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iltração no canto que lembrava um pulmão cheio de hematomas. Kelly Ventura a encarava, contando
s d
do embora h
um celular que não tocava, depois tocava, e então parava de novo.
canecas de café fumegante. Ela parecia não ter dormido muito
sentando na beirada do colchão. - Assino
. Estendeu a mão para o café, precisando qu
nhei. Eu só
átia perguntou
tino estava aberta. A última mensagem era dela, enviada
lãozinho azul. Nenhuma confirmação de l
u Kelly, o peito apertando. Parecia um peso fís
m suspiro long
bra? - Ela se levantou e abriu as cortinas. O horizonte de Boston estava cinza e melancólico
elas ruas úmidas. As luzes da cidade borravam no espelho retrovisor.
no volante. - Você podia simplesmente b
ly, embora sua voz c
diminuir. As luzes de freio pintavam
emeu Kátia.
através do para-brisa
s az
dios, rítmicos e desconcertantes. Uma fila de ca
ecando a hora no painel. - Mal são no
Ela não estava dirigindo. Não tinha bebido. Mas a visão daquelas luzes, do uniforme, da a
u no banco do passageiro, puxando
Estamos bem. A menos que você esteja escon
isada, mas saiu co
rna acenava para os carros passarem ou os parava. Ele parec
vidro quando el
noite,
nou o banco de trás com a lanterna, depois passo
ly, cegando-a por um segundo.
io em seu ombro. Murmurou algo baixo no receptor. Kelly não conseguiu dis
erguntou Kátia, a voz
Deu um passo para trás,
da viatura, uma s
alho e o asfalto. O som era dis
ássaro frenético preso em uma gaiola. Ela conheci
ou no halo do
Jus
brilhando sob a luz dura. Seu rosto era uma máscara de pedra, ângulos duros
stavam trava
e o novato, bate
mão, um gesto dismissivo que mandou o homem
u ali por um momento, pairando sobre elas, bloqueando as luzes da
dos dedos na janela
ou nos os
le articul
átia parecia furiosa, mas também um pouco assustada. Não se dizia não
o. O vidro desceu co
ndo o cheiro de chuva, escapament
se até seu rosto ficar no nível do de Kelly. Seus olhos
um estrondo baixo e rouco que vibrou no peito de
onseguiu dizer, a voz t
ica - di
inclinando-se sobre o console
m para Kátia, afiados e cortan
s que queira que eu comece a verificar
a boca, o max
ara Kelly. Estendeu a mão, p
tidade
guntou Kelly. -
di - disse ele
ntes. Puxou a carteira e extraiu a c
o nome. Kelly Ventura. Passou o polegar sobre
ram ao redor do cartão de
buzinou. Justino não
ou o
veículo. Estamos conduzind
- o rádio cre
e não estava apenas parando-as.
arteira - disse Kelly, o
o bolso do peito, logo at
do carr
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