img Irmãos Jones  /  Capítulo 3 Doutor Gostoso - Oliver Jones | 25.00%
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Histórico

Capítulo 3 Doutor Gostoso - Oliver Jones

Palavras: 2356    |    Lançado em: 11/01/2026

de quatro horas em cirurgia, mais um paciente salvo por milímetros e uma

trouxe descanso.

ecia, a garota do jaleco branco. O olhar que atravessou o

chuveiro foi quase um ato mecânico, tão automático qu

ia por dentro. A imagem dela voltava como um reflexo, sem esforço. A forma como mordeu o

atejava. Encostei as costas na parede fria, o vapor em

sciência. Fechei os ol

is, mas não trouxe alívio. O corpo

Escolhi uma calça de moletom, a primeira que vi, e deixei o peito

as luzes da cidade pulsavam lá embaixo. O barulho do

no bolso, atendi

trou firme no meu ouvido. - O coração chegou. O helic

mas não afastou o tor

to - girei o copo entre os dedos, atento -, não esper

, doutor. P

no bolso da calça. Olhei par

amisola curta demais para o vento gelado da noite. Os cabelos castanhos e so

r do frio. O gesto inocente só deixou mais pele à

ando controlar o impulso de chamá-l

e mais alguma coisa, uma

ei os olhos por um segund

sto, decotado demais, brilhante demais para aquela hora da noite. A maquiagem pe

esse esse direito, pendurando-se no m

Vem pra dentro,

a, quando virei o rosto, a garota

nha mente permanecia onde queria

orma firme, rompendo

embora

a curta, sem acre

stá tenso demais

a expres

iso desapareceu dos lábios dela, dando lugar ao ol

inda t

ão amo m

lintou de leve, mas minha raiva e

Megan. Já deixei clar

os braços,

ão vai f

smo troco a

aneceu imóvel por alguns segundos antes de sair,

ava em paz, o meu corpo est

o, na garota da camisola curta, na residente desconhecida

*

ntes passaram

ibrou de novo, tirando-me do torpor. At

elicóptero pousou.

rme, mas eu percebi a tensão por trás do tom profissio

tudo. Estou

cabelo direito. Passei a mão no rosto, peguei a chave do carro

o hospital, o foco t

rgia, o tempo s

rvam como se eu fosse uma entidade à parte.

itorava os sinais vitais. O paciente já estava preparado. O coração antigo descansava

com precisão. Não precisei olhar para saber quem

ma absoluta, como quem desenha uma

sutura era feita com concentração t

esso, a equipe

imeiras contrações do órgão pulsando sob as

a aorta - ordenei,

artérias. O coração novo come

cardíaco marcou o ritmo. O pulso do paciente se estabiliz

em, po

reto. Não costumo fazer isso sempre

abalho,

baixaram a cabeça, respeitando o

vas, lavei as mãos com calma. O relógio marcava quase cinco da manhã. A cid

*

o sempre. O líquido quente escorreu pela garganta, ajudando a

ntes da próxima reunião. Mas quando abri a porta, encontr

sse Ryan, erguendo uma sobrancelha,

legacia direto pro hospital. Delegado da central de homicídios, dez anos mais no

o aqui? - perguntei, a

o da boate do Kyle. Tá afim de sair um pouco da

onto pra responder

ntes que eu disses

linhado, gravata de seda, expressão de

trando na sala sem pedir licença. - Achei que só veria

ecostando-s

onspiração familiar. Vim s

s braços, ignora

a vida de delegado e as

do meu irm

, não pra mim. Eu g

rugada deve ser muito mais divertido d

e ombros,

os me mant

as na cadeira. Já sabia on

omo sempre faz quando est

elho prefere operar corações ao invés de assumir o legado da família. O do meio virou juiz e também

gente gosta do que faz

de fazer o Memorial crescer, de garantir que continue sendo

o. Ele sabia exatame

daqui a uns anos, pensando que perdeu o tem

u da cadeira, e

u sermão. Eu vou embora

lhou pra

podia convencer

respondeu Ryan, piscando pra mim. - A propósito, O

o o ambiente pesado e um

arado por alguns seg

i operar pra

u s

gar o dia, não seja tarde d

iu, a porta f

sala, o café já

pital desperta

exatamente onde

*

lpável. Luzes de neon cortavam a penumbra da boate recém-inaugurada. No bar, copos tilintavam

blazer escuro por cima da camisa social, mesmo com o calor abafado da casa n

do ao meu lado com um copo de gin tônica n

erguntei, levando

a desculpa qualquer e sumir

o filho do meio. Terno alinhado, olha

ele - Oliver Jones... numa balada

entar esse tipo de lugar agora? - re

vida não é só processos, ne

sos às três da manhã -

e pudesse responder, algo desvi

perto do bar, uma silh

ava com a amiga que dançava ao lado. Ela parecia deslocada ali, como se não pertencess

m

omo seus olhos brilhavam sob as luzes piscando. Ou a maneira co

ão me

subiu pelas veias. A lembrança dela de camisola curta,

Ryan, estalando os dedos diante

o o rosto e tomando ma

é? - Thomas perguntou

ndo. Não é a

oje não é plantão

já tinha sido sequestrada. Ela ria de algo que a amiga dizia, e o

Eu ainda não s

ntava a vontad

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