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Gavin

30 Livros Publicados

Livros e Histórias de Gavin

Traição e Azulejos Quebrados

Traição e Azulejos Quebrados

5.0

Tiago prometeu pedir-me em casamento no nosso quarto aniversário. No oitavo, o anel ainda não tinha aparecido. A desilusão era uma presença constante. A sua desculpa para se afastar era sempre Carolina, a estagiária "frágil" a quem ele dedicava todo o tempo. A desilusão transformou-se em horror quando ele me pediu o painel de azulejos do meu pai, um beija-flor, um símbolo da nossa cumplicidade, para oferecer ao "sombrio" apartamento dela. Mas a verdadeira humilhação aconteceu na noite em que Tiago, com o meu painel de azulejos atrás dele, se ajoelhou publicamente num evento da empresa para pedir a Carolina em casamento. Quando cheguei, disposta a enfrentar a traição, ela orquestrou uma queda teatral, espatifando a herança do meu pai no chão. Ele culpou-me. Culpou-me pela destruição, enquanto me deixava sozinha com os cacos do meu mundo. "A Sofia não precisa de ninguém", disse ele, como se a minha força fosse um defeito. Aqueles oito anos foram uma mentira? Foi ali, entre os destroços, que a dor se transformou em clareza gelada. Peguei no telemóvel e aceitei a proposta de casamento de Duarte. Aquele homem poderoso, de quem eu fugira anos antes, seria a minha tábua de salvação. A minha fuga para o Porto não era uma derrota, era um novo começo. Mas Tiago, teimoso e cego, ainda não tinha percebido com quem se metera.

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A Herdeira Oculta

A Herdeira Oculta

5.0

"Juliana está grávida." A voz de Pedro, meu noivo, soou casual, mas aquela frase despedaçou meu mundo perfeito. Paralisei com o pano de prato na mão, enquanto o cheiro do jantar que preparei com tanto carinho se tornou enjoativo. Ele não demonstrou culpa, apenas um cansaço estratégico ao dizer que a chefe dele, Juliana, esperava um filho seu. Para ele, era um "sacrifício" , um "investimento" para alcançar o topo. Depois, voltaria para mim, quando "arrumasse a casa" . Eu, Sofia, a órfã simples, assistente administrativa que pagava o aluguel do nosso apartamento, era apenas o plano B. A ironia me sufocou. Ele não fazia ideia de quem eu realmente era. Ele não sabia que meu sobrenome, Vasconcelos, me ligava ao Luxus Group, o império hoteleiro do meu pai. Ele não sabia que o dinheiro que ele tanto almejava era algo que eu poderia dar a ele com um telefonema. Os três anos de namoro, o anel falso no meu dedo, tudo parecia uma piada cruel. No dia seguinte, Juliana, a amante grávida, veio me humilhar em minha própria casa, me chamando de "coitadinha" e "simples" . Pedro, o homem que um dia me pediu em casamento, abaixou a cabeça, covarde. Eu fui empurrada para fora de casa por ele e Juliana, que ainda me acusou de vazar informações da empresa e de tentar roubar o noivo dela. Sozinha, humilhada e sem teto, eu sabia que a Sofia ingênua tinha morrido. E a herdeira dos Vasconcelos estava prestes a despertar para mostrar a eles quem realmente era a "ninguém".

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Alma Partida, Sonhos Quebrados

Alma Partida, Sonhos Quebrados

5.0

A noite de inauguração do "Sabor & Alma" era o ápice da minha vida, um sonho materializado em cheiros de manjericão e risadas abafadas, com Lucas, meu marido e pai da pequena Sofia, ao meu lado. A perfeição se estilhaçou com um grito: uma mulher irrompeu o salão, furiosa, dizendo ser Camila, a esposa de Lucas, exibindo uma certidão de casamento de cinco anos. Minha vida virou de cabeça para baixo: meu casamento de três anos, nossa filha de dois, tudo parecia uma farsa, uma mentira escancarada diante de críticos sedentos por escândalos e flashes que registraram minha humilhação pública. Como eu, Maria Eduarda, a chef íntegra, pude ser a amante? A dor era insuportável, a matemática não batia, a realidade não se encaixava. Quem era aquele homem que eu amei? Ele me pediu tempo, prometeu que "não era o que parecia", mas o escândalo já tinha chegado a Sofia. Não havia mais tempo, não para as mentiras. Eu lutaria pela minha filha, e por mim.

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O Coração de Inovação Roubado

O Coração de Inovação Roubado

5.0

A noite estava fria, mas a tempestade real acontecia dentro de mim. Amanhã, João, meu marido, seria o CEO da maior empresa de tecnologia do país, a TechCorp. Peguei a taça de vinho que ele me ofereceu, um brinde ao nosso futuro. O líquido desceu amargo, e uma dor excruciante paralisou meu corpo. Caí no chão, a taça estilhaçada ao meu lado. Olhei para João, confusa e apavorada. "Por quê?" , sussurrei. Seu sorriso era um abismo de escuridão. "Eu realmente me arrependo de ter te escolhido como minha esposa. Sem mim, como você poderia ter dado à luz um gênio da tecnologia?" Então, Pedro, meu filho de dezesseis anos, entrou. Ele segurava uma adaga cirúrgica. "Pedro!" , chamei, o desespero rasgando minha garganta. Ele se ajoelhou e enfiou a faca em meu coração, extraindo meu "coração de inovação" . "Se a tia Sofia tivesse sido minha mãe, minha linhagem seria definitivamente mais nobre. Você simplesmente não merece ser minha mãe." Pedro esmagou o chip sob o calcanhar, e a luz se apagou. A escuridão me engoliu. Mas então, eu abri os olhos novamente. Estava no dia da seleção para o projeto de herança da TechCorp, o evento que uniria os filhos do CEO a parceiros. João, mais jovem, com a mesma ambição fria nos olhos, escolheu Sofia, minha irmã. "Eu escolho Sofia. Seu talento e sua linhagem são inigualáveis. Juntos, criaremos um herdeiro que levará a TechCorp a patamares nunca antes vistos." Meu coração, que deveria estar despedaçado, estava estranhamente calmo. Um gelo se formou em minhas veias, apagando a dor e deixando apenas uma clareza cortante. Eles queriam um herdeiro de linhagem nobre, o filho prodígio que acreditavam que Sofia poderia lhes dar. Desta vez, pensei, eles teriam exatamente o que desejavam. E eu estaria lá para assistir à sua ruína.

