Marisa vive uma singela vida como cartomante, sendo uma humilde vendedora de artigos místicos em sua loja. A vida dela começa a tomar um rumo totalmente diferente quando um misterioso homem pede sua ajuda e faz uma proposta incomum.
Marisa vive uma singela vida como cartomante, sendo uma humilde vendedora de artigos místicos em sua loja. A vida dela começa a tomar um rumo totalmente diferente quando um misterioso homem pede sua ajuda e faz uma proposta incomum.
Era um dia lindo de primavera, quente, com cheirinho de dia bom. Eu sai da minha casa para a minha loja cantarolando uma música qualquer de romance mal resolvido. Eu não era muito romântica, mas estava com essa música fazia tempo na cabeça.
Eu gostava de vestido com estampa florida, estilo ombro caído. Fazia sucesso, principalmente por ser parecida com uma cigana. Eu me aproveitava do meu estilo para chamar mais atenção, isso era bom para os negócios . Hoje eu decidi usar um mais justo e curto, o calor me despertava para a liberdade de mostrar meus joelhos sem medo de ser julgada.
Mal sabia eu o que me esperava aquele dia. Eu, como uma boa vidente e cartomante bem requisitada, deveria ter previsto que algum dia uma pessoa importante iria precisar dos meus serviços.
- Bom dia Mariah.
- Bom dia Marisa. - Disse a minha funcionária, uma atendente discreta e gentil. - Dia lindo, não é?
- Lindo e especial, parece que estamos no verão.
Logo quando cheguei coloquei meu sapato alto. Eu amava ser elegante, isso passava autoridade e segurança para todos.
Minha loja vendia artigos místicos, tudo de forma positiva e amorosa, essa era minha filosofia, mas o sucesso era a cartomancia. Eu era cartomante desde a adolescência. Consegui prever o sucesso de alguns alunos em provas e até namoricos, com isso, fui crescendo e abri meu próprio negócio.
- Senhora, chegou a remessa de quadros que encomendou.
- Ótimo, vamos expor as de frase de casais, para o dia dos namorados, que está próximo.- Disse me debruçando no balcão. - Vamos bombar com totens de proteção de casal esse ano, ou eu não me chamo Marisa!
- Vamos sim. - Ela riu com simpatia, pegando a caixa de trás do balcão e colocando em cima para eu procurar as melhores imagens.
Enquanto eu pegava a escada no fundo da loja e a posicionava na frente da minha pequena vitrine, pude ver através do vidro um carro preto muito elegante de uma marca que eu desconhecia se aproximar, senti um arrepio. Era um bom sinal? Não sei, mas fiquei ansiosa.
Um homem alto, bronzeado de óculos escuros e terno cinza escuro veio pisando firme mais andava suavemente. Eu, ainda escorada na escada, comecei a me sentir sem jeito com a possível presença daquele homem bem vestido na minha loja, fiquei estática.
- Senhora, Marisa? Tudo b-...? - Mariah iria terminar a frase, mas parou quando o homem entrou.
- Bom dia. - Disse o misterioso homem com uma voz grave numa postura imponente. - Gostaria de falar com Marisa Miranda.
- Oi. - Não consegui nem dizer "bom dia". - Sou eu mesma.
- Preciso dos seus serviços de... vidência. - Concluiu ele com a voz mais baixa.
- Claro. - Disse coçando a minha mão abaixando levemente minha cabeça. - Me acompanhe.
No final da loja havia uma sala muito bem arrumada para as minhas sessões. Eu atendia com hora marcada, mas não consegui dizer isso para ele , por sorte aquela manhã não havia cliente.
Eu abri a porta ainda sentindo um arrepio. Entrei primeiro e depois ele me acompanhou e eu indiquei a cadeira para ele se sentar.
Era tudo com estilos esotéricos com elementos e símbolos positivos. Gostava de cores vermelhas nas cortinas e nas toalhas das mesas, principalmente a redonda no centro da sala, a tapeçaria e os quadros remetiam a Índia e a África também. Algumas imagens de borboletas e pomba branca também compunham o mosaico de elementos que eu acreditava trazer paz.
- Bom, eu sou Marisa. Bem vindo. - Disse eu me sentando e ele me acompanhou se sentando na minha frente.
- Eu prefiro não dizer o meu nome. - Disse se apoiando com as mãos entrelaçadas sobre a mesa. Notei que ele era noivo. - Se eu tiver que dizer , terei que apresentar o contrato de confidencialidade que estou carregando.
Eu fiquei impressionada. Por um momento eu fiquei sem ar, sem voz. Fiquei encarando aquele óculos com dificuldade de pensar, porque a vidência exigia um preço: o nome do consulente e confiança.
- Perdão. - Disse suspirando. - Eu preciso saber o seu nome. Eu compreendo...
- Certo. - Interrompeu ele tirando um papel do bolso.
A folha era elegante, tinha até marca d'água e um código no canto.
- Leia as cláusulas. - Prosseguiu ele sério.
Sutilmente eu comecei a sentir o cheiro dele, o seu perfume com certeza era caro, era quase hipnótico, muito envolvente.
Eu me recompus e peguei o papel. "Pedro Henrique de Almeida", dizia ser seu nome. Tinha algo de errado, eu sentia. Mas o contrato era convincente, mesmo eu começando a sentir medo.
- Você já se consultou alguma vez com algum tipo...?
- Não, mas a pessoa que me indicou você é de confiança.
- Certo. - Eu estava pensando, afoita, ganhando tempo, buscando respostas para aquela situação. Foi quando eu tive um impulso. - Esse não é o seu nome verdadeiro.
- Como é que é? - Perguntou ele com uma voz lenta se debruçando ainda mais na mesa. Era intimidador.
Eu não conseguia olhar para o seu rosto, eu não conseguia ver seus olhos por entre as lentes dos óculos e isso estava me deixando nervosa. Eu precisava ver seus olhos e saber quem ele era...
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