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Chen Muer

3 Livros Publicados

Livros e Histórias de Chen Muer

Laura: Destino Reescríto

Laura: Destino Reescríto

5.0

A voz do reitor era um eco distante, enquanto eu, a aluna mais promissora do ano, ocupava meu lugar de honra na primeira fila. Mas eu não conseguia me concentrar em suas palavras; meus pensamentos estavam presos à data no telão: o dia da minha prova de admissão. Era o dia em que tudo começou, e de alguma forma, eu estava de volta. Na minha vida anterior, este dia marcou o auge da minha felicidade: Dra. Beatriz, a renomada pesquisadora, queria ser minha orientadora, e eu, cega pela admiração, a escolhi. Foi o maior erro da minha vida. A traição veio como uma onda: o rosto dela contorcido de ódio, a acusação de que eu havia arruinado a carreira de seu amado Pedro para que ele nunca a alcançasse. Eles vazaram meu projeto de pesquisa, o trabalho da minha vida, e fui acusada de fraude, meu nome manchado, minha liberdade perdida. Na prisão, a vingança dela continuou: forçada a trabalhar para dezenas de pesquisadores, meu cérebro explorado até a exaustão, alimentada por drogas para me manter funcional. Morri sozinha, em uma cela fria, o nome de Beatriz sendo a última maldição em meus lábios. E agora, aqui estava eu, viva, com a chance de fazer tudo diferente, mas o silêncio no auditório se tornou ensurdecedor quando o reitor me trouxe de volta à realidade. "Laura, você pode escolher sua orientadora de tese agora." Todos os olhos estavam em mim, esperando que eu declarasse o nome de Beatriz com orgulho. Mas desta vez, eu me levantei e anunciei: "Gostaria de deixar ao acaso. Eu gostaria de tirar a sorte." Um murmúrio percorreu o auditório; a confusão do reitor se transformou em espanto, a tradição desafiada. "É a minha condição", insisti, "caso contrário, prefiro não escolher ninguém." Minha firmeza os surpreendeu, e eles cederam. Peguei um papel da caixa: "Dra. Sofia." O choque foi ainda maior; Sofia era a mais jovem, a mais exigente, ninguém a escolheria em sã consciência. Mas o rosto pálido de Beatriz, com os lábios entreabertos em choque, revelou a maior satisfação. Em sua fúria, ela se levantou abruptamente e desabou, a humilhação pública a atingiu em cheio. Enquanto era socorrida, senti um vazio gelado onde antes havia admiração. Adeus, Dra. Beatriz. Desta vez, eu terei minha redenção, e você, seu nada.

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Corações Despedaçados, Almas Renascidas

Corações Despedaçados, Almas Renascidas

5.0

Esta noite era o auge da minha carreira. O prêmio anual de arquitetura estava ao meu alcance, e meu noivo, Pedro, estava ao meu lado, sussurrando palavras de amor e sucesso. Eu me sentia a mulher mais sortuda do mundo, entregue a ele de corpo e alma, compartilhando cada detalhe do meu projeto inovador. "E o prêmio de Projeto Arquitetônico do Ano vai para... a Construtora Horizonte, pelo projeto \'Torres Gêmeas Paradiso\'!" Meu mundo desabou. Era o meu projeto, roubado, exibido na tela gigante enquanto os aplausos ecoavam. Olhei para Pedro, mas seu sorriso havia sumido, substituído por um olhar frio, e ele soltou minha mão. Sofia, minha "amiga" de infância, subiu ao palco de braços dados com ele. Eles se abraçaram, a imagem do novo casal poderoso. "Pedro? Sofia? O que significa isso?", minha voz saiu trêmula. Sofia riu, um som agudo e cheio de desprezo. "Significa que eu venci, Ana. Como sempre." Pedro me olhou como um inseto. "Você foi útil, Ana. Mas agora, não preciso mais de você." A dor me dilacerou. Não era apenas meu trabalho, era minha dignidade, meu amor, tudo transformado em uma piada cruel. "Nós... nós estávamos noivos", gaguejei, as lágrimas escorrendo. Ele riu e jogou o anel de noivado nos meus pés. "Foi um bom negócio. Considere como um pagamento pelo seu serviço." Eles se viraram, sorrindo para as câmeras, me deixando ali, quebrada e humilhada. Mas a dor se transformou em gelo. Eu não seria uma vítima. Lembrei-me de Lucas, o misterioso investidor, o "lobo solitário". Ele via através da fachada de Pedro. Eu peguei o telefone. Tudo o que eu tinha a perder, eu já havia perdido. Uma nova Ana, implacável, havia nascido.