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Ela Não Pagou: O Preço da Dignidade

Ela Não Pagou: O Preço da Dignidade

5.0

"Minha mãe vai adorar isso, Duda. Ela sempre quis um convite para jantar na sua casa." Era o que Pedro dizia, os olhos brilhando enquanto ele me arrastava pelo shopping lotado em direção à joalheria mais cara. Ele prometia que usaria cada centavo de seu adiantamento do 13º para um presente "especial" para a mãe dele. Mas, ao ver o preço daquelas joias – doze mil reais –, um calafrio me percorreu. Isso era demais. Foi então que a bomba caiu. Pedro, supostamente o homem que eu amava, me confessou que havia "emprestado" todo o seu 13º salário para um amigo, em uma história convenientemente dramática. E, sem rodeios, ele olhou nos meus olhos e pediu: "Duda, meu amor, sei que você também recebeu seu adiantamento. Você poderia pagar por isso?" Naquele momento, tudo se desfez. Meu coração, antes transbordando de carinho, agora pulsava com uma mistura amarga de descrença e raiva. Enquanto eu tentava processar a audácia dele, uma voz familiar e cortante me atingiu pelas costas: "Maria Eduarda? O que você está fazendo aqui?" Era Dona Fátima, minha gerente de RH, que, com um sorriso de escárnio, começou a me humilhar publicamente: "Não me diga que você está hesitando, Maria Eduarda. Um homem fazendo um gesto tão nobre e você fica aí, contando moedas? Que mesquinhez!" Ela não parou. Para que todos ouvissem, declarou: "Pedro, não deixe ela te desanimar. Leve tudo! Sua mãe merece o melhor. Se ela não quer pagar, é problema dela. Um homem de verdade sabe o que fazer." Minha esperança de que Pedro me defenderia foi esmagada quando ele, em vez disso, usou a pressão dela para me chantagear: "Ela tem razão, Duda. É para a minha mãe. Você não vai fazer essa desfeita, vai? O que as pessoas vão pensar de você? Que você é uma namorada egoísta?" "Vamos, amor. Passe o cartão. É só dinheiro. Nosso amor vale mais do que isso, não vale?" A imagem do homem que eu amava se estilhaçou em mil pedaços. Ele não era meu namorado; era um manipulador, um aproveitador. E Dona Fátima, sua cúmplice. Minha alma gritou "Não!" Foi ali, naquele cenário de falsidade e humilhação, que uma decisão inabalável se formou em mim. Eu não pagaria. Não mais. Este foi o ponto de virada.

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Corações Partidos, Vidas Recomeçadas

Corações Partidos, Vidas Recomeçadas

5.0

A escuridão se dissipou, e eu estava de pé, viva, no tapete vermelho do "Prêmio Zênite da Moda", o dia exato em que minha vida desmoronou na outra vez. Meu coração gritava ao ver Clara, minha irmã gêmea, sorrindo e de braços dados com Leonardo, o homem que eu amava mais do que a mim mesma. Ele e Clara, unidos, colhendo os louros de um futuro que eu, tola Sofia, sacrifiquei minha carreira e minha honra para construir, assumindo fraudes que eram dele. Na minha vida passada, eu esperava amor eterno, mas recebi a traição mais vil: Clara roubou meu projeto mais valioso e se tornou a pupila de Ricardo Vargas, o magnata que os elevou enquanto me jogava na miséria. "Sofia, você está bem? Parece pálida", a voz dela, doce como veneno, me tirou do transe. Olhei para minhas mãos limpas, sem o sangue da humilhação, e um ódio gelado subiu pela espinha. Não seria um sacrifício. Não seria perdão. Eu havia retornado, e desta vez, eles descobririam que a Sofia que conheciam estava morta. A mulher que renasceu, com o coração pulsando em fúria, não tinha nada a perder e tudo a vingar.

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O Preço do Amor

O Preço do Amor

5.0

Minha vida era um conto de fadas, ou assim eu pensava, planejando meu casamento com João, o homem que eu amava acima de tudo. Então, o telefone tocou. Pedro, o melhor amigo de João, com a voz embargada, anunciou o impensável: "O João foi sequestrado! Eles querem um resgate enorme!" Na minha vida passada, essa ligação me jogou num abismo. Eu vendi a casa que minha mãe me deixou, minhas economias, tudo. Salvei João, só para vê-lo chegar em casa de mãos dadas com Lúcia, me humilhando, me chutando para fora da minha própria vida. Eles usaram meu dinheiro para prosperar, enquanto eu virava motivo de piada, a "louca que perdeu tudo por um cafajeste". Terminei aleijada, muda, morrendo sozinha, por ter salvado Lúcia de um caminhão desgovernado. Eu odiava o João, a Lúcia, e a mim mesma por ter sido tão cega. Por que diabos eu tinha que passar por tudo aquilo? Por que tanto sofrimento por um amor que nunca existiu? Mas agora, eu estava de volta. No meu quarto de estudante, com minhas pernas, minha voz, e a ligação de Pedro no celular. Desta vez, eu não vou salvá-lo.

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Curupira: Um Amor de Outro Mundo

Curupira: Um Amor de Outro Mundo

5.0

Quando abri os olhos, o cheiro de terra molhada e a luz verde da floresta me envolveram, e entendi que estava de volta ao inferno que um dia chamei de lar. A Joana estava lá, minha melhor amiga, com o mesmo brilho de excitação nos olhos que me enganou da primeira vez. Na vida passada, eu, tola, corri para os braços do Rei Jaguar, um monstro disfarçado de rei, enquanto Joana, fascinada, seguiu o Curupira para seu domínio sombrio. Fui traída, humilhada e subjugada, vivendo em uma gaiola de ouro onde o título de Rainha dos Jaguares era uma sentença de sofrimento e traição pelas concubinas, e pela própria Joana. Ela me traiu, me empurrando para a morte certa, direto para as mãos de um Curupira furioso, que em seus olhos, antes de eu cair no nada, revelou algo que parecia choque e tristeza. Mas desta vez, algo mudou, e no exato momento do meu retorno, Joana correu, com um sorriso vitorioso, não para o Curupira, mas para o homem com olhos de predador, o Rei Jaguar. Um sorriso gelado se formou nos meus lábios, de pura ironia, pois ela não fazia ideia do inferno que a esperava. Decidi que meu caminho seria diferente, e virei as costas para a cena de Joana se jogando nos braços do Rei, procurando por ele, o Curupira. Parei na sua frente, estendi a mão, um pedido silencioso de confiança, e quando sua pele fria tocou a minha, o mundo girou, a escuridão me engoliu, mas dessa vez, não estava sozinha, eu confiei.

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O Brilho Do Anel Quebrou

O Brilho Do Anel Quebrou

5.0

O anel de noivado no meu dedo brilhava, uma promessa de reencontro com Gabriel, meu noivo que voltava da África depois de três longos anos. Mil e noventa e cinco dias de espera, e finalmente, o conto de fadas estava prestes a ter seu final feliz. Mas a ligação da assistente dele, Clara, virou meu mundo de cabeça para baixo. "Ela não suspeita de nada... Acha que ele é um herói." Poderia ser pior? Sim, um homem desconhecido respondeu: "Assim que ele se casar com a Andrade e colocar as mãos na fortuna... Ele vai poder sustentar a filha dele com luxo." Filha? A respiração parou. A dor rasgou meu peito. Casar comigo pela minha fortuna. Manter a filha de dois anos que ele teve enquanto fingia ir para a África. Sete anos, uma farsa. Eu era a tola, a galinha dos ovos de ouro. A humilhação me engoliu. Eu não podia desabar, não na frente dele. A vingança, fria e calculada, começou a se formar. Eu precisava casar, mas não com ele. Eu precisava destruir o plano dele de uma forma que ele nunca esperaria. Um nome surgiu na minha mente: Lucas Mendes. Um magnata inacessível, rumores de um homem quebrado. Um casamento de conveniência. Uma loucura desesperadora. Quando Gabriel ligou do aeroporto, sua voz cheia de uma falsa ternura, eu fingi paixão. "Estarei esperando", eu disse, sentindo o gosto amargo da minha própria mentira. O jogo dele acabou. Agora era a minha vez de jogar. A raiva me deu força. Eu não seria a vítima. Eu seria a protagonista da minha vingança. O confronto era inevitável. Eu precisava ver a verdade nos olhos dele. "Gabriel, você está escondendo alguma coisa de mim?"

