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Quando a Inocência Queimou: O Retorno de Sofia

Quando a Inocência Queimou: O Retorno de Sofia

5.0
11 Capítulo
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Eu estava grávida de nove meses. O meu marido, Marcos, era um bombeiro, o pilar de segurança da nossa família. Construíamos sonhos para o nosso filho por nascer. Até que o cheiro a queimado me acordou. Fumo denso invadia o nosso apartamento no décimo segundo andar. A minha mãe, Laura, doente, tossia sem parar. Liguei ao Marcos, a voz embargada pelo pânico: "Marcos! Há um incêndio! Estamos presas!" Ele respondeu com indiferença brutal: "Estou ocupado. A Helena tem uma fuga de gás." Helena, a sua meia-irmã. Ele desligou a chamada. Abandonou-nos no inferno em chamas. Resgatada por outros, acordei no hospital para a verdade mais devastadora. O meu bebé, o nosso filho, não sobreviveu. Morto pela falta de oxigénio. Quando Marcos apareceu, não veio com arrependimento. Ele culpou-me: "Vês o que fizeste? Causaste este drama!" O pai dele, Ricardo, ligou a reforçar as acusações, chamando-me ingrata. A culpa pela morte do meu filho recaiu sobre mim. A injustiça era insuportável. E a traição... O homem que devia proteger-nos escolheu uma mentira descarada à vida da sua família. Mas, naquele momento de desespero, algo nasceu dentro de mim. A Sofia ingénua, que sempre cedeu, morreu no fogo com o meu filho. Agora, não tinha mais nada a perder. Eles iam descobrir o quão perigosa uma mulher sem nada a perder pode ser. Era a hora da minha vingança.

Índice

Quando a Inocência Queimou: O Retorno de Sofia Introdução

Eu estava grávida de nove meses.

O meu marido, Marcos, era um bombeiro, o pilar de segurança da nossa família.

Construíamos sonhos para o nosso filho por nascer.

Até que o cheiro a queimado me acordou.

Fumo denso invadia o nosso apartamento no décimo segundo andar.

A minha mãe, Laura, doente, tossia sem parar.

Liguei ao Marcos, a voz embargada pelo pânico: "Marcos! Há um incêndio! Estamos presas!"

Ele respondeu com indiferença brutal: "Estou ocupado. A Helena tem uma fuga de gás."

Helena, a sua meia-irmã.

Ele desligou a chamada.

Abandonou-nos no inferno em chamas.

Resgatada por outros, acordei no hospital para a verdade mais devastadora.

O meu bebé, o nosso filho, não sobreviveu.

Morto pela falta de oxigénio.

Quando Marcos apareceu, não veio com arrependimento.

Ele culpou-me: "Vês o que fizeste? Causaste este drama!"

O pai dele, Ricardo, ligou a reforçar as acusações, chamando-me ingrata.

A culpa pela morte do meu filho recaiu sobre mim.

A injustiça era insuportável.

E a traição...

O homem que devia proteger-nos escolheu uma mentira descarada à vida da sua família.

Mas, naquele momento de desespero, algo nasceu dentro de mim.

A Sofia ingénua, que sempre cedeu, morreu no fogo com o meu filho.

Agora, não tinha mais nada a perder.

Eles iam descobrir o quão perigosa uma mulher sem nada a perder pode ser.

Era a hora da minha vingança.

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