A jovem académica Júlia vê seu mundo virar de cabeça para baixo após acordar completamente nua ao lado do seu professor
A jovem académica Júlia vê seu mundo virar de cabeça para baixo após acordar completamente nua ao lado do seu professor
Muito barulho, muitas pessoas, muito nervoso. Aperto minha mochila com as mãos e caminho em direção a secretária do campus. Tento ficar calma e fingir que ainda estou no meu quarto e que não vou precisar estudar fora, mas percebo que essa não é a realidade ao sentir muitos olhares sobre mim, não gosto da sensação. então abaixo a cabeça, aperto mais ainda a mochila, e também apresso os passos e assim, chego mais rápido à secretária.
- oi - levanto a cabeça e dou um sorriso, afim de deixar minha timidez de lado e ser um pouco gentil, mas é inútil. Meu sorriso murcha ao ver uma senhora do cabelo arrepiado mal humorada me encarando (ela parece a Cruella daquele desenho de tv).
- oque deseja flor? - ela inclina a cabeça para o lada e me dá um sorriso forçado.
- meu pai me matriculou ontem, mas não sei em qual turma estou. Pode ver para mim?
- ontem? Mas as matrículas se encerraram na semana passada.. tem certeza de que é nesse campus que foi matriculada?
- sim, oras - reviro os olhos ao ver ela me encarando
- não sei não.. - ela fala sem acreditar em mim Pego meu celular e ligo para o meu pai. Ele demora, mas me atente.
- oi amor, conseguiu achar sua classe?
- não papai, sua funcionária inútil não quer acreditar em mim.. - levanto a cabeça e percebo que a Cruella estava me encarando surpresa com o olho esbugalhado, bem feito.
- como assim? Pede pra falar com a Ellen - diz papai
- Ellen? - o olho da mulher se abre ainda mais..
- sim bebê. - afasto o celular do rosto e me preparo para falar com a Cruella
- com licença, eu poderia falar com a Ellen?-pergunto apreensiva por não saber quem era Ellen
- a Ellen? Claro, irei chamá-la. - ela usa o telefone por uns minutos e depois avisa que a Ellen está vindo.
- tabom, obrigada.. - agradeço ela e volto a falar com o papai no telefone - papai?
- Sim, anjo?
- a Ellen está vindo.. oque falo?
- não precisa dizer nada, dê o telefone a ela e eu mesmo falarei.
- tabom.. já consigo avistar uma moça loira, é ela?
- sim.
- olá, em que posso ajudá-la? - pergunta a loira com um sorriso gentil
- Ellen? - ela assente e eu estico o braço com o telefone - aqui. - ela confusa pega o celular
- oque eu faço com isso?
- atende. Meu pai pediu pra falar com você e está te aguardando na ligação.._ explico e ela assente colocando o celular na orelha
- pois não?- ela diz e aguarda a resposta vir do outro lado da linha, minutos depois ela responde de novo. - sei sim.. É ela? Pode deixar comigo.. a tratou mal? Sim, sim.. Pode deixar vou resolver.. tchau, tchau - ela desliga e me entrega o telefone - anjo, sua classe é a 445. Desculpe a demora..
- obrigada! - após eu agradecer, ela sorri e assente como resposta e se vira para a Cruella - pode arrumar suas coisas, está demitida. - observo elas boquiaberta
- ma.ma.mas por quê? - à secretaria a questiona com os olhos cheio de água
- você não pode estar na secretaria se não sabe recepcionar um aluno. - a loira já usava um outro tom de voz, soava rude e grossa
- Srt. Ellen, mil desculpas eu estava muito ocupada, achei que fosse só mais um aluno zuando com a minha cara como de costume, ainda mas que ela disse que se matriculou ontem.. me desculpe, por favor.. me desculpe. O meu filho estuda aqui, também da área de Medicina e você sabe que não é barato, mesmo com ele trabalhando a noite eu ainda tenho que o ajudar, por favor me deixe ficar, pelo o Lucas me deixe ficar.
- o Lucas é um excelente aluno, você também é uma excelente funcionária, mas a ordem veio de cima. Sinto muito mas não posso contrariar o chef
- espera aí - me intrometo na conversa delas - meu pai mandou fazer isso? Porque?
- seu pai? - a Cruella abre a boca
- sim, foi ele. - a Ellen fala orgulhosa.
- então pode voltar atrás! Não quero ser responsável por destruir dois sonhos no meu primeiro dia de aula, não mesmo.
- infelizmente não posso.
- pode sim! eu fiz meu pai fazer isso. Agora tenho que desfazer. Pode ficar, só é falar para o meu pai que foi um mal entendido e que eu pedi para ela ficar
- tudo bem. falarei com ele, mas não posso garantir nada.
- tabom, obrigada. Agora irei para classe, 445 certo?_ as duas assente e eu caminho para lá.
