img Prometida ao Rei.  /  Capítulo 4 ANYA DEVEREUX. | 4.71%
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Capítulo 4 ANYA DEVEREUX.

Palavras: 1722    |    Lançado em: 16/12/2025

lembrança, ela

agador das palavras de meu pai me esmaga um pouco mais, como se carregasse pedras sobre os ombros. Não posso mais ficar ali, respirando aquele ar sufocante, suportando aq

os, bate rápido demais - não apenas pela discussão violenta com meu pai, mas pela necessidade urgente e desesperada de me r

ta e atentas, como se soubesse exatamente o que se passa em minha alma atormentada. Passo a mão pela sua crina macia e sedosa, buscando conforto desesperado em sua presença sólida

back

iosa, passando a mão admirada pela

elina foi símbolo de luxo e poder, usada por reis e imperadores como prova de riqueza. - Ele sorri, aquele sorriso que sempre me desarma. - Assim como a zibelina, o cavalo que voc

digo, acariciando

colocando a mão sobre a minha. - Sable é um nome elegante e sofisticado, qu

gunto, virando-m

olhos brilham enquanto fala. - Então, ele tem que combinar com você, tem que ser digno de

nte. Amei cada

hbac

abeça várias vezes seguidas, como se confirmasse exatamente o que eu disse, como se compartilhasse da minha dor. - Va

e bate em meu rosto com violência, secando as lágrimas salgadas que teimam em cair sem parar. Sable corre com vigor renovado, como se estivesse tão saudoso quanto eu de estar no nosso

do avisto a pequena cabana rústica oculta estrategicamente entre as árvores antigas, meu coração se aperta dolorosamente no peito. É ali que tudo começou,

s. Empurro a porta de madeira com cuidado reverente, como se o passado ainda estivesse lá dentro, vivo e pulsante, à minha espera. Dentro, tudo parece assustadoramente intocado, congelado no tem

ente por ela, sentindo o tecido gasto, e desabo ali, sem forças. Sento-me no chão frio de madeira, abraçando meus joelhos com força enquanto as

back

ria hoje em assuntos diplomáticos, mas não esperava ver seu filho, o príncipe Victor, acompanhando-o. Enquanto arrumo delicadamente as flores, organizando-as com atenç

ergunta, a voz suave, prof

mem antes. Claro que ele é extremamente bonito - já o tinha visto algumas vezes pelo condado, até mesmo quando fui ao castelo de Al

ão. - respondo tentando manter a v

proximando-se com naturalidade, olhando para

jardim com admiração. - Sempre me fascinei pela delicadeza aparente e pela resistência oculta delas. Mesmo com as piores

omo imaginei que seria, mas alguém sensível que parece enxergar a beleza verdadeira naquilo que muitos consideram trivial ou insignificante. Continu

claro que estou prometida a alguém que ele se recusa a nomear. Claro que cresci ouvindo que me casaria com um príncipe e que, quando completei dezessete anos, foi oficializado o contrato do casamento. Mas há algo magnético em Victor que me puxa irresistivelmente para ele. Ele não é como os outros nobres vazi

desejos mais profundos, nossos medos secretos e o futuro incerto que sonhamos construir. Cada encontro é progressivamente

destino. Claro que perguntei insistentemente quem é esse homem, mas não obtive resposta alguma, apenas evasivas irritantes. Assim como também falei abertamente que não queria me casar com o tal desconhecido, pois estava genuiname

constantemente sobre minha cabeça, apesar de Victor ser o único homem que vi

rindo juntos de algo bobo que ele disse, quando, de repente, ele para abruptamente e me encara com seriedade, seus olhos profundos e penetrantes fixos intensamente nos meus. O silêncio repentino entre

ar, e, naquele instante suspenso no tempo, percebo com clareza absoluta que já não posso mais fugir do que sinto tão profundamente

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