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Luz no Fim do Túnel

Luz no Fim do Túnel

5.0

Em 2038, mergulhei no "Sonho Esquecido do Sertão", um VRMMORPG onde me apaixonei por Gabriel, o "Guardião da Luz", líder do servidor. Por três anos, suportamos a humilhação pública de sermos o "Casal Mais Incompatível", com meu avatar feio contrastando com sua beleza virtual máxima. Ele prometeu me amar incondicionalmente, mas a volta de sua ex, "Doçura de Laranja", desfez tudo. Fui substituída sem hesitação no jogo, meu cargo de vice-líder e a promessa de um presente de aniversário foram dados a ela. A traição atingiu o ápice quando me marcou como \"ladrão\" com uma "Ordem de Caça" para todo o servidor, por algo que eu não fiz. Minha dor se transformou em fúria ao descobrir que Gabriel era, na verdade, o CEO da empresa que me contratou, e havia sido ele quem não apareceu para nosso encontro real. Em meio à humilhação, decidi não me esconder mais. Com o apoio de Heitor, um capitão da polícia que conheci por acaso e que também era um jogador discreto, decidi reescrever minha história. No palco do torneio, revelei minha verdadeira beleza, usei minha inteligência para expor a verdade sobre "Doçura de Laranja" e, com a força que nunca soube que tinha, venci. Agora, a "feia" se tornou uma deusa, e o homem que me desprezou só pode assistir enquanto eu, Júlia, traço meu próprio destino.

