iando levemente. Olhou para Kelly com
foi isso? -
ra a porta. Ela recuou para o canto do
o uniforme. Limpou a boca,
s atrás você e
gica - cuspiu Kelly. - Aquilo não
a! - ele gritou, jogando as mãos para o alto
r como se isso fosse um presente. Você está com medo. Está com m
tou tentand
u. - Me diz quem é a "A"! Agora! Desbloq
ficou pesado. Ele olhou para Kelly, o
amente. - É violação de priv
no chão. - Sigilo médico não se aplica a você! Você é policial, não médico! Desde quando
disse ele, recitando a fala como um roteiro. - Ela está
um som histér
u acredite nisso? A
friamente. - Acho que você está deixando su
era tão descarada que ch
disse Kelly -, então me d
dele fa
ga essa
Kelly claramente. -
em direção a ela,
a com
u celular -
tão, enfiou a mão no bolso. Puxou o celular dela e a ca
- Não saia deste quarto. Temos um jantar com a Kiara a
eu a porta com tanta for
e até atingir o chão. Puxou
o de chorar. Sentia-se..
ou. Vibrou com chamadas pe
gitou para Kátia.
tada no escuro,
ado do corredor. Ela rastejou até a porta do quarto de hóspedes, o coração disparado,
deu a re
om era diferente. Não era o latido frio e de coman
entil. Quase
sei que dói... respira... eu vou te ver a
echou o
ha. Não se prometia a uma testemunha qu
falando com
er através de alguns centímetros de madeira e gesso, o
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