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A Luna Preciosa do Rei Licantropo

A Luna Preciosa do Rei Licantropo

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Capítulo 1 Prólogo

Palavras: 1311    |    Lançado em: 27/01/2026

prio silêncio, desejando que alguém, qualquer pessoa, pudesse ouvi-lo. Contudo, no meu mundo, a única

cer a lugar algum, nem a esta matilha, mu

de suportar o vazio deixado pela morte dela, a seguiu pouco tempo depois, me deixando órfã

gas e desbotadas, e nunca senti a ausência del

or algum tempo, um período ao mesmo tempo doce e cruel, eles me trataram como se eu fosse filha deles. Is

m tornaram-se frios. Os olhares que antes me buscavam na multidão pa

calor e afeto. Aprendi a cuidar de mim mesma, vivendo das sobras da geladeira e queimando minhas p

o quarto dele e jogaram minhas coisas no depósito de tralhas, co

nos me congelavam até os ossos. Dormia sobre uma pilha das minhas pró

tempo, esse ódio se transformou em algo mais melancólico. Af

ixava de ser irmã e filha para

gor

o meu décimo oit

a diferente. Nesta noite, sob a luz do luar, meu gene de lobo adormec

e Ema, me mudar para a casa da matilha, arranjar um emprego na cidade humana vi

ou meus lábios. Esperei por esse m

ou as paredes do depósito de tralhas. "Já

, murmurando para mim mesma: "Se control

Lá estava ela, apoiada no corrimão como um

eu estava certa ou errada, pedir desculpas

o. Vivendo da nossa bondade todos esses anos, o mínimo

eria ser acrescentado ao peso q

amarga que subi

ou começar as tar

um fardo, e nada do que eu

dos tremerem. "Respire fundo, Nari

çando a cada passo. Ela era uma mulher bonita, sem dúvida, com o rosto em formato de c

ava no fim do corredor. Bati de leve na porta, ciente de que não deveria acordá-lo a

u. Levon surgiu ali, com os cabelos r

s. O que você qu

Vim pegar suas r

epois, empurrando dois cestos abarrotados de roupas

última lavagem, mas, de alguma forma, ele havia

. A porta se abriu novamente e senti algo pesado atingir minha nuca, arr

via jogado no chão e carreg

diária de café enquanto folheava uma de suas

a de lava

ei. "O

r, da casa da matilha, pode consertá-la... depois. Por enqu

alava, pois jamais brincava, sobretudo quando o objet

suficiente para sentir o gosto metálico do sangue. Depositei os c

u pai e as minhas", acrescentou el

e apanhei dois sacos de lixo grandes, cap

ara não cair. Um suspiro de alívio escapou dos meus lábios, mas durou pouco pois ouvi um es

stou pensando", ouvi a voz d

havia che

nou o balc

rosto, arremessando-me para trás contra a geladeira. Uma dor lancinante explodiu em minhas boch

nvoluntariamente, fru

úpida", ela gritou.

ulpe", m

ulpe! Me desculpe! Desculpas não consertam a sua estupid

im até que ela, por fim, se afastasse. Com as mãos trêmulas, enxu

e saí cambaleando, seguindo o longo caminho até a margem do r

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