O corredor está vazio, tudo está em silêncio. Já se passaram mais de dez minutos e eu ainda estou estou perdida no 122 do segundo andar, apresso meu passo depois de ouvir alguem comentando que ficava no 4 andar. Acho uma escadaria e rapidamente a subo e avisto a sala 445 no final do corredor. corro rapidamente em direção a ela com um sorriso de vitória estampando na cara, mas acabo me chocando com alguém que estava saindo a sala
- POR QUÊ NÃO OLHA POR ONDE ANDA PORRA? PARECE CRIANÇA CORRENDO PELOS CORREDORES - ouço uma voz masculina enquanto me levanto e recolho meus livros que também haviam caído minutos atrás comigo.
- me.me desculpe - gaguejo baixo, e com a cabeça baixa pois não tenho coragem nenhuma para levantá-la e encarar a pessoa que acabara de me derrubar. O homem não fala nada, apenas da uma pequena volta por mim e caminha em direção as escadas, euen, isso que eu chamo de falta de educação. Balanço a cabeça para me dispersar dos pensamentos do recente acontecimento e de cabeça erguida entro na sala. Sinto meu rosto corar ao perceber que o olhar de todos se voltou para mim, tento avistar um lugar vago, mas são poucos. Então caminho para a última fileira do canto, próximo a mesa do professor que ainda não havia chegado. No caminho ouço rumores..
"olha, aluna nova" pronunciou uma menina "oloko, gostozassa" diz um garoto
- EI, GATA? - grita uma voz masculina, procuro ao redor para saber se é eu quem ele está chamando, paro de procurar ao avistar um cara loiro acenando em minha direção, ainda com dúvida de se era comigo continuo quieta só olhando para ele, ele olha para mim é abaixa o braço - vem e se senta aqui caloura - definitivamente era comigo que ele estava falando. Sem saber oque fazer, me sento ali mesmo na mesa do canto, sem o responder nada. Pego minha mochila, retirando minha agenda e guardo os livros na bolsa que estava vazia. (Não, eu não estou louca. Apenas peguei os livros hoje, por isso a mochila estava vazia). Estava vendo meus compromissos quando uma mão de homem encosta na minha carteira, levanto minha cabeça e me deparo com o mesmo loiro de minutos atrás, ele parecia alegre com um sorriso no rosto.
- prazer, sou o Lucas. - ele diz e em seguida estende a mão não sei exatamente como me comportar em relação a isso, ele é o primeiro homem que fala comigo, depois do meu pai é lógico. É que sempre vivi sozinha, nunca fui muito da vibe amizade, durante toda infância estudei em casa, não privadamente, foi uma opção minha sabe?! Bom, mas já que agora ele já está aqui, não custa nada fazer amizade.
- Oi, sou a Júlia. - aperto sua mão.
- olha.. - ele caminha duas carteiras atrás da que estou, pega uma cadeira vaga e volta para onde estou se sentando - a princesinha tem língua me sinto envergonhada então não digo nada, apenas sorri sem mostrar o dente
- então.. veio de onde? - pergunta o garoto
- sou de Seattle, me mudei para cá essa semana
- entendi..
- e você?
- sempre morei aqui na cidade, não aqui no bairro dos granfinos claro, mas sempre morrei aqui.. - Granfinos? Oque é isso?
- granfinos? - pergunto com dúvida
- sim, riquinhos sabe? Eles recebem esse apelido.. - ele diz com um sorriso no rosto
- sim. Entedi..
- mais e então?
- então o que?
- amigos?
- amigos. - confirmo sua pergunta Sou surpreendida por um abraço do mesmo
- poderia me soltar por favor? - ele rapidamente me solta
- me desculpe, é que estou acostumado a abraçar amigos. Não me entenda mal, por favor.
- sim, eu sei, mas é que não estou acostumada com isso
- tudo bem, então sem abraços_ ele da um sorriso meigo. Acho que deixei ele meio envergonhado, deveria abracá-lo para desfazer esse gelo que acabei de criar entre nós? Acho que sim, isso é normal entre amigos pego ele de surpresa com um abraço. Ele demora, mas retribui
- me desculpe, prometo que aos poucos me acostumo com esses afetos de amigos.
- tudo bem, se você for grossa te darei uns tapas - arqueio a sobrancelha o encarando - brincadeirinha kkkk - diminuo a tensão em que me encontrava e dou um sorriso.
- com licença, posso falar com a Júlia? - uma voz familiar me chama, mas o loiro se vira antes de mim
- Oi mãe, oque quer com a minha bff? - mãe? Bff? Me viro rapidamente para ver de quem se tratava, a mãe dele é a Cruella? Fico minutos olhando para os dois, vendo se encontrava alguma semelhança, mas nada. Então era ele o tal Lucas que ela citou mais cedo? Que loucura..
