img A Vingança da Minha Alma  /  Capítulo 2 O SANGUE DA VERDADE | 1.43%
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Capítulo 2 O SANGUE DA VERDADE

Palavras: 1497    |    Lançado em: 02/11/2025

e bateu na parede e voltou meia vez, como se a

rou junto - molh

meio d

l

iel A

har

gan

lhar em

ada no peito, a respiração curta - como se

ele saiu arranhada, ra

udo ao me

a de

na mão

e Adriano sem um

eu

m mesma, o vestido manchad

o dele

dimi

ro

correndo até mim, mas alg

ar

itou, desesperada, a fa

saltaram do meu corpo para a lâ

seco, a voz baixa, per

el, o batom borrado, o peito subind

ito da culpa tentan

pontou para mim, a voz q

uiel quase riu d

cê atacando ela, Ezequiel! Você sempre foi obcecado! Se

m no ar como gran

so à frente - e Adr

o impe

lo ali

sto

le, como quem lê um scrip

a chance como

grimas convenientemente bem coloca

galou os olho

surrou para Adriano. - Voc

como se a minha vida - a NOIVA de

um sorriso pequeno, venenoso. - Você sempre foi ap

chou as mão

a foi ma

bloqueando a passagem, a

U vi você fazendo isso! Eu vou di

lícia" bateu

Clara para Ad

pl

madi

sa pe

am me

-lo como r

as chorosas no jorn

para o lado, tent

- disse, a voz grave, carrega

la berrou. - Vai

rêmula, mas firme o s

ra um teatro d

respiro

para

se de

voz quebrada. - Eu tô aqui.

exeram um pouco

driano rosnou para Clara.

aproximou

ostura, molhado, ferido

ele disse, a voz tão baixa que pareceu

ano

apontada pra sua garganta

avançou m

faca pronta pra q

ra gritou, com a voz ra

nto

a engr

vão res

cerrou

que tentar. E vai se a

chuva e desespero to

no so

ergueu

ato segundo antes

finalmente a

ergueu

uminando o rosto dela - um sorriso torto, enl

u, com os olhos arregalados. - A pri

el nem

omo quem pula num abismo qu

l desviou no último segundo - a faca c

dois escorregaram no piso molhado. E, por um inst

a, salivando de raiva.

A! - Ezequiel rugiu

NU

rente ao rosto d

anto da so

quente, se mistu

ão he

nou, segurando o pu

Ele curvou o corpo. Gemid

ão so

era pe

fazia del

mal selvagem, o cabelo co

! E agora NENHUM DE VO

fiar a faca n

da própria garganta. A tensão era tão

vai ser o culpado! VÃO TE PRENDER! VÃO TE

ou o olhar para Adriano

cru

o com

enção de

ádica cu

el provocou, com raiva cuspi

no so

indo muito

a pelo elogio,

tar o rosto

eou com o

a rasgo

sangue espi

como uma l

aiva ve

elo cabo, tentando a

a mo

mor

dele como fera, arranc

! - ele

u. Lou

el! Eu perdi minha vida inteira! E eu

tou a fac

âmp

ov

o em s

uiel fez o q

nca mais dormiria em

raço dela com força, usando

rdeu o e

orr

ateram no c

hocou violentamente contra a

como estalo de

foi

ít

na

aiu da m

egou n

ro

a chuva a empurrou devagar, gota

imóvel por

hos a

entre

e começou a esc

nt

mel

ta

rregalou

ritou, finalmente

á era

e destruiu

a num ângulo impossível, a chuva lavando

te, o sangue escorrendo do br

uma mistura de horror

voz baixa, rouca, quebrada. - E

osto para Ezequie

recomeçou

ugiu. - SEU DESGRAÇADO, V

scorria co

equiel respondeu, erguendo o cor

hou pa

ra era m

no av

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