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Casamento de Dor, Destino de Vingança

Casamento de Dor, Destino de Vingança

5.0

O cheiro de papel novo e tinta fresca preenchia o cartório. Minhas mãos tremiam, não de felicidade, mas com o eco de uma dor passada. Estava prestes a assinar o documento que selaria meu destino, unindo-me a Pedro, o homem que, em minha vida anterior, me torturou até a morte. Ele assistiu enquanto meus três filhos, bebês indefesos, morriam pelas suas mãos. Tudo por causa de Sofia, sua prima, que se afogou no dia do nosso casamento, e pela qual ele me culpou. Eu o encarei, o coração aos pulos. Ele também havia renascido. E sorriu aquele sorriso manipulador. "Eu vou me casar com minha prima primeiro para salvá-la." "Depois de sete dias, vou me divorciar e me casar com você." A dor não vinha mais do amuleto da minha tribo, mas da traição e do ódio que ele me causava. Ele me queria como um prêmio, uma posse garantida, sem remorso algum pelos nossos filhos mortos. Enquanto ele se virava, confiante, eu toquei o amuleto em meu peito, liberando seu poder. Em no máximo três dias, Lucas, o homem que sempre me amou, me encontraria. Eles me jogaram para dentro como um saco de batatas. Horas depois, Pedro reapareceu, furioso. "Você foi até lá para estragar tudo?" ele rosnou. Ele me empurrou para o quarto e trancou a porta. Eu ouvia tudo além da porta: risadas, sussurros, os sons de Pedro e Sofia se amando na 'nossa' cama. Foi então que notei a imperceptível marca no pescoço dela. Sofia também renascera. Uma calma mortal me invadiu. Peguei um vaso de cerâmica pesado e o quebrei na cabeça de Pedro. Ele caiu, atordoado. Ouvi Sofia gritar, fingindo dor, dizendo que a ataquei. Pedro me arrastou para a porta do porão. "Você queria ver o rio, Luana? Você sentia falta da água?" Ele me atirou escada abaixo, em uma prisão de água, na escuridão. O calor do amuleto se intensificou. Eles estavam perto. Minha liberdade, minha vingança, estavam perto. A porta do porão se abriu, revelando Lucas. "Luana", ele disse, sua voz um trovão. Ele tirou o próprio casaco e o colocou sobre meus ombros. "Viemos te buscar", ele disse. "Vamos para casa."

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Amor e Ódio: O Despertar da Fúria

Amor e Ódio: O Despertar da Fúria

5.0

Era para ser um dia como qualquer outro na vida de Ana Lúcia, uma esposa e mãe feliz, às vésperas de receber uma fortuna. Mas a notícia de que sua filha, Sofia, havia caído do 28º andar do prédio, transforma seu mundo em um inferno. No caminho para casa, correndo contra o tempo para o hospital, um acidente tira sua própria vida e a de sua mãe. Flutuando sobre a cena de sua morte, ela vê o marido, Pedro, chorando, uma máscara de dor desfigurando seu rosto. Porém, por um segundo, quando ele pensa que ninguém está olhando, a máscara cai e um sorriso cruel se abre em seus lábios. Nesse instante, a verdade a atinge de forma brutal: a queda de Sofia, o acidente, tudo foi planejado por Pedro e sua mãe para roubar os 50 milhões de reais da herança que ela receberia naquele mesmo dia. A raiva é tão intensa que a puxa de volta, um turbilhão de fúria e dor. E então, Ana Lúcia abre os olhos. Está viva, de volta ao dia do inferno, com a notificação do depósito bancário em seu celular confirmando o início de sua segunda chance. Sua filha Sofia está ao seu lado, viva e segura. Armada com a verdade, Ana Lúcia jura que esta vez será diferente. Ela fará essa família de escroques pagar por cada lágrima. Sua sogra, Dona Clara, a confronta com seu desprezo habitual, mal sabendo que os joguinhos dela acabaram. Pedro, em sua rotina matinal, pergunta sobre o dinheiro, a ganância brilhando em seus olhos. Ana Lúcia sorri, um sorriso gélido. Este é o primeiro teste. O contra-ataque começou.

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A Fênix Vai Brilhar

A Fênix Vai Brilhar

5.0

Eu sou Laura, a estilista por trás da L'Aura, uma marca que dita tendências globais. Minha melhor amiga, Isabela, é a alma de um dos blogs de viagem mais influentes do mundo, "Passaporte para o Paraíso". Juntas, poderíamos comprar um pequeno país se quiséssemos. Mas, por um ano inteiro, éramos apenas Laura e Isabela, humildes estagiárias da Construtora Santos. Fizemos isso por amor, ou pelo que pensávamos ser. Nos apaixonamos pelos irmãos Santos, Pedro e Ricardo, e deixamos nossos impérios para trás para estagiar por um salário mínimo, que mal pagava nossos cafés. Usamos nossas ideias de milhões e nossos contatos da alta sociedade para transformar a pequena empresa deles em um nome em ascensão no mercado. Viramos noites trabalhando em projetos que culminariam no lançamento do "Residencial Vértice", que os colocaria no mapa dos grandes empresários. Na noite anterior ao grande lançamento, Pedro e Ricardo nos chamaram para a sala de reuniões. Esperávamos reconhecimento, talvez até uma oferta de emprego real. Em vez disso, eles estavam com Vanessa, uma influenciadora digital com mais seguidores do que escrúpulos. "Laura, Isabela. Temos uma última tarefa para vocês", disse Pedro, com uma frieza cortante. Eles empurraram pilhas de nossos rascunhos e anotações sobre a mesa. "Queremos que vocês entreguem todas as suas ideias e contatos para a Vanessa. Ela será o novo rosto da nossa empresa." A humilhação era palpável. A traição cortava mais fundo do que qualquer outra coisa. Ricardo riu, sua voz se tornando uma ameaça velada. "Vocês são estagiárias, não têm ambição. Usem suas ideias para ajudar a Vanessa a ter sucesso, assim ela pode nos ajudar na alta sociedade." Quando Sofia, nossa jovem assistente, tentou nos defender, Ricardo a demitiu e ameaçou destruir sua carreira. Aquele ato de crueldade gratuita foi a gota d'água. Isabela e eu nos entreolhamos, a incredulidade dando lugar a uma fúria gelada. O amor que sentíamos havia se transformado em cinzas. "Laura, eu quero expor tudo isso nas redes sociais. Agora. Vou destruir a reputação deles antes do amanhecer", Isabela sussurrou, tremendo de raiva. Eu balancei a cabeça, meus olhos fixos em Pedro, que me encarava sem um pingo de remorso. "Não", eu disse, minha voz baixa e firme. "Isso é pouco. Eu vou esperar por eles no topo do mercado. Vou derrubá-los com minhas próprias mãos." Isabela me olhou, surpresa com a minha calma. Ela sabia que minha raiva, quando silenciosa, era a mais perigosa. Ela entendeu. "Tudo bem," ela respondeu, com uma determinação sombria. "Mas eu não fico aqui nem mais um segundo." Ela deletou seu perfil de "estagiária" na nossa frente, um ato simbólico. "Aproveitem bem as migalhas que vocês estão roubando. Vocês vão precisar." Ela se virou e saiu da sala, de cabeça erguida. Eu me prometi, e para Isabela, e para a pobre Sofia, que a vingança não seria apenas sobre expor a verdade, seria sobre tomar de volta tudo o que eles nos roubaram, e muito mais. Seria sobre mostrar a eles a diferença entre a ambição mesquinha deles e o verdadeiro poder.

