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MÉNAGE  [MORRO]

MÉNAGE [MORRO]

4.8
33 Capítulo
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Sinopse

Índice

Emily Santory é uma arquiteta da zona sul de São Paulo e tem Breno como seu cônjuge. Farinha comanda o tráfico do outro lado da cidade. | Ela tem namorado e queria ménage não era amor, era libertinagem| Apresento uma história muito quente e envolvente. Me siga no instagram para ver as fotos dos personagens @aut.gabrielleramoss

Capítulo 1 01 - Paraisópolis.

Emily Narrando

Estava no quarto do meu namorado, nós dois estávamos na cama prestes a fazer sexo, mas eu não estava com vontade.

— Não fode, não dá mais! — Falei irritada.

— Como não dá? Vivia de quatro pra mim e agora diz que não tem mais vontade de ficar comigo, que merda tá acontecendo? —

— Não me dá mais tesão, entende isso — Me levantei nua da cama catando minhas roupas —

— Tá bom então, vaza daqui — Falou bravo.

Vesti meu vestidinho colado vermelho e calcei meu salto preto, coloquei o iphone entre os meus peitos.

— Levanta pra ir me levar, Breno — Olhei séria pra ele .

— Quem disse que eu vou te levar? Vai embora sozinha —

— Não tem Uber nenhum na rua uma hora dessas, pelo amor de Deus —

— Se vira Emily, deixa o cara com tesão e depois desiste da foda, isso é broxante demais —

— Vai se foder — Falei estressada saindo de lá e peguei o elevador —

Saí do prédio e não vi um táxi se quer na rua, apenas carros e mais carros em alta velocidade.

Boa pa quem vai ir da Vila Andrade até o Morumbi de pé, sem falar que vou ter que pegar atalho e passar por Paraisópolis.

Nunca vou perdoar Breno por isso, sério.

***

— Moço, pelo amor de Deus, eu só quero pegar um caminho mais rápido pra chegar na minha casa, será que é tão difícil assim de entender? —

Fazia cinco minutos que eu estava tentando convencer um traficante de Paraisópolis me deixar cortar caminho.

— Não tem essa de pegar atalho aqui na favela não, vey — Falou marrento.

— Não tem ninguém nessa bagaça não? Me deixa passar moço, só quero chegar em casa logo, olha a chuva que tá — Coloquei meus cabelos de lado, tão tudo encharcado e meu celular já deve estar todo molhado.

Vi ele pegando um rádio preto e falando com o "chefe".

Fiquei de braços cruzados olhando para ele até o tal cara chegar.

— Tá perdendo tempo, namoral — Falou o abusado.

Fiquei calada e quando menos esperei, uma BMW passou raspando perto de mim, quase que me atropela.

O gostosão abriu o vidro do carro olhando para mim com cara de sarcasmo. E que gostosão viu, minha nossa, Larissinha piscou agora.

— De qual foi Jacaré? — Perguntou com uma voz grossa, que delicinha de voz —

— A dondoca quer cortar caminho pro Morumbi, pode isso? —

— Pode não porra, tu tá fazendo oque na quebrada mina? — Perguntou a mim.

— Eu vim da Vila Andrade moço, o Morumbi é longe demais e quis pegar um atalho por aqui — Falei e vi ele negar com a cabeça e acender um Marlboro dentro do carro.

— Pois pega o papo que aqui na minha favela tem isso não, de fora só entra pra ir em baile ou fazer as correrias —

— Foi você que construiu tudo isso? Acho que não né, traficante manda no tráfico e não na comunidade — Desafiei.

— Tu quer tanto ir pra casa, caralho? — Assenti com a cabeça — Pois entra dentro desse carro —

Não pensei duas vezes, só o que eu quero é meu AP.

— Tu com esse salto quinze aê — Falou olhando para os meus pés — Ia levar um tropicão nos buracos da favela, isso sim —

Eu ri alto, ele seguiu o caminho pelo atalho que eu queria ir.

— Tá vendo? Até tu tá seguindo o atalho que eu queria — Falei orgulhosa.

— Não ri alto de novo não pô, pareceu uma foca engasgada —

— Engraçadão você né? — Falei de boa colocando uma música nesse carro, morgado demais. Começou a tocar putaria

— Só tem música ruim, puta que pariu — Falei desligando a merda do som.

— A porra do carro é de quem? Mina abusada do caralho — Falou bravinho.

Ui!

***

Farinha Narrando

Parei de frente ao apartamento da mina surtada, pelo visto tem mó vida boa. Em terra de São Paulo, quem mora no Morumbi é rei.

— É... Quer entrar? — Perguntou gaguejando.