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Traição e Renascimento

Traição e Renascimento

5.0

Pedro e eu éramos o casal que todos admiravam, dez anos de conto de fadas, uma vida construída com amor e promessas. Mas então, uma foto anônima chegou ao meu celular, revelando Pedro em um restaurante, os olhos cheios de ternura para outra mulher, a secretária dele, Sofia. Meu mundo desabou em um zumbido ensurdecedor, o estômago revirado pela náusea da traição. O suco de abacate que ele oferecia a ela, o mesmo que eu odiava, era um símbolo cruel da sua duplicidade. Como ele pôde? Todas as mentiras, o celular sempre desligado, as desculpas esfarrapadas para as datas esquecidas… Eu era uma idiota por acreditar, uma boba por amar tanto. Agarrei-me ao peito, vomitando não só o café da manhã, mas também os dez anos de farsa. Eu havia perdido a mim mesma, a Clara cheia de garra. Mas agora, eu renascia das cinzas, mais forte. Quando ele chegou em casa, cansado e alheio, oferecendo-me um batido verde, o mesmo tom do suco da foto, o desgosto me invadiu. "Eu não gosto de abacate", eu disse, a voz calma, fria. "Você sabe disso." Ele tentou me abraçar, mas o meu corpo se tornou uma estátua de gelo, e a frieza nas minhas palavras o chocou profundamente. Uma tempestade externa espelhava a turbulência dentro mim, e cada gesto dele, cada toque, deixou marcas invisíveis de repulsa. No momento seguinte, o celular dele tocou, era a Sofia. "Tenho que ir, é urgente", ele disse, correndo porta afora, sem olhar para trás. Ele ia para ela, a mulher que era a sua verdadeira "urgência" . Sozinha na escuridão, a palavra "urgente" ecoava, agora vazia para mim. A febre me derrubou, a dor física da traição me consumindo, até que o conforto familiar me fez desabar. Minha mãe me abraçou, mostrando-me desenhos antigos, lembrando-me da garota vibrante que eu era. Ao ver meu eu passado, chorei não só por Pedro, mas por mim mesma, por ter me perdido. Naquela noite, eu respirei. A Clara estava de volta. Em nosso apartamento, cada objeto carregava uma história, agora manchada. Dez anos de risos e lágrimas, agora apenas uma pilha de memórias dolorosas. Quando Pedro entrou, vi seus olhos cansados, mas a minha voz saiu firme e clara: "Pedro, vamos nos divorciar." A incredulidade virou raiva em seu rosto e ele agarrou meu pulso. "O que você está dizendo? Está brincando comigo?" Eu me soltei. "Eu não estou brincando. Eu quero o divórcio." Ele bufou, tentando me manipular com falsas promessas de férias. "Clara, chega de dramas. O que você quer? Mais atenção?" Eu sorri amargamente. "Não preciso das suas promessas vazias. Eu quero uma parte maior do nosso patrimônio. Afinal, você é a parte culpada." Sua arrogância desmoronou. "Clara, não exagere. Não seja ridícula. Não há necessidade de levar as coisas a este extremo." Sua condescendência me atingiu profundamente. Ele não sabia a dor que me causara. "Pedro, por que você tinha tanta certeza de que eu nunca te deixaria?" Ele gaguejou. E então, eu disse: "Sofia." A palavra o atingiu como um soco. Ele ficou pálido, chocado. "Como você sabe?" "Não importa como eu sei", eu disse, jogando as fotos na mesa. Fotos dele e Sofia, rindo, se beijando. O suco de abacate. Ele caiu de joelhos. "Me desculpa, Clara, me desculpa." Olhei para ele sem emoção. "Quando você cozinhava para ela, usava as mesmas receitas? Quando secava o cabelo dela, era com o mesmo cuidado? Quando ela tinha cólicas, fazia o mesmo chá de gengibre?" Seu silêncio era a resposta. "Eu poderia ter aceitado o fim do nosso amor", eu disse, a voz cortante. "Mas não posso aceitar que o amor que me deste, a atenção que me dedicaste, tenha sido partilhada com outra pessoa. Isso é nojento." "Para, por favor, para de falar", ele suplicou, lágrimas escorrendo. "Você não pensou em mim quando estava com ela", eu retruquei. "Por que devo te poupar agora?" Ele agarrou minha mão, suas lágrimas quentes na minha pele. "Eu faço qualquer coisa para te compensar. Por favor, me dê outra oportunidade." "Não há nada que possa fazer", eu disse, puxando minha mão. "Eu me amo mais do que te amo." Eu o deixei ali, de joelhos, suas palavras de dor um murmúrio derrotado. A casa desabou, mas eu me senti livre. Com o divórcio em mãos, senti o peso sair dos meus ombros. Postei uma foto do documento: "Finalmente livre. Celebrando minha nova vida." O celular vibrava com mensagens de apoio. Sofia havia visto a publicação, seu avatar a vista da janela do escritório dele. Ela não era o problema. Ele era. Minha amiga Rafaela exultou. "Graças a Deus! Você está bem?" Eu estava, e estava pronta para viajar, para recomeçar. A divisão dos bens foi fácil; ele