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Amor e Ódio: Um Casamento Destruído

Amor e Ódio: Um Casamento Destruído

5.0

<导语> A chuva fria batia forte enquanto eu estava ali, no funeral do meu filho Daniel, sentindo o peso daquele caixãozinho de madeira. Mas o lugar ao meu lado estava vazio. Ana, minha esposa e mãe de Daniel, não estava lá. Liguei dezenas de vezes, mandei mensagens, mas nada. Até minha amiga Sofia, preocupada, me perguntou: "Onde está a Ana?" Voltei para casa e ouvi a voz dela vindo do banheiro, conversando no celular. Um alívio momentâneo me invadiu. Ela estava segura. Mas então, a voz dela: "Foi um alívio, para ser honesta. Ele nunca deveria ter existido, para começo de conversa. Daniel foi um acidente, Lucas." Lucas. O ex-namorado dela. O "grande amor da vida dela." Meu sangue gelou quando ela continuou: "A clínica na Suíça foi muito profissional. Rápida, eficiente. Eles chamam de 'eutanásia', soa tão pacífico, não é?" Eutanásia. Não foi a doença. Minha esposa planejou a morte do nosso filho. Eu, que vendi meu carro e usei todas as minhas economias para o tratamento, percebi que ela usou esse dinheiro para matá-lo. E, para piorar, ouvi: "A tecnologia agora é sua, meu amor. Com ela, você vai se tornar o homem mais bem-sucedido da cidade, e eu estarei ao seu lado." Ela roubou meu trabalho. O meu legado para Daniel. Quando a porta se abriu, ela tentou me abraçar, com uma falsa tristeza no olhar. "Pedro! Querido, eu estava te procurando! Eu... eu não consegui ir." Eu a afastei, sentindo nojo. Ela era um monstro disfarçado de mulher. Como poderia viver na mesma casa que ela? No dia seguinte, ela se livrou de todas as coisas de Daniel como se fossem lixo. "Você vai guardar esse lixo? Pedro, isso não é saudável", ela disse. Eu não respondi. Peguei as poucas coisas que ela esqueceu e as levei para o meu estúdio secreto. Nosso lugar. O santuário de Daniel. Ao voltar, encontrei Lucas, o amante da minha esposa, na minha sala. "Pedro, não seja rude", Ana disse, percebendo meu pânico silencioso. Eles estavam rindo, cozinhando, celebrando a morte do meu filho. "Ciúmes? Não, Ana. Eu não estou com ciúmes." Eu estava quebrado. E então comecei a gritar, as lágrimas escorrendo livremente. "Daniel se foi, Ana! Nosso filho morreu hoje! E você está aqui, rindo e cozinhando para o seu ex-namorado! O que há de errado com você?" Ela mandou eu sair da minha própria casa. "Se você não gosta do que vê, a porta está bem ali. Saia!" E, de repente, em meio a toda a dor e raiva, senti algo novo. Alívio. "Tudo bem. Eu saio. E eu quero o divórcio." Ela riu. "Você não é nada sem mim. Você não pode se divorciar de mim, Pedro. Eu vou garantir que você nunca mais trabalhará nesta cidade." Mas o que Ana e Lucas não sabiam era que minha tecnologia, roubada por eles, era apenas a versão antiga. A verdadeira inovação, o núcleo do sistema, estava segura. E eu acabara de transferir a patente para Daniel. A guerra estava apenas começando. </p>

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Infertilidade e Traição: O Divórcio

Infertilidade e Traição: O Divórcio

5.0

Eu trabalhei a vida toda para este momento. Com uma bolsa de estudos bancada pela família do meu marido, Pedro, me formei engenheira na melhor universidade, transformei a PetroVargas na empresa mais lucrativa e estava a um passo de ser nomeada presidente. Mas quando a porta da sala de reunião se abriu, Pedro entrou com a secretária visivelmente grávida. Ele me olhou com desprezo e disse: "Como podemos nomear uma presidente que não pode nem dar um herdeiro para a família Vargas?" A humilhação me atingiu como um tsunami. Me acusaram de ser "estéril", uma "mulher incompleta" e de ter "enganado" a todos. Meus sogros, que até então haviam me tratado como filha, viraram as costas. Eu não conseguia entender tanta crueldade. Era meu laudo médico, compartilhado em segredo com Pedro em um momento de vulnerabilidade, sendo usado para me destruir publicamente. Eu construí tudo, por que eles estavam fazendo isso? Enquanto Pedro rasgava meus projetos, o advogado da família se aproximava com os papéis do divórcio e um contrato que me despojaria de tudo. E foi nesse inferno que meu celular tocou: "Sr. Montenegro" brilhava na tela.

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Vingança e Recomeço: Amor ou Dor?

Vingança e Recomeço: Amor ou Dor?

5.0

O cheiro de desinfetante no corredor do hospital era forte, sufocante. Olhava Pedro, meu marido, pálido na cama. O médico disse que os rins dele falharam. E a única doadora compatível era Dona Clara, a mãe dele. Ela chorava, implorando para não fazer a cirurgia. Mas eu declarei, glacial: "Você vai fazer a cirurgia. Você é a única que pode salvá-lo." E então, minha voz venenosa, sussurrando: "Se você não assinar, eu mesma desligo as máquinas." Pedro não entendeu por que fiz aquilo com a mãe dele. Ele sussurrou: "A Sofia que eu conheço nunca faria isso." Eu ri, um som oco. "A Sofia que você conhecia está morta." Ele não sabia que eu me lembrava de tudo da nossa vida passada. Da indiferença dele, do acidente que nos matou. De como eu o empurrei para fora do carro em chamas, antes que explodisse. "Pedro, viva", foram minhas últimas palavras. Ele renasceu, tentando me reconquistar, mas eu construí um muro. Então veio o acidente dele, e eu finalmente deixei claro. "A ponte velha... traz más lembranças, não acha?" Aquele choque nos olhos dele. Ele também se lembrava. Não era indiferença. Era vingança. Ele tentou lutar, mas o Thiago, meu amante, estava lá. Eu me certifiquei de que ele visse nosso beijo. Ele pediu o divórcio. Assinei. Não fiz nenhuma pergunta. Como um recibo. Na festa, anunciei meu noivado com Thiago. A humilhação dele era pública. E eu sabia que estava apenas começando.