- ela é sua mãe? - cochicho baixinho para ele
- é sim - cochicha ele de volta
- Júlia? - a Cruella chama novamente meu nome
- sim? - respondo me levantando
- poderia vir aqui fora um minuto?
- claro. - vou até ela que segue em direção a porta e saímos da sala
- obrigada!. - ela diz e me surpreende com um abraço, o povinho que gosta de abraço viu..
- de nada, mas por quê? - pergunto após a gente separar o abraço.
- você conseguiu me ajudar manter meu trabalho..
- sério? - pergunto pensativa.
- sério? - a voz do Lucas surge atrás de nós, me viro e era ele.
- sim. a Ellen já queria me despedir a um tempo. Eu fui meio grossa com você mais cedo por esse motivo, estava preocupada com o futuro do Lucas, só tinha cabeça para isso. Daí quando você veio com o papo de ter feito a matrícula no dia anterior pensei que fosse um trote.. - meu Deus, coitadinha dela.
- mas por que ela te mandaria embora?
- porque ela é uma cobra.
- como assim? Ela foi um doce mais cedo..
- máscara. Ela deve ter amado quando seu pai mandou ela me demitir, pois ela só esperava um motivo e essa foi a chance perfeita..
- pai? Por que seu pai mandaria minha mãe embora? - pergunta o Lucas confuso
- me desculpe, foi tudo minha culpa. Eu que liguei para ele
- ma.mais como assim?_ ele ainda não entende
- ela é a filha do dono daqui, filho. - o Lucas rapidamente arregala os olhos
- o quê?? - diz ele surpreso
- sim. Mas não tinha má intenção, me desculpem por tudo - peço desculpa a eles. Enquanto isso um homem passa por nós, entra na classe e fecha a porta
- eu sei disso linda, mas é melhor vocês entrarem.. - diz a Cruella
- sim mamãe, depois teminaremos a conversa.
- quem é o cara? - pergunto ao Lucas enquanto voltamos para classe, já tinha me despedido da Tati e ela me fez prometer que iria até a sua casa tomar um café um dia desses.
- nosso professor
- bonito ele né?
- é, mas não é flor que se cheire. Agora mudando de assunto - ele passa a mão pelo meu ombro - por que não me disse que era filha do dono?
- porque você não perguntou.. - digo dando de ombros e ele sorri.
- vamos entrar, vamos bobinha..
- vamos sim, não comenta com ninguém sobre quem é meu pai. Não quero nenhum tratamento especial..
- tudo bem..
Bato na porta e a abro.
- com licença.
- tá atrasada! - diz o professor olhando para um papel.. a voz dele é familiar, me lembra alguém.. Flashback on* "- POR QUÊ NÃO OLHA POR ONDE ANDA PORRA? PARECE CRIANÇA CORRENDO PELOS CORREDORES" Flashback of* É ele.. o mal educado de mais cedo, é o professor... estou chocada!
- entra Juh. - cochicha o Lucas atrás de mim.
- já vou - falo e dou um passo para frente onde acabo tropeçando, caindo e fazendo a classe inteira rir de mim. O Lucas rapidamente me ajuda a levantar
- está bem? Se machucou? - ele pergunta procurando por machucados
- não, foi só uma quedinha, nada de mais_ rio e sinto que estão todos olhando para nós dois, inclusive o grosso do professor
- bobinha - ele ri e da uns tapinhas na minha cabeça.
- SALA DE AULA NÃO É LUGAR PARA NAMORO! - ele grita e eu e o Lucas nos viramos em direção a ele.
Pouco tempo após superar um trauma em suas vidas, Matthew e Júlia estão longe de ter paz. Após levar um tiro que não era seu, Júlia acaba perdendo a memória e não se lembra de nada após a separação dos pais. Matt mesmo enfrentando uma nova crise de ansiedade, promete a si mesmo reconquistar a amada, será ele capaz?
continuação do livro 1 da coleção ELE. Matt, agora dono do morro, não imagina que seu grande amor está de volta ao Estados Unidos com Gabi, sua filha a qual ele nem sonha com sua existência
Por causa da cicatriz no rosto, Lyric passou a vida sendo ridicularizada e detestada por todos, incluindo seu próprio companheiro. Ele a mantinha por perto apenas para ganhar território, e no momento em que conseguiu o que queria, a abandonou, deixando-a arrasada e solitária. Então, ela conheceu aquele homem - o primeiro homem a chamá-la de bela, o primeiro homem a mostrar a ela o que era ser amada. Foi apenas uma noite, mas mudou tudo. Para Lyric, ele era como um anjo, um salvador. Para ele, ela foi a única mulher que o fez se sentir completo na cama - cura de um problema que ele enfrentava há anos. Lyric pensou que sua vida finalmente seria diferente, mas como todos os outros em sua vida, ele mentiu. Quando ela descobriu quem ele realmente era e percebeu que ele era perigoso, já era tarde demais. Ela queria liberdade, desejando encontrar seu próprio caminho e renascer das cinzas. Mas por fim, foi forçada a entrar em um mundo perigoso do qual preferia manter distância.
