img A Vingança da Minha Alma  /  Capítulo 3 A MORTE DO PRÍNCIPE DOURADO | 2.14%
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Histórico

Capítulo 3 A MORTE DO PRÍNCIPE DOURADO

Palavras: 1808    |    Lançado em: 07/11/2025

o céu, relâmpagos iluminando os corpos caídos, o san

o, Adriano e Ezeq

onto ine

que de

ra encontraria a verdade

verde estava

ora encharcado,

rfeito grud

uma máscara

rosnou, a voz baixa, perigosa.

l não r

descendo em ritmo frenético, o sangue es

focado n

nica in

ger A

segundo da

avançou

s

pi

maxilar de

rou o rosto

lodiu pel

le nã

dess

m soco seco, forte, n

ito dele num ba

- Você sempre desejou ela, não é? A princesinha rica.

iel a

cada acertou o n

do osso f

ue j

uiel rosnou, a voz cheia de ferocidade. -

o próprio orgulho, mas ainda

lho. - Um ninguém! Ela nunca olhou pra você. Nunca. Você

scureceu p

s. - Ele deu dois passos lentos, pesados. - Nun

nsano, com sangue p

s! - Ele gritou. - COMO EU Q

ecoou pe

nh

sou quando me col

consumiu c

ou como quem

ntiu o estô

ussurrou, perigoso. - E você

e lançou

com força

ndo, lutando como se o mundo

tendo con

certando

ndo agarra

s curtas,

or um segundo, montado s

do o rosto dele. - NUNC

ro

tr

tr

a de Ezequiel, mas ele segurou o pu

u com

s dois se e

l havia algo que Adri

nação s

erdad

r r

Adriano mais do q

rmurou, levantando o tronco

iano com um movi

caiu de costas, atin

do, mesmo sangrando,

também

scorr

u no próp

, mancando, cada passo um

fi

lac

tudo... e por isso não

a cabeça com um

O motorista pobre vai ma

respiro

sincero. - Mas você... você tem medo d

o garg

uem e

ajoelhou a

luminou se

ano viu a verdade estampad

única mulher que realmente

de Adria

tomou

cil... - ele murmurou - ...

l perde

e, o mundo int

ntã

avan

a chuva batendo como ch

tavam suas silhu

chocavam

va pelos

gia como t

br

fe

re

com um deles

outr

avar o próprio terraço - como se o céu tent

elo chão molhado, dois corpo

les tinha al

só tinha al

de Ezequiel novamente e tentou us

le desceu

vez, Ezequ

ram, tremeram, deslizaram

! - Adriano rugiu.

o encarou

tive na tua v

mpre estev

ou os olhos por

o segundo

urrou Adriano com força e o

E estava

errou, puxando Adriano

u reagir, mas

e virar para o lado, a boca abrir e o

ro

s f

pre

o de anos de

que você humilhou ela.

um

no estalou como

onfiar em você... e você

is

inchou na hora, ro

is

co veio de

atado a mulher q

o chão, respirand

ubia e descia

d'água, debate

levantou c

era só dor,

e fico

ar para o inimigo no

tentando manter o orgul

- ele sussurrou, sufocado.

nc

ao lado dele, firme c

ca foi de

era

matou i

um último golpe - des

egurou o p

ez, Adria

não sairia

tentou de novo, com voz falha.

aproximou

que ela sorriu

nunca r

rregalou

explodi

nto rápido, b

e Adriano contra o chão com

acto

ço dele

Monteverde

nteiro - longo,

o som da

mem que nunca enfr

respiro

ito

ão pi

angrava m

e se l

cambalean

Am

uase fechando, o sangue misturado

ado dela, o peso da dor

o rosto frio dela. - Eu tô aqu

os dela

da... ainda

dela s

ac

invi

se m

ou o ro

ou, a voz quebrada, pe

pel

só existia

unca pertenc

ó usava quando s

quebrou tão forte que

e misturar

a voz rasgando. - Desde pequeno... desde antes de

a se enchera

ação fic

sussurrou. - Só

desabou p

a estava

ele també

to

scorreu

qu

aca

gol

va cobran

u e encostou a

próxima vida... - ele d

de leve o

u sorrir. - Você... se

fechou

vez como se fosse f

o terraço como

um instante, respirando

ou para

dela caído no

os fec

se tivesse adormecido

ma vez e segurou o ros

struída. - Se existe outra vida... me es

ilumino

os dois como um

vagar, ele

mento era

o era uma

até a beira

entada, arrastando o véu rasgado de Amara pelo

ma última vez po

squece...

pu

desapare

a se perdeu n

ilencioso, eterno -

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