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De Tolo a Justiceiro

De Tolo a Justiceiro

5.0

Este deveria ter sido o dia mais feliz da minha vida. Eu era Ricardo, um arquiteto promissor, voltando para os braços da mulher que amei por cinco anos, Sofia. Eu vendi meu suor e sangue por ela em um país distante, um inferno de trabalho e solidão. Tudo para construir o sonho dela, nosso. Mas ao invés de reencontro, o que me esperava era a voz dela, sussurrando para um amante na minha própria cama. "Pedro, querido, Ricardo ainda é útil para mim. Ele é apenas um trampolim. Um tolo apaixonado que acredita em cada palavra que eu digo." Todo o meu sacrifício, a cada moeda enviada, foi para pagar relógios de luxo e a vida de um parasita. Minhas mãos calejadas, meu corpo exausto, tudo desprezado. A bile subiu pela minha garganta, cravando uma dor profunda no meu peito. Eu não era mais o Ricardo ingênuo, eu era um fantasma faminto por justiça. No dia da "coroação" do império dela em Paris, eu estava lá, um convidado indesejado. Ela e Pedro tentaram me fazer de louco, de ex-namorado amargurado. Mas quando a bolsa dela caiu, revelando um ultrassom, e o Professor Andrade, seu mentor, me acusou de assédio, a palavra "divórcio" se tornou um grito de guerra. Eu não queria mais nada, só liberdade. Mas eles me forçaram a jogar o jogo deles, um jogo que eu dominava. Eu ia pegar de volta tudo que era meu. Com juros.

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Nunca Mais Serei Um Peão: A Ascensão da Diva

Nunca Mais Serei Um Peão: A Ascensão da Diva

5.0

Eu esperei oito anos por ele. O meu nome é Vanessa Hayes, e a minha voz, o meu fado, era tudo o que eu tinha. Eu dei-lhe a minha juventude, a minha paixão, transformei cada nota na melodia do meu amor. No meu vigésimo quarto aniversário, a data em que a nossa promessa, feita em tom de brincadeira, se deveria cumprir, vesti o meu melhor vestido e levei uma garrafa de Porto vintage personalizada para o restaurante onde Hugo esperava. Mas o que eu ouvi partiu-me o coração em mil pedaços. "A 'fadistazinha' irritante deve estar a chegar." "A atriz já chegou com o bebé. A Lilith vai fingir ser a minha namorada, e vamos anunciar o nosso noivado. Assim, a Vanessa desiste de vez." Eu não era a mulher que ele iria pedir em casamento. Eu era a peça final de um plano cruel para conquistar a mulher que ele realmente amava. Eu era a "fadistazinha" que deveria ser esmagada sob os seus pés. Como pude ser tão cega? Cada canção, cada sacrifício, cada esperança… tudo por uma farsa. Como é possível que ele me odiasse tanto, que se divertisse com a minha humilhação? A dor do meu braço partido no hospital não se comparava à dor de ver o homem que eu amava ignorar-me, virar-me as costas, e rir enquanto eu caía. Ele me empurrou para uma piscina gelada, desejando minha morte. Como ele pôde? Eu tinha de saber a verdade por detrás de tanta crueldade. Chega. Eu não vou esperar por um homem que me esmagaria sem pensar duas vezes. Não mais. Eu vou para Paris, e a minha música, que antes implorava por amor, agora grita por liberdade. Nunca mais serei um peão no jogo de alguém.

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A Rejeição e a Redenção

A Rejeição e a Redenção

5.0

Acordei no hospital. O cheiro a desinfetante e uma dor surda eram as minhas únicas companhias, para além de um vazio perturbador na memória dos últimos sete anos. Miguel, o meu melhor amigo, estava lá, mas as suas palavras revelaram uma chocante verdade: eu tinha vivido uma obsessão doentia por Sofia, a sua irmã, que me via apenas como um fardo. O acidente que me deixou à beira da morte? Foi culpa dela, depois de me ter abandonado para ir ter com o namorado dela, Ricardo. Mesmo sem me lembrar de nada, a crueldade deles não parou. Sofia atirou-me para uma piscina, deixou-me a morrer num incêndio e publicamente humilhou-me, acusando-me de plágio para garantir o sucesso de Ricardo. A minha carreira, o meu nome, tudo em ruínas. Como pude ser tão cego? A raiva fria e o vazio eram palpáveis, o peso de uma obsessão fantasma que me perseguia. Decidi que o Porto era um novo começo, longe de tudo. Lá, encontrei Inês, a promessa de um amor genuíno e cura. Mas o destino, com a sua ironia cruel, reservava-me um último golpe: uma nova tragédia que me devolveria todas as memórias. E com elas, a força para finalmente confrontar a minha dor e abraçar a verdadeira felicidade.

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A Esposa Negligenciada Encontra a Felicidade

A Esposa Negligenciada Encontra a Felicidade

5.0

Dois anos de casamento, e a minha cama continuava fria. Mateus, meu marido, nunca me tocou. A minha vida de luxo era uma fachada vazia. Eu, Lara, a rainha do samba, tinha me tornado uma sombra obediente. Até que, numa noite, o segredo gelado dele foi revelado. Encontrei-o na capela privada, ajoelhado, não rezando a Deus. Estava a adorar um vídeo da sua prima, Sofia. A sua devoção era uma penitência, uma punição por um amor proibido. Naquele instante, percebi: eu era apenas um escudo, um objeto para a sua fachada. O meu coração estilhaçou-se. O inferno abriu as portas. Sofia, a manipuladora, veio morar connosco. Ela cortou o meu longo cabelo enquanto eu dormia, tentando apagar a minha essência. Atirou-me uma garrafa à cabeça, deixando-me com uma concussão. E ele? Mateus, o meu marido, sempre a defendeu, minimizando cada agressão. O ápice da crueldade veio durante um sequestro. Ele teve que escolher, e sem hesitar, salvou-a a ela. Deixou-me para morrer no fogo. E, para selar a traição, usou a minha pele para cobrir a pequena queimadura dela. Sem o meu consentimento. Senti-me a marioneta numa peça doentia. Usada, violada, humilhada ao extremo. Para Mateus, eu era apenas um problema a ser resolvido com dinheiro, um incómodo gestível. Como pude ser tão cega? O meu amor por ele, tão puro e apaixonado, tinha sido um sacrifício em vão. Estava esgotada, mas uma nova centelha de raiva e determinação nascia em mim. Eu não iria mais ser a vítima passiva dessa história macabra. Eu não suportaria mais. A minha voz, antes silenciada pela humilhação, finalmente gritou: "Eu quero o divórcio!" Eu ia fugir. Eu ia encontrar a Lara vibrante que o Rio de Janeiro conhecia e construir a minha própria felicidade. Era a hora de renascer das cinzas.