aceitou tudo, consumido pela culpa. No escritório, recebi estrelícias azuis, minhas flores preferidas. Sem cartão. Nos dias seguintes, mais flores, o mistério crescendo. Uma mensagem anônima chegou. "Gostou das flores? Gostaria de te encontrar. Estarei no parque de diversões à beira-rio, ao pôr do sol." Eu fui. Lá, uma figura alta, com um redemoinho familiar no cabelo, olhava o rio. Era Pedro. Mas o Pedro de dezoito anos. Eu estava em choque. "Pedro?", minha voz mal saiu. Ele sorriu, os olhos brilhando com uma luz que eu não via há anos. "Olá, Clara. Sou eu." "Você... você tem dezoito anos", gaguejei. "Eu sei. Eu só acordei aqui. Mas fui eu que te enviei as flores." Ele me beijou a mão, colocou um chapéu de palha feito por ele na minha cabeça. "Eu ainda te amo." Instintivamente, ele me puxou para protegê-la de alguns motoqueiros. Senti a segurança que há muito perdera. Na roda-gigante, a cidade se estendia abaixo. Ele me perguntou: "Clara, se você soubesse o final da história, você ainda teria começado?" A pergunta pairou no ar. Minha resposta agora era diferente. "Obrigada", eu disse, a voz cheia de emoção. "Obrigada por me amar, por me ensinar. Por fazer parte da minha vida." Ele chorou, pedindo desculpas pelo seu eu futuro. "Por favor, Clara. Dê-lhe outra oportunidade." "Porque amar alguém é não querer machucá-lo", eu disse, a voz firme. "Seu eu futuro me machucou repetidamente. Minha vida é sobre respeito próprio, felicidade, paz. Não vou sacrificar tudo isso por um homem que não me merece." Ele sorriu tristemente, seu corpo ficando transparente. O sino da torre do relógio soou à meia-noite. "Adeus, Clara", ele sussurrou antes de desaparecer. "Seja feliz." Eu estava sozinha, mas com o coração em paz. O passado havia ficado para trás. Minha vida voltou ao normal. Pedro continuava a implorar, a enviar flores que eu jogava fora. Ele não entendia que era tarde demais. No jantar com Thiago e Camila, meus cúmplices involuntários, levantei meu copo. "Vocês não têm culpa. Vocês me abriram os olhos." Fora do restaurante, Pedro nos bloqueou. "Clara, precisamos conversar." Camila o confrontou, mas eu a detive. "Deixe. Eu cuido disso." Olhei para ele com calma fria. "Diga o que você tem a dizer." Ele tirou uma pasta cheia de documentos, oferecendo tudo. "Tudo o que tenho. Como garantia de que nunca mais te trairei." Eu nem olhei para os papéis. "Você acha que isso muda alguma coisa? Acha que dinheiro pode apagar o que você fez?" Minha voz baixava para um sussurro intenso. "Naquele dia, com ela, você pensou em mim? Ou pensou na Sofia, que gosta de abacate?" Ele não conseguiu responder. "Você é nojento, Pedro. Você é sujo." Virei as costas, deixando-o ali, estilhaçado, percebendo a enormidade do que havia perdido. O sol brilhava. No café, Rafaela sorriu. "Você está brilhando, amiga. O divórcio te fez bem." "Eu me reencontrei", eu disse. Levantei meu copo. "Um brinde a mim." Na selfie, eu era vibrante, cheia de vida, a Clara que tinha voltado, mais forte do que nunca. No vazio de seu apartamento, Pedro olhava para a lista das "100 coisas para fazer com a pessoa amada". A felicidade havia se tornado desconforto, um prazer perverso em machucá-la. Agora, o arrependimento o sufocava. "Me desculpa, Clara", ele sussurrava. Ele a via de longe, recebendo prêmios, fazendo doações. Ela voava, enquanto ele se afundava na miséria. Seu primo assumiu a empresa. Ele passava os dias em casa, com depressão, revivendo as memórias. Ele sabia que a havia perdido para sempre. Seu único consolo: o amor que ainda sentia, sua tortura e sua penitência. O Jovem Pedro acordou num quarto luxuoso, um homem mais velho com seu próprio rosto o encarava no espelho. "Quem é você?", o Jovem Pedro perguntou. "Eu sou você, daqui a dez anos", o Pedro mais velho respondeu, um sorriso cínico. O eu mais velho contou-lhe tudo de sua traição, de como ele havia destruído Clara.Uma raiva cega tomou conta do Jovem Pedro. "Como se atreveu a machucá-la?" Ele o derrubou com um soco. Ele fugiu daquele futuro de pesadelo, sua única preocupação era proteger Clara. Enviava flores a ela, aquelas que sabia que ela amava, para dizer que seu amor ainda era puro. Quando finalmente a viu, o coração acelerou. Havia uma tristeza em seus olhos que o partiu ao meio. No topo da roda-gigante, a dor lancinante da sua recusa foi acompanhada por um estranho alívio. Ela estava se protegendo, escolhendo sua própria felicidade. Seu corpo começou a desaparecer. "Que a minha pessoa mais amada, no lugar que eu não posso ver, esteja bem e feliz", ele sussurrou. E então, ele se dissolveu, deixando para trás apenas o amor, uma memória tenra do que já foi.

