img O Viúvo e a Babá  /  Capítulo 2 Morar com meu chefe | 1.27%
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Capítulo 2 Morar com meu chefe

Palavras: 1397    |    Lançado em: 06/04/2025

gnorando qualquer ligação do mundo lá fora. Mas, quando a segunda-feir

de uma casa para alugar. Ingênua. Ninguém me avi

crédula. - Esse valor aqui é mensal, mas pra f

nte na fila. - o síndico resp

a garganta. N

go. - Largo minha mala no meio do apa

i. E, sim, eu sabia que era surreal, ridículo, quase cômico... mas meu plano

vez eu risse junto, de tão absurda qu

empresa uma

com cara de quem se acha mais bonito d

os dentes muito brancos, provave

ando parecer profissional, m

eçou a me olhar de cima a baixo, mordendo os

ramente achando que estava sendo sutil. - Tenh

es, senhor. - Falei seca, cruzando os braço

, mas não demorou nem trinta segundos p

sa, abaixando a voz - acho qu

tômago

se existe alguma possibilidade de adiantamento. Uns... três meses, talvez? Eu sei que é fora do norm

ro que não", seguido de risad

abrindo um sorriso estranho. - Claro..

dizia que "disposta" não significav

hor isso. - minh

a, relaxando como que

Hoje. E você tem três

ei em choque. No tercei

o rosto dele com força suficie

oto no

O peito ardendo, os olhos marejados... mas e

ha de jornal voou e grudou no meu rosto. Arranquei irritada

alário acima da méd

universo parecia

. - Sussurrei, apert

na frente do endereço.

pecável. Com jardim, f

i em seco. - Eu

ta? - um homem bem

le me guiou

ma fila de mulheres, todas lindas, produzid

e sentia. E fingi naturalidade, mesmo apertando o p

mada, respirei

caí pr

a vista pela janela. Quando se

a

irritante, esnobe e petulan

r. Mas, sinceramente? Talvez...

gar seu currículo? - a voz

estendo meu currículo. Ele pega, ana

evanta os olhos. - E, sinceramente, seu cu

os, segurando

rrendo, não? Ou... existe uma faculda

surpresa passar no rosto dele,

de muitas crianças. - con

strangedor. Aperto os olhos, desligo no mesmo instante,

, ele fecha o currícul

de s

rgulho e implorar... mas não. Aquele dia já tinha sido humil

entando manter alguma di

fado. Instintivamente, olho ao redor e encontro uma garotinha sentad

aba

o que ac

s, enormes, verdes

brei a D

e, com um pequeno encaixe, coloco a perna no lugar. -

isa, ela me abraça apertado. Depois, sai correndo, feliz

fáceis assim. Me levanto... e, de relance, percebo a sombra de algué

vaga, não tenho onde morar... talvez ainda consiga negociar co

anos de emergência, agarrada à esperança de

nça é um bich

s na calçada. Malas abertas, roupas espalhadas, caixas

inha voz sai nu

taria e começo

io! Ab

se escancara, e ele apa

nha! Liguei mil vezes! Agora tira isso da minha c

ho na calçada, tentando juntar o que dá. Um trovão est

a, encarando o pouco que sobr

sussurro, sentindo o peito a

os. Por um segundo, penso em

unta uma voz masculina, fir

lo. É

o, sem acreditar no

ntão, direto,

ição. Você pre

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