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Rejeitada, Amada, Invencível

Rejeitada, Amada, Invencível

5.0

A véspera de Ano Novo na casa da minha mãe, Dona Clara, sempre foi um palco para o cheiro de peru assado e uma tensão cortante. Eu, Ana, com meus quarenta e poucos anos, já conhecia o roteiro: a árvore de Natal piscando uma alegria falsa e eu lá, por pura obrigação filial. Mas este ano foi diferente. Depois da ceia, minha mãe, rainha no trono, bateu o garfo na taça e anunciou: a hora de organizar a herança havia chegado. Meus irmãos, Pedro e João, receberam apartamentos e casas. Minhas cunhadas, Maria e Sofia, ganharam joias preciosas. Meu sobrinho, dinheiro para começar a vida. E eu, a filha que cuidou do pai doente sozinha, que gastou o que não tinha, que negligenciou a própria vida por eles? Para mim, um sorriso gelado e a "honra" de cuidar da minha mãe na velhice. Eu, a enfermeira perpétua. A escrava particular. A raiva borbulhou, queimando anos de silêncio. Um tapa estalou no meu rosto. "Ingrata!" ela gritou. "Acabou." Deixou minha boca uma declaração, não um grito. Doeu, mas era a verdade. "Saia da minha casa!", ela esganiçou. Meus irmãos me arrastaram e me jogaram na noite fria. Cai na calçada, humilhada, mas pela primeira vez, livre. Voltei para casa em cacos, mas com uma nova chama. Ricardo e Lucas, minha verdadeira família, me acolheram. Pela primeira vez eles sentiram a raiva em meu favor. "Aquele desgraçada! Ela te bateu?", Ricardo rosnou. "Aqueles seus irmãos covardes deixaram?" Lucas perguntou. Voltamos lá. Ricardo deu um soco em Pedro. Lucas empurrou João. O caos de antes era agora a justiça crua. Enfrentei-os. A ameaça de polícia pairava. Fingi um desmaio. Eles caíram no meu jogo. Eu não era mais a invisível. Eu era a estrategista. Eles me levaram para o hospital. No silêncio estéril, minha família se uniu. Lucas pediu perdão, Ricardo me beijou. "Não há nada para perdoar, Ana. Agora somos nós três. Uma nova vida. Um novo ano." Bloqueei o número de todos eles. O cordão umbilical tóxico estava enfim cortado. O silêncio foi um presente. Minha vida floresceu. Um novo lar, um novo emprego, uma nova Ana. Um ano depois, eles apareceram. Minha mãe, esparramada nas desculpas de sempre. "Sua obrigação", Maria exigiu. "Eu não devo nada a vocês", respondi friamente. Ricardo e Lucas apareceram. Uma frente unida. Inabalável. "Vocês vão se arrepender disso", minha mãe sibilou. "Não. Eu já me arrependi por tempo demais. Agora, eu estou apenas vivendo." Ela morreu sozinha num asilo, colhendo o que plantou. Meus irmãos, atolados nos próprios problemas, nem no enterro apareceram. Não chorei. Não senti dor. Apenas paz. Ela me deu a vida, mas eu construí meu próprio destino. No enterro, o sol apareceu. Eu não era vítima, mas arquiteta do meu futuro. Naquela noite, brindamos. "À nossa família. E ao futuro." Eu tinha o respeito próprio, o amor e a liberdade. Ninguém poderia tirar isso de mim.

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A Segunda Opção Não Mais: A Minha Liberdade

A Segunda Opção Não Mais: A Minha Liberdade

5.0

Era o aniversário de 60 anos da minha sogra, e meu marido, Pedro, jurou que iríamos juntos. Mal sabia eu que ele já havia me trocado. Em vez de estar ao meu lado, ele correu para socorrer uma chamada da sua ex-namorada, Sofia, porque o filho dela teve uma crise de asma. Eu cheguei sozinha à festa da minha sogra, com o bolo de aniversário que eu mesma fiz no banco do meu carro. Lá, fui recebida com o desprezo da minha cunhada Clara e a "compreensão" passivo-agressiva da minha sogra, Inês, que elogiava Pedro por ser "tão bom" ao ajudar Sofia. A humilhação apertava em meu peito, mas o pior veio depois: Sofia compartilhou uma foto no hospital com Pedro, agindo como se fosse a esposa dele, e mais tarde, me enviou uma mensagem provocadora do PRÓPRIO CELULAR dele. Será que Pedro era tão cego ou eu era apenas um adorno conveniente para ele? A raiva borbulhava, e o fio da meada se rompeu no nosso aniversário de casamento. Ele esqueceu. Esqueceu-se completamente para levar Sofia e o filho dela ao parque de diversões. Naquele dia, enquanto meu telefone caía no chão, eu soube: as coisas iriam mudar. Eu não seria mais a segunda opção.

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Abandonada na Chuva

Abandonada na Chuva

5.0

Minha perna direita doía, esmagada nos destroços do carro, sob a chuva torrencial. Grávida de oito meses, liguei para Pedro, meu marido, que prometeu estar em cinco minutos. Mas a ligação que veio minutos depois não era para me salvar. Era para justificar o seu desvio. A prioridade de Pedro? A ex-namorada, Sofia, e o cão dela presos na cave inundada. "A Sofia não tem mais ninguém", disse ele, enquanto eu estava presa, a sangrar, carregando o nosso filho. Ele não só me abandonou, como desligou na minha cara. Os bombeiros demoraram, e no hospital, a notícia esmagou-me: o nosso bebé não resistiu ao stress do acidente. Meu filho, meu menino, que ele tanto queria, estava morto. E o Pedro ainda não sabia, pois estava demasiado ocupado a "fazer a coisa certa" por outra pessoa. Quando finalmente apareceu, com as calças sujas de lama da cave da Sofia, a dor na minha perna era nada comparada com o vazio que ele tinha deixado em mim. Olhei para ele, para o homem que escolheu um cão em vez da própria família, e disse: "O bebé morreu, Pedro. Por tua causa." Ele tentou negar, argumentar, mas a verdade era clara: ele tinha matado o nosso filho com a sua negligência. Não havia perdão possível. "Quero o divórcio, Pedro." E desta vez, não haveria volta.