— Pra quê? — Fiz outra pergunta como resposta —

— Pra tomar uma xícara de café, talvez — Deu de ombros —

— Jaé — Falei soltando um sorrisinho —

— Deixa o carro no estacionamento — Sugeriu —

— Não, aqui de frente mesmo — Encostei o carro em uma vaga na rua — Vai ser rapidão —

— Ok né, se é oque diz — Falou com irônia —

Abusada do caralho, era pra eu ter deixado ela no pé do morro mermo, toda molhada parecendo um pinto.

Já estou vendo que essa não bate bem do juízo, aceitou uma carona minha e vai me deixar entrar para a casa dela, não tem medo da morte mesmo.

***

— Tá com fome? — Perguntou quando chegamos no AP —

— Pra ser sincero, tô varado de fome —

— Curte strogonoff? —

— Demais — Fui pra mesa da cozinha — Só mora tu nessa casa? — Perguntei reparando o AP e vendo ela tirar a comida da geladeira e esquentar no micro-ondas —

— Sim, não tenho nenhum familiar — Tirou o salto e espremeu a água da chuva que tava no cabelo —

— Por quê ? —

— Uma tragédia aconteceu na minha família há alguns anos, eles foram viajar no jatinho particular e o avião caiu no mar, não teve nenhum sobrevivente —

— Sinto pela tua família —

— Obrigada — Falou e deu um sorriso fraco — Não gosto de falar sobre isso —

— De boa pô — Falei escutando o barulho do micro-ondas —

Ela abriu e me entregou um prato de strogonoff, com arroz, purê e batata palha.

— Sem miséria irmão — Falei começando a comer —

— Quer coca? — Assenti com a cabeça—

Deixou o copão de coca em cima da mesa

— O strogonoff tá massa demais — Falei para ela —

— Uma das únicas comidas que eu faço boa — Riu — Vou tomar um banho —

— Tá precisando — Ela riu —

— Qualquer coisa me chama, pode ficar a vontade —

— Jaé —

***

Estava folgadão deitado no sofá dela assistindo um filme mó da hora, ouvi os gritos dela no quarto. Me levantei rápido e fui ver o que era.

— Que que pega porra? — Perguntei vendo ela se cobrir com a toalha assustada —

— Mata essa barata pelo amor de Deus — Apontou pro guarda roupa —

— Esse escândalo todinho por causa de uma barata? Puta que pariu, mermão — Fui até a porta do guarda roupa e pisei na barata que caiu morta —

Senti a toalha dela caindo nos meus pés, mirei ela dos pés á cabeça, gostosa demais. A mina deu um sorriso safado e eu vi que ela estava na intenção, não nego fogo então entrei no joguinho dela.

— Sem roupa tu é mais bonita ainda — Ela me olhou sorrindo e ia abaixando pra pegar a toalha — Não pô, fica assim — Falei iniciando um beijo, toquei na bunda e depois fui para a parte da frente, enfiei devagar o meu dedo na buceta dela, já estava toda molhadinha.

Finalizamos o beijo e eu fui até a porta do quarto fechando de chave, tava afim de um sexo bolado mesmo.

Tirei minha camisa indo até ela e dando outro beijo, senti as mãos nela na minha nuca e em seguida tirando meu short.

Abaixei minha cueca colocando o pau durão pra fora, fiz um rabo de cavalo no cabelo dela que se abaixou e começou a mamar.

— Boquinha deliciosa do caralho — Falei com tesão, chupa bem demais —

Gozei na boca dela, engoliu tudinho e finalizou lambendo a cabeça da minha pica. Ela se levantou e empurrei ela para a cama, me abaixei e meti a língua na sua buceta.

— Me fode! — Pediu gual uma cadela no cio —

— Comigo tem quer ser no pelo — Falei puxando ela pela cintura e batendo meu pau na buceta dela —

— Eu só quero sentir você dentro de mim — Falou me deixando mais louco ainda —

Encaixei minha pica direitinho, fazendo o movimento de vai e vem e ouvindo os gritos dela delirando, coloquei o dedo indicador na boca dela.

— Xii, sem acordar os vizinhos, pô — Falei calmo, ainda metendo nela —

— Que pica gostosa, cara — Falou gemendo de prazer pra mim, com as mãos nos meus braços —

Um homem esperto tem o poder de saber se a mulher é safada ou não, essa aqui é sem sombra de dúvidas.

Depois da transa eu gozei dentro, gozar fora é homicídio.

— Toma anteconcepcional? — Perguntei —

— Sim, sim — Falou ofegante —

***

E foi assim que essa história começou, Emily Santoy tomou tanta pílula do dia seguinte que já estava em 2023.

Veja as fotos dos personagens no meu perfil do instagram @aut.gabrielleramoss

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