img Irmãos Jones  /  Capítulo 5 Doutor Gostoso - Oliver Jones | 41.67%
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Histórico

Capítulo 5 Doutor Gostoso - Oliver Jones

Palavras: 2439    |    Lançado em: 11/01/2026

scamente, não me empurrou. Apenas recuou um passo, como se

urmurou, a voz baixa, carregada de ironia, os

omo se tivesse total consciência de que cada movimento seu

es - disse, como se est

sala. Apoiei as mãos na mesa, inclinando o corpo para frent

ntrole absoluto. Mas com ela... tudo é diferente. O controle se des

O cheiro dela ainda estava ali, impregnado na minha pele, na minha

ça, era vívido, pulsante, como

ade de senti-lo de

sso agora, antes que

omeçou no instante em que nossos ol

m

, mesmo sabendo que ele continu

dentro... o corpo inteiro ainda vibrav

va alto demais. A respiração, descompassada, me denunciava, e

olhear uma ficha qualquer. Mas, na verdade, eu só queria me recomp

não era s

há muito mais tempo do que conhecia. Como se pudess

dei

se isso pudesse apagar a

mal tenha dado aulas até agora, por causa das cirurgias e transplan

e mora no apar

se enxergasse coisas qu

ia ter cruzado aquela

aria e segui para a próxima ala, mantendo

oi um erro. Talvez até quisesse que

simplesmente se afasta

*

passos ecoava baixo, acompanhado pelo farfalhar suave das folhas do prontuário que eu segurava. Eu tentava manter a atenção n

ra que tudo caísse por te

vantei os olhos e encontrei o que v

aberto sobre a camisa escura, postura imponente, olhar fixo, um olhar que não era só profissio

am o prontuário com força, como se aquele

encontramos, minha v

ravado em mim, e aquela troca silencios

cisar de foco máximo - disse, c

o simples, formal... mas a verdade é que a proximidade dele me deixava vu

me atingia, era como se

everia simplesmente deixá-lo passar, mas, antes de entrar, ele s

om a voz baixa, quase um sus

ondeu antes que minha mente processasse: um arrepio

qualquer coisa, ele desap

no corredor, sentindo o im

certo, não

, é que eu não sabia s

a C

uela noite, o hospital parecia o mes

lantes urgentes e a agenda sobrecarregada, e de fato eu sabia que ele passav

m competência, mas sem aquela intensidade silenciosa que Oliver c

nt

agia de um jeito estranho, quase incontrolável. Era como s

s de sonhar que ele me empurrava contra a parede, m

sses sonhos estavam fica

ali, sozinha na cama, sentindo o coração disparar e

tentava me pro

em uma sala de prontuários, outras desviava por alas menos mov

e olhar atento demais. Não demorou para ele começar a puxar conversa comigo. Primeiro sobre casos do hos

veio o

se na hora da troca de plantão, quando

depois do plantão? - disse e

astou uma mecha do meu cabelo para trás da orelha. O toque foi rápido, mas suficiente para me dei

e momento que senti a

nte e vi Oliver Jones parado no fim do

irmes, o silêncio dele pesando mais do que qualquer

o outro residente e depois voltando para mim.

Eu fiquei imóvel por um instante, sentindo o coração marte

que aquela não seria

iv

co ecoou baixo. Eu girei a chave, trancando-a. Não era o

do com o novo residente?

.. - ela começou

uem ele é. Quero sa

a foi firme, quase desafiador. - Talve

mover: lento, um, dois passos. Ela

, calculando cada centímetro que

corpo. Meu olhar prendeu-se ao dela como um grilhão. - Porque n

oi um erro. - Ela respir

osto para mais perto, tão perto

nos segurou por dias, agora queimava de dentro para fora. Minhas mãos deslizaram para sua cintura, puxando-a contra mim. Ela reagi

ntei sobre ela, o impacto derrubando canetas, pa

ar qualquer lembrança de outro homem, as mãos dela subiram para minha

ra minha pele só me deixou mais duro, pressionei meu pau entre as pernas dela por cima da calça, sentindo

batidas sec

e e autoritária do meu

a, o peito arfando, ciente de que estávamos

balde de água fria, mas o calor

ra recuperar o controle. As mãos dela ainda segura

rmurei, baixo,

corpo, tentando ajeitar o cabelo, mas eu sabia... o

sempre, o terno alinhado, o olhar crítico percorrendo meu rosto

uma coisa? - ele

hesitar, mas minha voz soo

a, que estava a um passo atrás de mim, te

educado, antes de sair pela porta sem d

ara que eu assumisse a presidência do hospital. Eu o ouvia pela metade. Minha mente ainda estava presa à sensaçã

faca que me cortava

ara a porta fechada e percebi que estava mais frustrado do

de l

*

na metade quando o celular

coração havia chegado e a cirurgia

entro cirúrgico. Enquanto andava pelos corredores silenciosos, se

rmeira e anotando algo em seu caderno. O cabelo preso deixava o pescoç

u por um instante, como se

diminuí

falei, baixo, quand

formal, mas os olhos... o

carando. Nenhum dos dois cedia. O cor

cirurgia, mas o que fiz

ão até que hora

espondeu, e morde

um momento imaginei como seria beijá-la a

dente - falei por fim, sem

do protocolo médico. - Ela ergueu

e para que minha boca roçasse perto

até a porta dupla do centro cirúrgico. Eu podia sentir seus olhos queimando minhas

ia, nem por um se

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