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Acordo Amargo: O Casamento de Sofia

Acordo Amargo: O Casamento de Sofia

5.0

Quando acordei, o cheiro a desinfetante e uma dor excruciante no tornozelo lembraram-me do acidente. O meu noivo, Pedro, estava ao lado da cama, aparentemente a cuidar de mim, mas o seu olhar era frio. "Acordaste?" a sua voz sem emoção cortava o ar. Em vez de preocupação, ele acusou-me de ser uma "grande deceção", de colocar a vida da minha mãe em risco e de adiar o nosso casamento, manchando a "reputação da sua família." Eu, que quase morri, era a culpada. A minha mãe, Clara, parecia estar a recuperar, mas a sua afeição por Pedro era inabalável, vendo-o como o genro perfeito. Dois dias depois, veio a notícia devastadora: o cancro da minha mãe regressara, mais agressivo. Foi aí que Pedro jogou a sua cartada final. "Eu pagarei pelo melhor tratamento, não importa o custo," disse ele, um sorriso triunfante nos lábios, enquanto a minha mãe se agarrava a ele como a um salvador. Eu estava encurralada. O meu sacrifício era a única esperança para a minha mãe. Eu vendera a minha alma para a salvar. "Eu caso contigo," disse, a minha voz vazia, "mas com uma condição." Ele sabia que tinha vencido. Perguntei-me: Como podia ele ser tão cruel? Como a minha própria mãe podia estar tão cega pelo seu "anjo"? Eu não tinha escolha, a não ser tornar-me a sua "esposa troféu" numa gaiola dourada. Mas, no dia do casamento, enquanto ele sussurrava "Agora és minha. Para sempre," algo quebrou dentro de mim. A raiva, fria e calculista, tomou conta. Eu casaria com ele, mas eu também encontraria uma forma de sair. E levaria a minha mãe comigo. A vida no luxo era uma prisão. Monitorizou os meus gastos, as minhas chamadas, as minhas saídas. Mas, em segredo, comecei a planear. Não, eu não pertencia a ninguém. E a minha vingança seria a liberdade.

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Sofia Mendes: O Despertar de Uma Vingança Fria

Sofia Mendes: O Despertar de Uma Vingança Fria

5.0

No dia do nosso terceiro aniversário de casamento, o bolo estava intacto na mesa da sala, metade chocolate, metade morango. Mas a polícia irrompeu pela porta, não para celebrar, mas para prender o meu marido, Pedro, por tentativa de homicídio premeditado. A sua amante, Clara, também foi detida. Eles planearam matar-me, sabotando os travões do meu carro numa estrada sinuosa, tudo pela minha fortuna familiar. Na esquadra, eles confessaram. Pedro disse que eu era fria e distante, justificando a sua traição e ganância. A minha sogra, em frente à esquadra, gritava que eu o tinha incriminado, que o meu Pedro nunca faria tal coisa. O meu pai ligava, não preocupado comigo, mas com o escândalo que prejudicaria a "reputação da empresa". Ninguém parecia acreditar que o homem que jurou amar-me tentara tirar-me a vida. Quando Pedro me implorou na sala de interrogatório, desesperado, "Eu amo-te! Foi um mal-entendido! Eu ia proteger-te!", as suas palavras eram veneno. Como podia ele dizer amar-me, se esteve um ano a planear a minha morte para herdar a fortuna do meu avô? Porquê essa mentira descarada? Senti o peso de anos de invisibilidade e traição. Decidi quebrar o ciclo de silêncio e cumplicidade com a hipocrisia. Levantei-me do sofá, olhei para o bolo intocado e disse aos polícias: "Eu sei do plano deles." E a partir daquele momento, a vingança de uma mulher com o coração de gelo e a verdade nas mãos, começava. Eu ia ver se ele realmente o faria, e ele fez. Agora, ele pagaria por isso.

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O Preço do Abandono: Quando o Amor Se Desfaz

O Preço do Abandono: Quando o Amor Se Desfaz

5.0

O cheiro a desinfetante e o aroma metálico de sangue sufocavam o ar. Acabara de acordar da anestesia, a cabeça pesada e a garganta seca. Ao meu lado, o meu pai, Artur, jazia em coma, após o grave acidente na Autoestrada A1. Foi aí que tudo desabou. Liguei ao Pedro, o meu noivo, as mãos a tremer. A sua voz, quando finalmente atendeu, estava cheia de impaciência, antes de ouvir a Laura, a minha futura sogra, a implorar: "Pedro, vem cá depressa! A Cláudia desmaiou de novo!" Seguiu-se a voz fraca e chorosa da Cláudia, a sua irmã: "A culpa é minha por ter um corpo fraco..." O Pedro suavizou-se de imediato: "Não digas isso, tu és a nossa família. Cuidar de ti é o mais importante." Família. E eu? E o meu pai? Respirei fundo. "Pedro," disse eu, com a voz rouca, "tive um acidente. O meu pai está em coma. Eu... eu perdi o nosso bebé." O silêncio do outro lado foi como um soco. Depois, a sua raiva explodiu: "O quê? Perdeste o bebé? Sofia, como pudeste ser tão descuidada? Sabes há quanto tempo queríamos este filho?" Como se a culpa fosse minha. Ele ainda acrescentou: "A Cláudia tem uma doença cardíaca, stress pode ser fatal! Não podes ser um pouco mais compreensiva?" Compreensiva? Eu, vazia e dorida, e ele pedia-me compreensividade? As lágrimas ameaçaram cair, mas engoli-as. A minha voz, surpreendentemente calma, declarou: "Pedro, vamos cancelar o casamento." Ele desligou. Bloqueou-me. A minha barriga, agora plana e vazia, parecia ecoar o vazio no meu coração. Ele não perguntou se eu estava ferida. Não perguntou onde estávamos. Só lhe importava a perda "do seu" filho e a sua irmã. Quando o telemóvel do meu pai tocou, o nome "Laura" brilhava no ecrã. Atendi. "Artur! Onde está a tua filha? Ligar ao Pedro a esta hora, a dizer disparates sobre cancelar o casamento! Quer matar a minha Cláudia de preocupação?" Ela não tinha decência. Será que havia uma gota de humanidade para além da frieza e egoísmo da família do meu noivo? E como se pode começar de novo quando tudo o que se amou é arrancado, e os que deviam apoiar te acusam e te culpam? Estava na hora de lutar, não para os ter de volta, mas para me salvar a mim e ao meu pai do abismo em que me tinham empurrado.

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O Veneno na Paella

O Veneno na Paella

5.0

Estava grávida de cinco meses, o meu ventre, uma promessa. Um jantar de família, a paella de marisco que a minha sogra insistiu que provasse. Acordei num quarto de hospital, o cheiro a antisséptico sufocante. O vazio no meu útero era o que me dilacerava. O meu bebé tinha-se ido. A enfermeira confirmou o choque anafilático. Procurei Marcos. A sua voz, irritada, ao telefone: "Estou ocupado, a Sofia não está bem." Ele estava a consolar a mulher que me envenenou intencionalmente. Um camarão no meu prato, apesar da minha alergia mortal. "Um acidente?", ele disse. Mas Sofia olhou-me nos olhos enquanto eu lutava para respirar. A minha sogra assistiu, sorrindo. Eles mentiram, negaram. Quando pedi o divórcio, tentaram destruir-me. A difamação queria pintar-me como louca, apagar-me. Como podiam ser tão cruéis? No meu desespero, uma fúria fria acendeu-se. Não seria vítima. Gravei a ameaça de Marcos. Uma testemunha inesperada apareceu. Eles subestimaram-me. A sua guerra acendeu a minha. Isto não era apenas um divórcio, era justiça. A verdadeira batalha ia começar.

