inda me impressionava, m
lados, recepção silenciosa demais par
vam baixo não por educação, mas porqu
primeiro dia como s
ance de reorganizar minha vida. O escritório ficava no centro da cidade, em uma das regiões mais
eço foi
ifícil do que
cio, anotava tudo, absorvia cada detalhe. Havia dias em que eu voltava para casa com a cabeça latejando, o cor
estava i
abia
m se ajeitando. O aluguel em dia. A geladeira cheia. A luz paga sem atraso. Eu
cansad
xigentes que falavam comigo como se eu fosse invisível. Mas eu aguentava. Porq
a constru
or alguns segundos e dito, quase casualmente, que estava satisfeito com meu dese
e feito sorrir
hã, não havia nada em mim que suspeit
os, preparei pastas para uma reunião importante no fim da tarde. O relógio parecia
aproximava do fim, eu já pensava
ue a secretá
pode vir
a neutro. Prof
a pasta ainda nas mãos. Lembro de ter pensado, naquele segundo,
nt
avia s
a explica
avia c
s curtas, ens
ecidiu encerra
verá cont
isão é d
ntender cada palavra como se
guntei, a voz falhando. - Houve
me olhou
mados de justifica
tômago
utor disse que estava sati
ilêncio des
es administra
s admini
o o que
erente aos dias trabalhados, férias proporcionais, tudo
rtences - disse ela, já desvi
aber como minhas pern
cavam. Impressoras funcionavam. O mundo não tinha
anotações. A caneta que eu mesma tinha comprado porque gostava
já sou
a tivessem s
briu a porta como sempre. Educado. Impessoal
ito demais para um dia como aquele. O movimento intenso da rua me atingi
a sido d
mot
m a
ance de
contra o corpo como se ele pudesse me proteger de alguma c
om
lo tinha a
ha feito horas extras. Tinha me dedicado. Tinha aber
descartada como se nã
tando não chorar em público. A cada passo, o medo voltava, ra
avam em dia...
tava pago...
eu
o de puxar o tapete
te de mim sussurrava
foi coin
edas não sã
quem tinha decidido
rando a esquina q
ver algo assim parado em frente ao meu prédio. Meu primeiro impulso foi des
a de algum vizinho,
ntinuava ali. I
om movimentos calculados, sem pressa, como quem já sabia que eu não iria a lugar algum
u por um segund
Eve
u como um choque. Meu corpo reagiu antes que eu pudess
i, a voz mais baixa
tendo uma distância respeitosa
Jonny quer f
. Senti o sangue sumir do rosto, as mãos ficarem frias. Por
on
nte. Mas não havia encaixe possível. Ele pertencia a outra realidade. A
ano - falei, mesmo s
ão mudou a
diu que a levásse
- tentei ganhar tempo, sem saber exatam
a cabeça, como quem es
istância, as chances, qualquer rota de fuga que não existia. O por
firme do que me sentia. - Nã
o mesmo tom cal
credita
o. O interior era escuro, silencioso, ameaçador. Meu corpo in
ava par
lhar que parecia enxergar demais. Até então, tudo aquilo tinha vivido
estav
sente. Impossí
m envolvimento - falei, sentindo a gargan
com algo que parec
aceitar "só uma v
ração d
, abrindo espaço para que eu
ir com ele. Não teria outra notícia pior

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