ouviu o som de cascos. Pedro aparec
? - perguntou ele, a
cong
Você não pod
u devagar, a
tá ali, ele disse -Porém pe
alhando. - Essa casa, esse silêncio, você me ol
uieto por um
a te vi c
iu, a
por que
rque... achei que talvez você
os, as lágrimas v
nos últimos meses. Toda vez v
admitiu ele, sem rodeios. - N
u o rosto
eger d
De decisões que v
a mochila c
ir, Pedro
para o céu estrelado antes
. Você t
caíram pes
repetiu ela
pra ele. Você pode ir embora agora, pegar o primeiro ônibus na cid
alvez até uma discussão acalorada. Não isso. Não a libe
untou ela, a voz
mão na barba, o
obrigação. Quero... se for pra ficar, que se
e ainda pairava, o som distante dos grilos. Pensou nas noites sozinha no quarto, nas vezes que ele cuidou dela sem pedir nada em troca, nas con
frente, em direção
ar? - perguntou, a v
u, surpreso pe
na. Não por medo. Fica porqu
ndo, o peito su
o que meu pai fez, odeio como tu
apenas esperou,
cont
você me olhando quando acha que eu não percebo. E eu vi também seu cuidado comigo naquele dia - Ela fez uma pausa. - Eu não sei o que é isso ai
o dela, a mão grande estendida, nã
cobre... Aq
a dele. Os dedos calejados dele envolveram os dela
er fácil -
u s
tinuar te cham
tinuar te cham
ira vez, um sorriso p
. - apertar
oltaram para
deles, mas dessa vez não
s baixas, olhares demorados, toques que não precisavam de palavras. O romance que n

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