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Não Voltes a Casa, Ricardo

Não Voltes a Casa, Ricardo

5.0

Durante cinco anos, dediquei a minha vida a Ricardo, o artista dos meus sonhos. Ele vivia da minha generosidade, eu acreditava no seu 'talento' e nas suas promessas de futuro. Até que, numa madrugada, o meu mundo ruiu. O meu pai sofreu um ataque cardíaco fatal em Coimbra. Desesperada, liguei a Ricardo para me levar ao hospital, pois o meu carro estava na oficina. Mas, do outro lado da linha, só ouvi música, risos e a voz da sua 'musa', Clara. Ele recusou-se, alegando que a sua carreira era 'demasiado importante', e que eu era 'dramática' por querer estar ao lado do meu pai. Mandou-me apanhar um Uber às duas da manhã. Naquela noite, a caminho do hospital, chocada, descobri a sua verdadeira face. Ao regressar a casa, encontrei um recibo: um colar caríssimo comprado para Clara, na mesma hora em que o meu pai lutava pela vida numa unidade de cuidados intensivos. Cinco anos de sacrifício, ilusões e humilhações transformaram-se num nojo profundo. Como pude ser tão cega? Ele amava apenas o meu dinheiro, a minha estabilidade, nunca a mim. A calma fria que me invadiu foi assustadora. Mandei-lhe uma mensagem: 'Não voltes a casa.' E quando ele, furioso, tentou manipular-me e destruir as minhas coisas, fui buscar o meu contrato de arrendamento e chamei a polícia. Era hora de expulsar o parasita da minha vida e da minha casa.

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A Verdade por Trás da Ferida

A Verdade por Trás da Ferida

5.0

Com oito meses de gravidez, o meu corpo falhava. O sangue escorria, uma dor aguda na barriga, pré-eclâmpsia severa. Vida ou morte. Desesperada, liguei ao meu marido, Tiago, um cirurgião de topo no mesmo hospital. Mas a sua resposta veio fria, distante: "Clara, não posso ir. A Sofia teve um acidente." Sofia. A sua irmã mais nova. O pânico subiu pela minha garganta. Quase morri na mesa de operações, o nosso bebé Lucas nasceu prematuro, lutando pela vida na UCI Neonatal. E quando Tiago finalmente apareceu, não tinha preocupação nos olhos. Apenas cansaço. Contou-me como 'salvou' a Sofia de um 'corte'. Pelo contrário, a minha sogra, Helena, chamou-o de herói e acusou-me de ingratidão. Até a própria Sofia se mudou para a nossa casa, 'traumatizada'. Será que sou eu a irracional, a 'dramática' sob efeito de medicamentos? Como podia o meu marido, um médico, priorizar um arranhão superficial à vida da sua esposa e do seu filho? O homem com quem me casei, que prometeu proteger-me, não o reconhecia. Estava cega? Eles queriam que eu me sentisse culpada. Mas uma clareza terrível atingiu-me. Não estou louca. Lutei para sobreviver, e agora vou lutar pelo meu filho. "Quero o divórcio", declarei, com uma voz firme. "E vou lutar pela custódia total do meu filho." A minha guerra começou. E não estou sozinha.

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Abandonada no Dilúvio: A Vingança de Lia

Abandonada no Dilúvio: A Vingança de Lia

5.0

Grávida de nove meses, estava presa num túnel inundado em Lisboa. A água subia rapidamente, e o pânico apoderava-se de mim enquanto ligava desesperadamente para o Marcos. A sua voz atendeu, irritada e distante, abafada pelos ruídos do fundo. "Marcos, estou presa! A água está a subir!" implorei. A sua resposta foi um golpe gélido: "Chama os bombeiros. Não te posso ajudar agora. A Sofia está a ter um ataque de pânico." A Sofia? Enquanto eu me afogava, ele socorria a amiga de infância? Abandonada, dei à luz prematuramente, perdendo o nosso bebé. No hospital, Marcos e a sogra, Helena, defendiam o indefensável, minimizando a tragédia e culpando-me. "Ele também está a sofrer," disse Helena, chamando a morte do nosso filho de "acidente". Acidente? Seria eu a tola por exigir apoio, enquanto a minha vida e a do nosso bebé se desfaziam por uma aparente "crise de pânico"? A voz de Sofia soava falsamente preocupada ao telefone, mas os hospitais não tinham registo dela. Onde estavam eles, afinal? Uma terrível suspeita começou a crescer. A verdade gelou-me: descobri um recibo. Um anel de noivado para "A minha Sofia. Para sempre." No dia em que eu lutava pela vida, ele pedia outra mulher em casamento. A dor virou fúria. Não haveria perdão. Apenas justiça. Eles não me iriam destruir. Eu reconstruir-me-ia, pedaço a pedaço, livre das suas mentiras.

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Eles Vão Pagar

Eles Vão Pagar

5.0

Eu estava grávida de oito meses, prestes a dar as boas-vindas ao nosso Tiago. Com o Miguel, meu marido, planeávamos um futuro feliz e uma vida serena. Era para ser o capítulo mais alegre da nossa história. Mas num instante, tudo desabou num pesadelo. Um acidente brutal na autoestrada A5. O som ensurdecedor do metal a rasgar. O nosso carro completamente destruído. A minha mãe, Laura, gemia ao meu lado, inconsciente. Com as mãos a tremer, apesar da dor excruciante no abdómen, consegui ligar ao Miguel. Mas a sua voz não era de preocupação, era fria e impaciente. Ele não podia vir, alegou, pois tinha de cuidar da sua meia-irmã, Sofia, que "torcera o tornozelo" numa queda. No hospital, a primeira coisa que senti foi o vazio lancinante onde antes havia vida. O médico confirmou a minha maior dor: o nosso bebé não resistiu. Enquanto a minha mãe lutava pela vida nos Cuidados Intensivos, o Miguel apareceu. Não sozinho, mas com a Sofia, que mancava de forma teatral, e o seu pai, Jorge. Em vez de consolo ou luto, recebi acusações revoltantes. Ele e o Jorge disseram que eu estava "emocional" e que devia pedir desculpa à Sofia pelo "drama". Para selar o seu abandono cruel, o Miguel mudou de número, cortando qualquer forma de comunicação. Meu filho morto, minha mãe entre a vida e a morte, e meu marido os abandonava por uma mentira tão descarada? Como podiam ser tão frios e cruéis? A dor da traição era quase tão insuportável quanto a perda. A sua indiferença perfurava mais fundo que qualquer ferida física. Mas a verdade veio à tona, de forma brutal. A minha amiga Clara enviou-me a prova irrefutável. A Sofia, de salto alto, brindando alegremente com mimosas num café chique no Chiado. A data e a hora eram claras: duas horas depois do meu acidente. A sua "dor" era uma farsa abominável. Naquele instante, a minha dor transformou-se em fúria controlada. Eu não quebrei. Forjei uma armadura de raiva e determinação. E jurei que eles pagariam, cada um deles, por terem transformado a minha vida num inferno. A guerra acabava de começar, e eu tinha as armas necessárias.

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