img SIMPLESMENTE JOHNNY- Entre o Amor e a Máfia  /  Capítulo 4 Sem saída | 28.57%
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Histórico

Capítulo 4 Sem saída

Palavras: 1434    |    Lançado em: 20/01/2026

inda me impressionava, m

lados, recepção silenciosa demais par

vam baixo não por educação, mas porqu

primeiro dia como s

ance de reorganizar minha vida. O escritório ficava no centro da cidade, em uma das regiões mais

eço foi

ifícil do que

cio, anotava tudo, absorvia cada detalhe. Havia dias em que eu voltava para casa com a cabeça latejando, o cor

estava i

abia

m se ajeitando. O aluguel em dia. A geladeira cheia. A luz paga sem atraso. Eu

cansad

xigentes que falavam comigo como se eu fosse invisível. Mas eu aguentava. Porq

a constru

or alguns segundos e dito, quase casualmente, que estava satisfeito com meu dese

e feito sorrir

hã, não havia nada em mim que suspeit

os, preparei pastas para uma reunião importante no fim da tarde. O relógio parecia

aproximava do fim, eu já pensava

ue a secretá

pode vir

a neutro. Prof

a pasta ainda nas mãos. Lembro de ter pensado, naquele segundo,

nt

avia s

a explica

avia c

s curtas, ens

ecidiu encerra

verá cont

isão é d

ntender cada palavra como se

guntei, a voz falhando. - Houve

me olhou

mados de justifica

tômago

utor disse que estava sati

ilêncio des

es administra

s admini

o o que

erente aos dias trabalhados, férias proporcionais, tudo

rtences - disse ela, já desvi

aber como minhas pern

cavam. Impressoras funcionavam. O mundo não tinha

anotações. A caneta que eu mesma tinha comprado porque gostava

já sou

a tivessem s

briu a porta como sempre. Educado. Impessoal

ito demais para um dia como aquele. O movimento intenso da rua me atingi

a sido d

mot

m a

ance de

contra o corpo como se ele pudesse me proteger de alguma c

om

lo tinha a

ha feito horas extras. Tinha me dedicado. Tinha aber

descartada como se nã

tando não chorar em público. A cada passo, o medo voltava, ra

avam em dia...

tava pago...

eu

o de puxar o tapete

te de mim sussurrava

foi coin

edas não sã

quem tinha decidido

rando a esquina q

ver algo assim parado em frente ao meu prédio. Meu primeiro impulso foi des

a de algum vizinho,

ntinuava ali. I

om movimentos calculados, sem pressa, como quem já sabia que eu não iria a lugar algum

u por um segund

Eve

u como um choque. Meu corpo reagiu antes que eu pudess

i, a voz mais baixa

tendo uma distância respeitosa

Jonny quer f

. Senti o sangue sumir do rosto, as mãos ficarem frias. Por

on

nte. Mas não havia encaixe possível. Ele pertencia a outra realidade. A

ano - falei, mesmo s

ão mudou a

diu que a levásse

- tentei ganhar tempo, sem saber exatam

a cabeça, como quem es

istância, as chances, qualquer rota de fuga que não existia. O por

firme do que me sentia. - Nã

o mesmo tom cal

credita

o. O interior era escuro, silencioso, ameaçador. Meu corpo in

ava par

lhar que parecia enxergar demais. Até então, tudo aquilo tinha vivido

estav

sente. Impossí

m envolvimento - falei, sentindo a gargan

com algo que parec

aceitar "só uma v

ração d

, abrindo espaço para que eu

ir com ele. Não teria outra notícia pior

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