pudesse denunciar algo que nem eu mesma sabia nomear. Encostei as costas na madeira fr
tava e
a em mim ainda n
ue nunca. Dei alguns passos até o banheiro quase no automático, tirei a roupa sem pensar e entrei no ch
ão ele
Como lembrança do toque. Da forma como minhas costas tinham relaxado sob a
e do box, sentindo a águ
ela n
nha me
tinha fe
ha feit
. Não foi mecânico. Não foi vazio. Houve cuidado, silêncio, presença. Houve uma intimida
Não como quem compra, mas como quem enxerga. Como se eu
me ass
i, sozinha, eu não precisava fingir força. Chorei porque jamais imaginei trabalhar num lugar como aquele. Porque ja
a noite, eu não sab
rada da cama. Meu olhar foi direto para a bolsa jogada no canto do
a bolsa, quando abri o tal e
que Mara explicara, com aquela voz neutra, como se fa
os começar
a. Mas não estava. Aquele dinheiro pagava o aluguel atrasado. Pagava a conta de luz com aviso de c
m o envelope apert
cho
apesar de tudo, eu estava respirando outra vez. Porque, pela primeir
ei que aquela seria a saída. Mas também não sabia para onde iria se tivesse que
do que qualquer
oupa, como quem esconde um segredo que ainda não sab
u comprar
eu pagar
lvez tudo fos
o disparou sem motivo lógico, celular carregado, notificações chegando. P
br
z. Depois
informar que você
Escritório de advocacia. Centro da ci
choro. Um riso incrédulo, frágil. Aquela era a chance. A
saria voltar
corredor iluminado demais. Nunca mais a voz controlada de M
te, eu repetia
uma
ndo me deitei, apaguei a luz e tentei dormir com a sens
rosto del
stas largas cobertas de tatuagens que parec
como se eu fosse algo prec
ma, irritada
azia s
era
podia
o até o son
imples, discreta, limpa. Prendi o cabelo, passei maquiagem suficiente apenas
um re
e eu respirei fundo. Havia esperança, sim. Mas havia algo
ão terminam quand
ficam à
de que aquela noite tinha ac

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