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A Confeiteira da Revanche

A Confeiteira da Revanche

5.0

O cheiro de antisséptico no hospital se tornou o lembrete constante de uma nova e dolorosa realidade: meu irmão, Lucas, paralisado na cama. Em uma vida passada, este foi o momento exato do meu desespero, quando aceitei qualquer ajuda para curá-lo, inclusive a oferta da poderosa família Silva. Meu dom era único – minhas sobremesas podiam curar – e a filha deles, Clara, que não andava, era a promessa de cura para Lucas. Eu acreditei neles, curei Clara, mas a promessa era uma mentira cruel: eles me descartaram, destruíram minha vida e garantiram que Lucas nunca recebesse o tratamento de que precisava, levando-o à morte e, logo depois, a mim, em um mar de arrependimento. Mas agora, no mesmo hospital, com Lucas ainda pálido, o toque do meu celular e o nome "Beatriz Silva" na tela me trouxeram uma certeza fria: desta vez, eu não seria a garota ingênua; eu recusaria, e o jogo cruel deles não se repetiria.

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5.0

Lucia é uma boa pessoa simples, simpática, e comum, ela tem um anjo que a ama, e faz de tudo pra vida dela dar certo, o que fazer? se o destino é o destino.

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A guardiã do Conde

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5.0

Celine uma jovem Freira e exorcista, ela junto do amigo Padre Max, tera uma difícil tarefa para provar sua inocência, acusada de matar um frade. Ela fara de tudo pra investigar o verdadeiro culpado. O que Celine não imagina é que ao conhecer o Vampiro Conde Matheus sua vida vira de cabeça pra baixo e o Vampiro fica mais obcecado pela jovem freira ao perceber que tem algo de diferente nela e vai fazer de tudo para descobrir o que é.

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Setecentos anos antes de Sangue & Honra. Em um mundo onde a lua ilumina um terreno de trevas e traições, Calum Fireblade emerge das profundezas da Floresta Sufocante. Criado como um simples caçador, o destino o leva a um caminho de sangue e glória quando sua vida é devastada por uma traição inimaginável. As sombras dançam ao redor de Calum, e os corvos, espiões da noite, observam seus passos enquanto ele se transforma de um jovem perdido em um guerreiro temido. Nas cortes traiçoeiras e nos campos de batalha ensanguentados, alianças são formadas e quebradas com a mesma rapidez de um golpe de espada. Amores proibidos florescem e murcham, enquanto o poder corrupto se esconde em cada esquina. Calum deve navegar por um labirinto de conspirações e segredos sombrios, onde a verdade é uma moeda rara e a confiança pode ser fatal. Enquanto tempestades de magia antiga e vingança implacáveis varrem a terra, Calum descobre um poder adormecido dentro de si, um legado ancestral que pode mudar o curso de sua vida e do mundo ao seu redor. "Ceifador da Lua" tece uma tapeçaria complexa de personagens inesquecíveis e destinos entrelaçados, onde cada decisão pode selar o destino de reinos e a sobrevivência de almas. Neste épico de traição, paixão e guerra, a linha entre herói e vilão é tênue, e a batalha pelo poder nunca termina realmente. Calum Fireblade é mais do que um homem; ele é uma força da natureza, destinada a deixar um legado indelével nas páginas da história.