Livro 2 da trilogia Destino: Em um mundo envolto em mistérios e magia, Eliza se vê conectada ao destino do enigmático Rei Lohan, um homem cujo passado é tão sombrio quanto seu coração. Apesar de ter encontrado o amor nos braços dele, Eliza anseia por desvendar os segredos que o cercam, mergulhando ainda mais fundo nessa relação em busca de confiança e compreensão mútua. Enquanto Eliza embarca na jornada para desvendar a verdade por trás das sombras que envolvem o Rei e sua missão, ela se depara com desafios que superam todas as suas expectativas. A verdadeira natureza de sua própria profecia vem à tona, revelando uma ligação profunda com um povo desprezado pelos lobos. Determinada, ela busca maneiras de ajudar seu amado, sem saber que o destino reserva para ela desafios ainda maiores. Em meio a intrigas palacianas e perigos sobrenaturais, Eliza se vê diante de uma pergunta crucial: será capaz de confrontar seu destino e lutar pela felicidade ao lado de Lohan, ou sucumbirá às forças que tentam separá-los?
Sophie assumiu o lugar de sua irmã e se casou com um homem conhecido por sua aparência desfigurada e passado vergonhoso. No dia do casamento, a família de seu noivo até rompeu relações com ele, tornado-o motivo de chacota de toda a cidade. Enquanto todos esperavam para ver a ruína dos dois, a carreira de Sophie prosperou, e o amor deles só se aprofundou. Mais tarde, durante um evento de grande destaque, o CEO de um conglomerado tirou a máscara, e todos descobriram que ele era o marido de Sophie! *** Adrian não tinha interesse em seu casamento arranjado e se escondia atrás de um disfarce na esperança de que sua esposa desistisse dele. Porém, quando ela tentou se afastar, ele entrou em pânico e pediu: "Por favor, Sophie, não vá. Um beijo, e eu farei qualquer coisa por você."
Havia apenas um homem no coração de Raegan: Mitchel. No segundo ano de casamento com ele, ela engravidou. Raegan se sentiu muito feliz. Mas antes que ela pudesse contar a notícia, ele pediu o divórcio, porque queria se casar com seu primeiro amor. Mais tarde, Raegan sofreu um acidente e, deitada na poça de seu próprio sangue, implorou por ajuda de Mitchel. No entanto, ele foi embora com seu primeiro amor nos braços. Felizmente, Raegan escapou por pouco da morte e decidiu colocar sua vida de volta nos trilhos. Anos depois, seu nome estava em toda parte. Após o divórcio, Mitchel ficou muito desconfortável. Por alguma razão, ele começou a sentir falta dela. Seu coração doeu quando ele a viu sorrindo para outro homem. Na cerimônia de casamento dela, ele irrompeu e ficou de joelhos. Com os olhos vermelhos, ele perguntou: "Você não disse que seu amor por mim era inquebrável? Por que está casando com outro homem? Volte para mim!"
A vida de Sophia era perfeita até ela conhecer o irmão mais velho de seu namorado. Na Matilha Sombra Noturna, se o Alfa líder rejeitasse sua companheira, ele perderia sua posição. E essa regra se tornaria uma pedra no caminho de Sophia, que estava namorando o irmão mais novo do Alfa líder. Bryan Morrison, o Alfa líder, não era apenas um homem impiedoso, mas também um poderoso magnata dos negócios. Só o seu nome já bastava para incutir medo em outras matilhas. Mas se, por alguma brincadeira do destino, o caminho de Sophia se entrelaçasse com o dele?
Por cinco anos, acreditei que tinha um casamento perfeito, apenas para descobrir que tudo era uma farsa! Meu marido só queria minha medula óssea para sua amante! Bem diante de mim, ele enviou mensagens de amor para ela! Para piorar, ele até a trouxe para a empresa para roubar meu trabalho árduo! Finalmente, entendi que ele nunca me amou. Parei de fingir, reuni provas de sua infidelidade e recuperei a pesquisa que ele havia roubado de mim. Então, assinei os papéis do divórcio e parti sem olhar para trás. Ele pensava que eu estava apenas com ciúmes e que eventualmente voltaria. Mas quando nos encontramos novamente, eu estava de mãos dadas com um bilionário conhecido mundialmente, em um vestido de noiva. O arrependimento tomou conta do meu ex. "Volte para mim!" Meu noivo passou o braço em volta da minha cintura e riu com desprezo. "Saia daqui! Ela é minha agora."
© 2018-now Lera
TOPO
GOOGLE PLAY