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Em um mundo onde bruxas e lobisomens são inimigos jurados, Alana, uma bruxa jovem e rejeitada, se encontra à mercê de Sedrik Moonwalker, o cruel lobo alfa com planos de fazê-la sua noiva relutante. Presa dentro dos confins dos aposentos de sua matilha, Alana deve navegar pelo fascínio dominante de seu captor contra seu instinto de rebelião. À medida que uma atração proibida surge entre eles, eles podem desafiar as leis primordiais que mantêm suas espécies separadas, ou sua união iniciará uma guerra que pode mudar seu mundo para sempre?

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Da Ruína à Noiva Bilionária

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Meu pai criou sete órfãos brilhantes para serem meus potenciais maridos. Durante anos, eu só tive olhos para um deles, o frio e distante Damião Paiva, acreditando que sua distância era um muro que eu só precisava derrubar. Essa crença se estilhaçou na noite passada, quando o encontrei no jardim, beijando sua irmã de criação, Eva - a garota frágil que minha família acolheu a pedido dele, aquela que eu tratei como minha própria irmã. Mas o verdadeiro horror veio quando ouvi os outros seis Bolsistas conversando na biblioteca. Eles não estavam competindo por mim. Estavam trabalhando juntos, orquestrando "acidentes" e zombando da minha devoção "estúpida e cega" para me manter longe de Damião. A lealdade deles não era a mim, a herdeira que segurava o futuro deles em suas mãos. Era a Eva. Eu não era uma mulher a ser conquistada. Eu era um fardo tolo a ser administrado. Os sete homens com quem cresci, os homens que deviam tudo à minha família, eram um culto, e ela era a rainha deles. Esta manhã, entrei no escritório do meu pai para tomar uma decisão que queimaria o mundo deles até as cinzas. Ele sorriu, perguntando se eu finalmente havia conquistado Damião. - Não, pai - eu disse, com a voz firme. - Eu vou me casar com Heitor Bastos.

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O outro mundo

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Gabi é uma jovem que sonha todas as noites com um homem desconhecido, em um lugar estranho, sem saber que uma criatura das trevas está atraindo ela para uma armadilha, ela tenta viver a sua vida normal, trabalhando e estudando até que num viagem que era para ser um passeio de fim de semana prolongado acabar lendo Gabi e seus amigos para um mundo mágico e cheio de perigos e monstro sanguinário e Gabi vai direto para as garras de seu predador.

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Acordei com a traição do meu marido

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Doei meu rim para o meu marido e acordei de um coma de um ano. A primeira coisa que vi não foi seu rosto amoroso, mas ele me traindo com a minha irmã, no meu próprio quarto de hospital. Consumida pela fúria, fui pedir o divórcio, apenas para descobrir que nosso casamento havia sido anulado dez meses atrás. Ele já tinha se casado com ela. Enquanto eu estava indefesa, eles me apagaram da minha própria vida. Agora, o pai poderoso dele tem um novo plano para mim: um casamento forçado com outro herdeiro rico que também está em coma.

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O que antes era luz e felicidade, se transformou em trevas e matanças. Durante anos os clãs do país de Midnight-Sun viveram em segredo e com uma vida próspera, até que um dia uma morte aconteceu, culpada pelos seus conhecimentos e uma morte que não causou, Adelaide Campbell foi condenada e queimada na fogueira da praça local, e a única opção de Sarah Campbell foi revelar os segredos e atrocidades das pessoas para a proteção dos integrantes do clã e de seu irmão.

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